Arquivo da Categoria ‘Politica e Justica’

Mundo inteiro sob vigilância total

Quarta-feira, 15 de Maio de 2013

Voz da Rússia - 15/02/2013

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Colocando na Internet suas fotos pessoais com comentários diversos, a maioria de utentes nem sequer adivinha que, involuntariamente, corre o risco de ficar sob o controle de muitas pessoas e entidades interessadas. Uma série de companhias especializadas em software está desenvolvendo aplicações para vigiar a atividade de pessoas por meio de dados disponíveis em redes sociais.

Para evitar discussões desnecessárias, tais trabalhos se efetuam em segredo. Jornalistas do jornal britânico The Guardian publicaram materiais dedicados ao novo programa RIOT (Rapid Information Overlay Technology), criado pela empresa militar Raytheon. Processando e conferindo as informações recolhidas nos sítios como Twitter, Facebook, Foursquare e outros tantos, o soft pode reproduzir em pleno o cotidiano dos vigiados. Um observador recebe um esquema pormenorizado das relações do indivíduo com seus colegas, companheiros e familiares. Como aditamento, segue um mapa de deslocações com os itinerários indicados. Em resumo, o programa RIOT é capaz de compor um retrato psicológico-moral da pessoa, incluindo seus hábitos, qualidades e características e atépontos fracos e motivações de comportamento.

Conforme os peritos da Raytheon, o respetivo know-how aindanão foi vendido. No entanto, de acordo com as normas de regulação das exportações, o programa RIOT entra na categoria “EAR99″ que, na maioria dos casos, admite o fornecimento de produtos sem licenciamento prévio.

Em princípio, há já muito que todo o mundo se encontra vigiado, assevera em entrevista à Voz da Rússia o perito médico Anton Korobkov-Zemlianski.

“Os dados disponíveis na Internet e aos quais temos acesso livre podem ser recolhidos com ajuda de sistemas de pesquisa sem falar de software específico. Por isso, a questão que se coloca é quem é que pode estar interessado nisso”.

Os órgãos de segurança e os serviços especiais podem, mediante as redes sociais, seguir de perto a vida das pessoas, exercendo o controle sobre a sua atividade, frisou o diretor-geral da Agência de Tecnologias de Informação R-Tehno (Р-Техно, sigla russa), Roman Romachev. Claro que se trata de um vigia total, adiantou entrevistado pela emissora Voz da Rússia.

“Se você coloca qualquer informação sobre si mesmo em redes sociais, tem que estar pronto para os cenários em que esta informação poderá vir a ser utilizada contra você. Por exemplo, não se recomenda disponibilizar informações sobre a família, publicar fotos familiares e dos locais que você costuma visitar, bem como dados referentes aos bens imóveis e aos meios de transporte”.

Em opinião de Romachev, a criação de tais programas como RIOT não passa de uma mera etapa na evolução da chamada Teia Mundial.

De qualquer maneira, está perto a altura em que a vigilância será praticamente total, isto é, seremos vigiados tanto no espaço real, como virtual. Hoje em dia, nas maiores cidades e centros industriais foram instalados, em cada esquina, webcams diversas. Nos EUA a companhia DARPA se empenha na projeção de um complexo cibernético, capaz de identificar potenciais criminosos no meio de grandes concentrações de pessoas. Num banco de dados eletrônico, serão inseridos padrões de comportamento normal e suspeito. Não se exclui a hipótese de gradual realização do enredo do filme utópico de Steven Spielberg Minority Report no qual uma simples intenção ou ideia de cometer um crime pode servir de pretexto para a detenção ou a neutralização do possível transgressor da lei.

Todavia, se acreditarmos em previsões de peritos, nessa etapa, os cidadãos comuns não devem ter motivos para receios desde que não tenham problemas com a justiça e não ostentem o seu luxo. Se se comportarem bem, estarão fora do alcance de serviços secretos, ladrões internacionais, criminosos e terroristas.

* Fonte:
http://portuguese.ruvr.ru/2013_02_15/Mundo-inteiro-sob-a-vigia-total/

Câncer: uma arma secreta?

Terça-feira, 9 de Abril de 2013

The Guardian (Reino Unido) / Diário Liberdade (Portugal) - 27/02/2012

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Um artigo publicado no início de 2012 pelo jornal The Guardian revela que a CIA desenvolveu uma pistola para gerar células cancerígenas e faz um grande apanhado dos líderes da esquerda e adversários dos Estados Unidos que morreram por tal enfermidade.

Quando o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, especulou que os Estados Unidos poderiam ter desenvolvido uma maneira para fazer uma arma com o câncer, parecia um caso para os especialistas X e os teóricos de conspirações.

Isso se sucedeu após vários líderes latino-americanos serem diagnosticados com a enfermidade. A lista inclui ao ex-presidente argentino Néstor Kirchner (de cólon); Dilma Rousseff, do Brasil (linfoma); seu predecessor Luiz Inácio Lula da Silva (de garganta); Evo Morales, da Bolívia (nasal), e Fernando Lugo, do Paraguai (linfoma).

O que têm em comum todos eles além do câncer? São líderes da esquerda. Coincidência? Em seu discurso do dia 28 de dezembro de 2011 às Forças Armadas venezuelanas, Chávez sugeriu que os Estados Unidos poderiam ter encontrado uma maneira de produzir câncer contra os líderes latino-americanos.

“Seria tão estranho que tenham inventado a tecnologia para difundir o câncer e que não nos inteiramos até dentro de 50 anos?” perguntou Chávez. “É muito difícil de explicar, até com a lei das probabilidades, o que passaram alguns líderes na América Latina. É muito estranho, para dizer o mínimo”, acrescentou.

Chávez disse que recebeu uma advertência do ex-líder de Cuba, Fidel Castro, que sobreviveu à centenas de tentativas de assassinatos falidas. “Fidel sempre me disse ‘Chávez, tenha cuidado. Essa gente desenvolveu tecnologia. Você foi muito descuidado. Cuide do que come, o que te dão para comer… uma pequena agulha e te injetam não sei o quê”, disse.

Parece exagerado? WikiLeaks reportou que em 2008 a CIA pediu à sua embaixada no Paraguai que obtivesse todos os dados biométricos, incluindo o DNA, dos quatro candidatos presidenciais.

Os teóricos em conspirações caribenhos que a CIA também teve envolvimento nas mortes do ativista pelos direitos civis de Trinidad y Tobago e pan-africanista Kwame Ture, o legendário ícone do reggae Bob Marley e o primeiro-ministro dominiquense Rosie Douglas.

Durante a investigação do Comitê Seleto de Inteligência do Senado dos EUA, sobre os complôs de assassinato da CIA contra líderes estrangeiros em 1975, revelou-se que a agência havia desenvolvido uma pistola com dardos venenosos que causavam ataques cardíacos e câncer.

A pistola disparava um dado com uma ponta com veneno líquido congelado, da grossura de um fio de cabelo humano e de um centímetro, que podia penetrar a roupa, era quase impossível de detectar e não deixava rastros no corpo da vítima.

Kwane Ture, ou Stokely Carmichael, o radical ex-líder dos Panteras Negras que inaugurou o Movimento do Poder Negro de 1960, morreu afirmando que a CIA o havia envenenado com câncer. Ture morreu de câncer de próstata aos 57 anos, em 1998. Seu amigo, artista multimídia e ativista Wayne Rafiki Morris afirmou que Ture disse que “sem dúvida” a CIA lhe induziu o câncer.

Bob Marley morreu de melanoma em 1981. Tinha 36 anos. O relatório oficial diz que contraiu câncer em 1977, após se queixar do pé, que nunca sarou, após jogar futebol. Os teóricos de conspirações alegam que Marley recebeu de Carl Colby, filho do ex-diretor da CIA William Colby, um par de botas com uma peça de arame de cobre em seu interior, que estava coberto com uma substância cancerígena que atingiu seu dedão.

No que se refere a sapatos envenenados, há uma atemorizante semelhança entre Marley e Castro. No caso de Marley, supostamente a CIA utilizou câncer em suas botas; para Castro, colocou os altamente venenosos sais de tálio em seus sapatos.

Depois de só oito meses após ter sido eleito primeiro-ministro da Dominica, o político radical Rosie Douglas foi encontrado morto no piso de sua residência em 2000.

A causa da morte foi atribuída como o resultado de um ataque massivo de coração. Seu coração era o dobro de seu tamanho normal. Como no caso de Ture e Marley, faziam exercício com regularidade.

O filho mais velho de Douglas, Cabral, insistiu que seu pai havia sido assassinado e também sugeriu a participação da CIA. Em 1998, reportou-se que Moshood Abiola, o homem que se pensa ter ganhado as eleições de 1993 na Nigéria, foi morto de um ataque de coração após lhe darem um coquetel que expandiu seu coração ao dobro de seu tamanho.

Jack Ruby, assassino de Lee Harvey Oswald, o suposto assassino do presidente dos EUA John F. Kennedy, morreu de câncer pulmonar em 1967. O estranho é que as células cancerígenas não eram do tipo que se originam no sistema respiratório. Disse à sua família que haviam lhe injetado células de câncer na prisão, quando havia sido tratado com injeções por um resfriado. Morreu justamente antes de testemunhar ante o Congresso.

O bombardeiro de Lockerbie, Abdelbaset al-Megrahi, desenvolveu câncer terminal. O líder do partido de oposição canadense, de tendências esquerdistas, o Novo Partido Democrático (NPD), Jack Layton morreu – de uma forma de câncer desconhecida – em 2011. Parece que ter tendências de esquerda pode ser perigoso para a saúde.

Desde 1953, os russos usaram micro-ondas para atacar o pessoal da Embaixada dos Estados Unidos em Moscou. Um terço do pessoal eventualmente morreu de câncer por causa da radiação de micro-ondas. Imagina o quão avançada e sofisticada que se tornou no presente a tecnologia do assassinato.

***

Texto publicado no dia 27 de fevereiro de 2012 no The Guardian

Tradução do inglês para o castelhano por Franco Cubello

Tradução do castelhano para o galego-português por Diário Liberdade.

* Fonte:
http://www.diarioliberdade.org/mundo/direitos-nacionais-e-imperialismo/36691-c%C3%A2ncer-uma-arma-secreta.html

* Outras informações:
http://forum.antinovaordemmundial.com/Topico-c%C3%A2ncer-uma-arma-secreta-da-cia

CIA infecta com câncer os políticos da América do Sul?

Terça-feira, 9 de Abril de 2013

Por Lyuba Lulko no Pravda.Ru (Rússia) - 06/01/2012

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Durante o último ano e meio a liderança progressista da América do Sul e os seus concidadãos ficaram chocados com o diagnóstico fornecido pelos médicos — o câncer. Fernando Lugo, Luís Inácio Lula da Silva, Hugo Chávez, e, recentemente, Cristina Fernández de Kirchner. Os presidentes do Paraguai, Brasil, Venezuela e Argentina simultaneamente de forma suspeita foram colocados à beira da sobrevivência .

Chávez imediatamente alertou que a doença pudesse ser uma nova” tecnologia desenvolvida pelos Estados Unidos” para eliminar os líderes indesejáveis.

Talvez, mas por incrível que pareça, o resultado foi o oposto. Todos os políticos não só pararam a sua vida política nem afastaram-se das responsabilidades, mas ao contrário, aumentaram drasticamente seu ranking e se reuniram ao redor dos apoiantes.

Primeiro, em agosto de 2010, o presidente paraguaio, Fernando Lugo, de 60 anos, foi diagnosticado com um tumor do sistema linfático. Depois de seis sessões de quimioterapia em São Paulo e Assunção, os médicos informaram que o tumor havia desaparecido. Lugo foi eleito em 2008 com um mandato de cinco anos. Renunciou a seu posto eclesiástico e virou o segundo presidente de esquerda na história do país.

O presidente brasileiro, Luís Inácio Lula da Silva, de 66 anos, foi diagnosticado com câncer de laringe em outubro de 2011, nove meses após a transferência de poder a Dilma Rousseff. Os médicos descartaram uma cirurgia, dizendo que como resultado poderia perder a sua voz — uma ferramenta extremamente importante para a política e comunicação.Argumentam que depois de várias sessões de quimioterapia o tumor do ex-presidente a ter uma firme intenção de voltar à política, foi reduzido até 75 por cento. Lula, no poder entre 2003 e 2010, reduziu a pobreza no país em 50,6%, avançou rumo a uma integração regional e fez do Brasil uma das maiores economias do mundo.

O presidente venezuelano, Hugo Chávez, de 57 anos, começou o tratamento para o câncer no final de junho de 2011. Ainda não há dados oficiais sobre o tipo de câncer dele. Foi operado em Havana em 20 de julho. Depois de quatro rodadas de quimioterapia uma série de exames médicos confirmou uma tendência positiva. Chávez está no poder desde 1999 e em outubro de 2012 vai concorrer a terceiro mandato.

Finalmente, no início de janeiro, a mídia informou que presidenta argentina, Cristina Kirchner, de 58 anos, havia sido submetida a uma cirurgia para o câncer da glândula tireóide e o prognóstico para recuperação é bastante favorável. Kirchner foi reeleita para o segundo mandato em dezembro de 2011 e mantem com EUA relações diplomáticas tensas, apoiando as iniciativas de integração política e econômica regional.
Hugo Chávez foi o primeiro a suspeitar algo. “Estou longe de delírios de perseguição, mas o fato é. Assassinato como uma forma de remover os políticos indesejáveis ??tem sido sempre praticado pelo Império (EUA), não tenho nenhuma prova, e ainda assim é óbvio que acontece algo estranho com políticos progressistas na América Latina “, disse Chávez.

Chávez tem razão, o escritor venezuelano Luís Brito Garcia contou mais de 900 tentativas de assassinato do líder cubano Fidel Castro organizadas pela CIA. No entanto, hoje a América Latina é unida não apenas contra os EUA, mas também contra Israel, pois, quase todos os países reconheceram a independência da Palestina. Então, na verdade pode-se procurar vestígios não só da CIA, mas também da Mossad. Também é estranho que a doença de Chávez e o tipo de câncer (de próstata) tenha sido primeiramente revelada por uma “fonte da CIA”, através do jornal pago pelo Departamento de Estado dos EUA — Nuevo Herald.

É mesmo o câncer um efeito colateral de novas armas usadas pela CIA? Ou é apenas uma coincidência que inscreve-se com sucesso no “modus vivendis” do agonizante gigante norte-americano? Há vários pré-requisitos para a teoria de conspiração. Primeiro, existe um óbvio objetivo -impedir o desenvolvimento do socialismo sul-americano. Em segundo lugar, os métodos de operação têm sido desenvolvidos, e os mais “mal sucedidos” foram discutidos por todo o mundo. Terceiro, há uma base científica sólida para inventar novos tipos de armas químicas, biológicas e eletrônicas testadas em guerras locais.

Note-se que a doença pegou apenas aqueles políticos que contradizem a posição dominante dos Estados Unidos. Agora, lembremo-nos das “falhas”. Primeiro de tudo, a estranha morte do ex-presidente da Palestina (OLP) Yasser Arafat que sofria de leucemia em 2004. Na conclusão de especialistas franceses, ele morreu “de uma hemorragia cerebral causada por um distúrbio do suprimento de sangue provocado, por sua vez, por uma infecção não especificada”. No paciente a contagem de plaquetas estava baixa e conteúdo de células brancas do sangue — elevado. Sintomas semelhantes podem ser sinais de várias doenças, incluindo câncer, inflamação dos pulmões e algumas doenças do sangue.

Em seguida, o misterioso assassinato de Alexander Litvinenko, que morreu em Londres em 2006 no resultado de um envenenamento químico com polônio-210. Serviços especiais a terem feito isso ficaram desconhecidos, mas Litvinenko morreu subitamente de uma forma progressiva de câncer que havia atingido órgãos vitais. Outro caso típico é o envenenamento do ex-presidente ucraniano, Viktor Yushchenko com dioxina de alta pureza, que foi produzida no laboratório fora da Rússia. Aliás, este veneno provoca o cancro do trato nasal e respiratório.

Observe-se também que durante a invasão no Iraque e no Afeganistão, os EUA testaram uma série de novas armas. Por exemplo, armas de microondas que operam de acordo com o princípio de forno de microondas convencional, mas suas ondas são direcionadas de forma de um feixe estreito, e o raio de ação é muito mais amplo. Além de efeitos cancerígenos têm um outro, não menos terrível. Eles aquecem a água contida nas células da pele e do espaço intercelular. Este efeito não mata seres humanos, mas causa grande dor, semelhante a de queimaduras. Os sintomas são muito semelhantes aos sintomas de um ataque cardíaco do qual o presidente Néstor Kirchner morreu repentinamente na véspera da nomeação à presidência.

Recordemo-nos também da WikiLeaks a informar que em 2008 a CIA pediu sua embaixada no Paraguai (Fernando Lugo!) para ela coletar todos os dados biométricos, incluindo o DNA de todos os quatro candidatos à presidência. Conhecendo o código do DNA, é fácil desenvolver um oncogene para cada indivíduo. Assumido esses dados serem obtidos na véspera das eleições no Brasil, o câncer de Dilma Rousseff em 2009 bem se encaixa nessa teoria conspirativa.

Tendo parcialmente perdido a sua influência na América Latina, os EUA podem ter encontrado uma maneira muito mais fácil e mais barata para se livrar dos indesejados “parceiros”. Por algum tempo a radiação alfa, ondas eletromagnéticas ou produtos químicos podem causar o câncer desenvolvendo. Usando a experiência adquirida, a CIA testou novas armas entre os líderes progressistas e revolucionários da América Latina.

A economia dos EUA está passando por um acidente não diferente do que o da Grécia, e mantém-se à tona apenas por poderem ligar a máquina de imprimir dinheiro. No entanto, o Departamento de Estado já não pode dominar em todos os lugares pela força militar requerendo grandes quantidades de dinheiro a mantê-la. Portanto, é lógico supor que eles encontraram novos métodos rápidos e baratos para a destruição eficaz de inimigos. A vantagem mais importante destes métodos é que não deixam vestígios, disfarçado de oncologia ou um ataque cardíaco e eliminam a possibilidade de exposição direta e responsabilidade jurídica.

* Fontes:
http://port.pravda.ru/mundo/06-01-2012/32721-ciacancer-0/

http://www.guardian.co.uk/world/us-embassy-cables-documents/147040

* Outras informações:
http://forum.antinovaordemmundial.com/Topico-c%C3%A2ncer-uma-arma-secreta-da-cia

Evo Morales tem ‘problema de saúde complicado’

Quarta-feira, 3 de Abril de 2013

Agência ANSA / UOL - 01/04/2013

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LA PAZ, 1 ABR (ANSA) - O presidente da Bolívia, Evo Morales, cancelou hoje sua agenda oficial devido a um “problema de saúde complicado” relacionado ao “sistema respiratório”, informaram autoridades.

O vice-presidente Álvaro García Linera explicou que “os médicos o obrigaram a ficar em casa” e que ele deve passar “por tratamentos para melhorar e recuperar sua saúde”, como publicou a Agência Boliviana de Informação (ABI).

Linera, no entanto, não especificou qual seria a doença, apenas que exames detectaram “um problema de saúde complicado”, relacionado ao sistema respiratório.

O vice-presidente ainda disse acreditar na recuperação de Morales e que ele deve voltar a suas atividades normais ainda nesta semana.

* Fonte:
http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/ansa/2013/04/01/evo-morales-tem-problema-de-saude-complicado.htm

Armas genéticas podem ser usadas para eliminar líderes mundiais?

Segunda-feira, 18 de Março de 2013

Gizmodo - 25/10/2012

Na edição desse mês da Atlantic, há uma teoria interessante numa matéria sobre guerra biológica. A partir dos avanços na decodificação do genoma e das últimas revelações de que qualquer material que contenha o DNA de um presidente é frequentemente destruído e que Hilary Clinton pediu amostras de DNA de líderes estrangeiros, a revista propõe a ideia de que o próximo passo da guerra biológica será o desenvolvimento de bioagentes personalizados, feitos para atacar certas fitas de DNA: as dos líderes mundiais.

O texto é bem especulativo, mas faz um bom apanhado de desenvolvimentos recentes que, juntos, dão vários motivos lógicos para que, no futuro, isso realmente ocorra:

- Crescimento na habilidade de decodificar genoma: Em 1998, decodificar um genoma humano custava 300 milhões de dólares e levava dois anos. Hoje, o preço caiu para US$ 1000, e o prazo não passa de alguns dias. Em alguns anos, poderá custar 500 pratas e levar alguns MINUTOS. Craig Venter, o mesmo homem que decodificou o genoma humano, criou um cromossomo sintético capaz de se replicar. Os meios para a destruição já existem.

- Crowdsourcing: Você não precisa mais ser um PhD para hackear uma arma biológica. Dá para partir de um monte de informações que já estão disponíveis na rede ou de bancos de sequências de genes disponibilizadas por projetos públicos anteriores. Depois de hackear um genoma, é muito fácil de imprimi-lo num laboratório de DNA.

- Baixo custo da tecnologia: Dá para comprar toda tecnologia necessária para fabricar, sequenciar e desenvolver um modelo de genoma por menos de US$ 10.000.

- Crescimento do mercado negro digital: Criminosos já sabem usar a internet em benefício próprio tanto quanto pesquisadores e corporações. Armas e drogas podem ser facilmente compradas pela internet. Se o genoma de um líder mundial vazasse, seria difícil conter a circulação da informação.

- Dificuldade de defesa: mesmo com métodos para prevenir o vazamento de informações, a durabilidade do DNA permite que um malfeitor encontre material genético coletado no passado e decodifique. Ou o governo pode começar a coletar material genético muito antes da pessoa se tornar um ator importante no cenário internacional.

A matéria é bem mais longa que isso. Nós apenas passamos pela superfície da guerra biológica. O futuro é muito mais pavoroso que isso. Leia o resto da matéria no link abaixo:

http://www.theatlantic.com/magazine/archive/2012/11/hacking-the-presidents-dna/309147/?single_page=true

* Fonte:
http://www.gizmodo.com.br/armas-geneticas-podem-ser-usadas-para-eliminar-lideres-mundiais/

* Outras informações:
http://forum.antinovaordemmundial.com/Topico-c%C3%A2ncer-uma-arma-secreta-da-cia

Resgate da classe média protagoniza discurso de Obama no Congresso

Quarta-feira, 13 de Fevereiro de 2013

Agência EFE / Portal Terra - 13/02/2013

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[Foto: AP]

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, lembrou nesta terça-feira aos americanos, em seu discurso sobre o Estado da União perante o Congresso, mais ação para impulsionar o crescimento econômico, resgatar a classe média e tornar realidade uma agenda progressista. Obama disse que, “juntos”, superaram a crise e que hoje o país “é mais forte” para enfrentar os desafios pendentes.

“Após anos de recessão sufocante”, as empresas dos EUA criaram mais de seis milhões de novos empregos e, “após uma década de guerra”, os homens e mulheres militares “estão retornando para casa”, ressaltou Obama ao iniciar um discurso centrado na economia e na defesa da classe média.

O mandatário democrata anunciou que 34 mil militares retornarão do Afeganistão no prazo de um ano, até o próximo mês de fevereiro, e reiterou que a guerra no país asiático terminará, como está previsto, no final de 2014.

O líder americano disse ainda que promulgará “imediatamente” uma reforma migratória integral se o Congresso a aprovar nos próximos meses. Obama prometeu mais transparência nos esforços antiterroristas do seu governo, mas também sustentou que “quando for necessário” seguirá tomando “ações diretas” contra aqueles que forem uma ameaça para seus compatriotas, e ressaltou a união de forças dos americanos para uma reforma sobre as armas.

A “tarefa pendente” após a retirada dos “escombros da crise” é alcançar um governo não maior, mas “mais inteligente”, que “trabalhe em nome da maioria, não de alguns poucos”, manifestou o presidente.

“Uma economia em crescimento que crie bons empregos para a classe média: essa deve ser a estrela polar a guiar nossos esforços”, ressaltou ao alertar que os lucros empresariais “dispararam ao seu máximo, enquanto há mais de uma década os salários e a renda quase não se movimentaram”.

Obama expressou o desejo de que “a próxima revolução industrial seja feita nos EUA”, ao anunciar a criação de três novos centros de inovação para que o país seja “um ímã para novos empregos”.

Além disso, pediu ao Congresso que aprove uma alta do salário mínimo progressivamente até US$ 9 por hora em 2015, frente aos US$ 7,25 atuais, e marcou o objetivo de erradicar a pobreza extrema no mundo nas próximas duas décadas, com o compromisso de começar a trabalhar para cumpri-lo.

Para o crescimento da classe média, os americanos “devem ter acesso à educação e à capacitação que exigem os empregos hoje em dia”, argumentou Obama ao propor mais investimentos para ampliar o acesso a programas pré-escolares de “alta qualidade”.

O presidente também pressionou os congressistas “a deixar os interesses partidários de lado” e trabalhar “por um orçamento que substitua os cortes insensatos com economias inteligentes e sábios investimentos no futuro”.

A redução do déficit público em que democratas e republicanos estão há meses emperrados “não é por si só um plano econômico”, advertiu Obama ao reiterar a necessidade de uma reforma do sistema tributário e de alguns programas sociais.

A Constituição “não nos transforma em rivais pelo poder, mas em parceiros pelo progresso”, disse Obama, citando John F. Kennedy, no início do seu discurso para dar ênfase à necessidade de atuar em muitos temas, o que ele está disposto a fazer.

Fim da guerra no Afeganistão

O presidente dos Estados Unidos anunciou o retorno de milhares de soldados do Afeganistão no prazo de um ano e reiterou que a guerra no país asiático terminará no final de 2014.

“Na primavera (do hemisfério norte), nossas forças se deslocarão para um papel de apoio, enquanto as forças de segurança do Afeganistão assumirão a liderança”, disse Obama. O líder também prometeu que “os EUA encerrarão a sua missão no Afeganistão” e que será alcançado o objetivo “de derrotar o núcleo da Al-Qaeda”: “hoje, a organização que nos atacou em 11 de setembro de 2001 é uma sombra do que era”, sustentou em referência à Al-Qaeda.

O número de soldados dos EUA no Afeganistão alcançou o seu máximo com um total de 100 mil e atualmente está em 66 mil, que fazem parte da missão da Otan nesse país, prevista para ser encerrada no final de 2014.

“Além de 2014, perdurará o compromisso dos EUA em alcançar um Afeganistão unificado e soberano, mas a natureza do nosso compromisso mudará”, comentou Obama.

O presidente americano detalhou que está sendo negociado um acordo com o governo afegão para após 2014, focado “em duas missões: capacitar e equipar as forças afegãs para que o país não caia novamente em um caos e também que permitam perseguir os demais membros da Al-Qaeda e seus filiados”.

Armas, política externa e terrorismo

O mandatário disse ainda que desta vez o debate sobre o controle das armas “é diferente”, porque uma “arrasadora maioria” dos americanos “uniu forças” em torno de reformas “de bom senso”. As propostas do governo, de senadores e das autoridades policiais para reduzir a violência causada pelas armas “merecem um voto”, ressaltou Obama ao pedir urgência ao Congresso na aprovação de novas leis a respeito.

“As famílias de Newtown merecem um voto. As famílias de Aurora merecem um voto. As famílias de Oak Creek, Tucson, Blacksburg e de uma infinidade de outras comunidades marcadas pela violência armada, todas merecem um simples voto”, ressaltou Obama citando várias das tragédias recentes causadas pelas armas no país.

O presidente dos Estados Unidos prometeu mais transparência nos esforços antiterroristas do seu governo, mas também sustentou que “quando for necessário” seguirá tomando “ações diretas” contra aqueles que forem uma ameaça para seus compatriotas.

“Minha administração se esforçou incansavelmente para criar um marco jurídico e político durável que guie as nossas operações antiterroristas”, explicou Obama. Além disso, o presidente detalhou que seu governo manteve o Congresso “plenamente informado” sobre os seus esforços nessa questão.

“Seguirei trabalhando com o Congresso para garantir não só que nossa seleção de objetivos, detenção e processo de terroristas se mantenha consistente com nossas leis e sistemas de controle, mas também que nossos esforços sejam ainda mais transparentes perante o povo americano e o mundo”, prometeu.

A “ameaça” representada pelos grupos extremistas e filiados à Al-Qaeda da Península Arábica até a África “está evoluindo”, advertiu Obama. Para fazer frente a eles “é preciso ajudar países como Iêmen, Líbia e Somália para que possam ocupar-se de sua própria segurança e ajudar os aliados que brigam contra os terroristas, como fizemos no Mali”, avaliou.

“E, quando for necessário e usando uma ampla categoria de capacidades, continuaremos tomando ações diretas contra aqueles terroristas que representam a ameaça mais séria contra os americanos”, apontou Obama.

Sobre a política externa, o presidente dos Estados Unidos prometeu que haverá “medidas firmes” em resposta às ameaças nucleares da Coreia do Norte, assim como o compromisso de fazer “o necessário” para impedir que o Irã obtenha uma arma atômica.

Obama também confirmou que os EUA negociarão com a Rússia “para obter mais reduções” dos seus respectivos arsenais nucleares e adiantou o lançamento das negociações com a UE para uma zona de livre comércio transatlântica, embora não tenha dado mais detalhes.

Obama promete “medidas executivas” para combater mudança climática

Barack Obama prometeu que tomará “medidas executivas” para enfrentar a mudança climática se o Congresso não agir. “Pelo bem dos nossos filhos e do nosso futuro, temos que fazer mais para combater a mudança climática”, ressaltou o presidente em seu discurso perante o Congresso.

Obama destacou que 12 dos últimos 15 anos foram os mais quentes da história, segundo os especialistas, e lembrou a tempestade Sandy, que castigou a costa nordeste dos EUA em outubro passado e a seca “mais severa em décadas” sofrida pelo país há alguns meses.

“Podemos optar por acreditar que esses fenômenos foram simplesmente uma infeliz casualidade, ou então podemos optar por acreditar no julgamento contundente da ciência e tomar medidas antes que seja tarde demais”, advertiu.

Assim, o presidente exortou o Congresso “a buscar uma solução para a mudança climática de caráter bipartidária”. “Mas, se o Congresso não tomar medidas em breve para proteger as gerações futuras, eu o farei”, acrescentou Obama, que indicou que nesse caso adotará “medidas executivas” para “reduzir a poluição”, preparar as comunidades para as consequências da mudança climática “e agilizar a transição para fontes de energia mais sustentáveis”.

Obama diz que vai assinar reforma migratória assim que Congresso a aprovar

O presidente americano também prometeu que promulgará “imediatamente” uma reforma migratória integral se o Congresso a aprovar nos próximos meses. “Enviem-me um projeto de lei para uma reforma migratória integral nos próximos meses e eu a assinarei imediatamente”, disse Obama durante o seu discurso sobre o Estado da União.

O líder americano, cujo discurso se centrou na defesa da classe média, assinalou que o fortalecimento da economia passa por aproveitar “o talento e o engenho dos imigrantes que se esforçam com esperança”.

Obama destacou que uma “verdadeira” reforma migratória integral equivale ao avanço da segurança fronteiriça, algo que seu governo fez mediante o maior deslocamento de agentes na fronteira na história dos EUA e uma redução dos cruzamentos ilegais para seus níveis mais baixos em 40 anos.

Essa reforma, continuou, também deve estabelecer “uma via responsável” que permita aos imigrantes ilegais “ganhar” a eventual cidadania americana.

Para obter a legalização e a eventual cidadania, advertiu Obama, os imigrantes ilegais deverão submeter-se a uma revisão de antecedentes penais, pagar impostos e uma multa “substancial”, aprender inglês e “colocar-se no final da fila” dos que tentam emigrar aos EUA de forma legal.

Além disso, essa reforma deve corrigir o sistema de imigração legal de modo que se reduza a demora nos trâmites, “se diminua a burocracia” e o país atraia empreendedores com alta capacidade de trabalho e engenheiros que “ajudem a criar empregos e elevar nossa economia”.

Obama assinalou que a reforma migratória integral conta com o respaldo de líderes do setor privado, dos sindicatos, de agências policiais e comunidades religiosas.

* Fonte / Fotos / Vídeos:
http://noticias.terra.com.br/mundo/estados-unidos/obama-juntos-saimos-da-crise-e-hoje-nossa-uniao-e-mais-forte,327c8c2804fcc310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html

Prefeitura do Rio retoma parceira com Cacique Cobra Coral

Quarta-feira, 23 de Janeiro de 2013

Jornal O Dia - 22/01/2013

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O Rio de Janeiro vive um período de chuvas insistentes e incertezas meteorológicas nos últimos dias. Na tentativa de voltar a ver o sol brilhar, a Prefeitura do Rio firmou, na última sexta-feira, a renovação do contrato com a Fundação Cacique Cobra Coral (FCCC).

De acordo com o município, o convênio técnico-científico não tem nenhum custo para os cofres públicos. Consta no Diário Oficial, no entanto, que a Prefeitura negou a inscrição da entidade para participar de projetos da Secretaria de Desenvolvimento Social. Apesar disto, a FCCC afirma que trata-se de uma outra instituição.

“Nunca nos inscrevemos nem participamos de quaisquer projetos sociais. Já fomos, inclusive, procurados por vereadores na intenção de ajudar a instituição e foi agradecida a intenção, mas declinamos”, afirmou o porta-voz Osmar Santos.

De acordo com o site oficial da FCCC, a fundação é orientada pelo Cacique Cobra Coral, “espírito que teria sido de Galileu Galilei e Abraham Lincoln”

A instituição é comandada pela médium Adelaide Scritori, que afirma ter o dom de controlar o tempo. A parceria havia sido rompida, como foi anunciado no último dia 13, porque a Prefeitura deixou de entregar documentos sobre os serviços prestados em 2012 no prazo previsto.

* Fonte:
http://odia.ig.com.br/portal/rio/prefeitura-retoma-parceira-com-cacique-cobra-coral-1.538658

Gorbachev e líderes mundiais vão à Conferência do Estoril em Portugal discutir a Nova Ordem Mundial

Sexta-feira, 18 de Janeiro de 2013

Jornaldenegocios.pt / Cofina.pt - 09/01/2013

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O arquiteto da perestroika, o conjunto de reformas que conduziu ao fim da União Soviética, será assim uma das principais atrações destas conferências, organizadas de dois em dois anos pela Câmara de Cascais. Mikhail Gorbatchev vai participar num painel sobre uma “Nova Ordem Global”, no dia 2 de Maio.

O polémico primeiro-ministro húngaro Viktor Orbán, que tem sido acusado de cercear um conjunto de liberdades, como a de imprensa, no país que governa, vai discursar num dos últimos painéis, no dia 3 de Maio, onde terá a companhia de Frederik de Klerk, ex-presidente da África do Sul e um dos obreiros do fim do “apartheid”, em conjunto com Nelson Mandela.

O sociólogo britânico Anthony Giddens já tinha sido anunciado como um dos oradores. Hoje, a organização do evento adiantou novos nomes. No rol de convidados estão ainda a líder do PP espanhol em Madrid, Esperanza Aguirre, o Nobel da Economia em 2010, Christopher Pissarides, o líder do banco britânico Lloyds, António Horta Osório ou a conselheira do Fundo Monetário Internacional, Estela Barbot.

A edição deste ano será muito virada para o tema do crescimento e emprego, explicou o presidente da Câmara de Cascais, Carlos Carreiras. Nas duas anteriores edições participaram nas conferências cerca de três mil pessoas, mais de 300 jornalistas de várias nacionalidades e cerca de 100 oradores. Entre os principais convidados das anteriores edições estão o ex-primeiro-ministro britânico Tony Blair, os dois Nobel da Economia Joseph Stiglitz e Paul Krugman e ainda Francis Fukuyama e Dominique de Villepin.

Soluções locais para problemas globais

As Conferências do Estoril são uma aposta do município de Cascais, que tem como linha estratégica atingir o desenvolvimento através “da captação de conhecimento e talento”, aproveitando para enquadrar estas conferências “do local para o global”, explicou o autarca Carlos Carreiras na apresentação que foi feita esta manhã aos jornalistas.

O vice-presidente Miguel Pinto Luz mostra ambição. “Queremos, desde um pequeno ponto do mundo, ser ‘policy-makers’, apresentar soluções para os problemas do mundo”, destacou. “Cascais tem uma vocação, desde a II Guerra Mundial, de ser um ‘melting pot’ cultural [mistura de várias culturas] - acolhemos a realeza, espiões, entre outros”, destacou Pinto Luz. O objetivo é continuar essa diversidade através destas conferências, aproveitando para promover a marca Estoril.

Este ano vai haver ainda uma espécie de “Ted Talks”, discursos motivacionais com duração máxima de 45 minutos. Uma dessas “Glotalks”, precisamente dedicada ao tema do Crescimento e Emprego, estará a cargo de Hans Rosling, médico e académico sueco eleito pela “Time” como uma das 100 pessoas mais influentes do mundo em 2012. O editor de banca do “Financial Times”, Patrick Jenkins, estará presente na mesma conferência de Horta Osório.

* Fonte:
http://www.jornaldenegocios.pt/

* Título original da matéria: “Gorbachev e Viktor Orbán vão às conferências do Estoril em Maio”.

A 25 dias do “fim do mundo”: para prefeito, Brasil não está preparado

Segunda-feira, 26 de Novembro de 2012

Portal Terra - 26/11/2012

Na Serra Gaúcha, o prefeito de São Francisco de Paula, a 110 km de Porto Alegre, não se acanha em falar sobre o calendário maia e as supostas repercussões planetárias que ocorreriam a partir do dia 21 de dezembro de 2012. Pelo contrário: prefeito pela terceira vez na cidade, Décio Antônio Colla acha importante informar e alertar a população sobre as catástrofes que estão por vir. De acordo com o mandatário, a cidade, por estar a 900 m acima do nível do mar, já está servindo como refúgio para quem teme tsunamis.

O prefeito não gosta da expressão “fim do mundo”. Mas tsunamis são apenas parte do cenário de destruição que se aproxima, segundo ele. Completam a lista: aquecimento global, erupções de grandes vulcões, “cinturão de fótons” e ventos solares. “Eu acredito que o ser humano tem uma consciência imortal, que nós estamos evoluindo, aprendendo. A Terra é uma energia materializada, e energia nunca se perde. Nós temos que acreditar nessa consciência imortal. Não adianta ter medo e sofrer. Precisamos colocar nas mãos de Deus e nos precaver”, explica.

Por isso, o prefeito recomendou à população da cidade que fizesse reserva de lenha, fósforos, velas, lampiões e um pouco de alimento e água. “Quando eu alertei meu povo, foi para informá-lo dos fatos que eu sabia e hoje todos sabem, porque está na internet e na TV. Eu fiz o alerta para que eles não sofressem ou sofressem menos”, justifica.

Por outro lado, enquanto Colla orienta a população de São Francisco de Paula, ele alega que o Brasil não está preparado para as alterações planetárias. “O Brasil não está preparado para nada. O Brasil só pensa em Copa do Mundo. Os governos não têm interesse em se prevenir”, reforça.

Confira a seguir a entrevista completa com o prefeito:

Terra - Em março, foram veiculadas notícias sobre suas orientações à população, para que eles se preparassem para o fim do mundo. Você ainda acha que o mundo vai acabar?

Décio Antônio Colla - Eu nunca usei a expressão “fim do mundo” - a mídia é que usou. Eu acredito na evolução física e espiritual do ser humano. O que eu fiz foi alertar o meu povo para esses riscos e essas possibilidades que nós já conhecemos hoje, que são veiculadas na internet e na TV. Uma série de informações: Cinturão de fótons, ventos solares, entre outros. Eu apenas alertei o meu povo para essas possibilidades. E no dia 21 de dezembro, não quer dizer que vai acontecer tudo junto. Mas é nessa data que o cinturão de fótons vai estar mais perto. É nessa data também que acontece o alinhamento com o sol central, na data prevista pelo calendário Maia: dia 21 de dezembro. O que se percebe hoje são alterações planetárias. O metrô e as ruas de Nova York nunca estiveram debaixo da água, como agora, assim como a cidade de Veneza. Ou seja, está acontecendo uma série de coisas. Quando os ventos solares emitirem as descargas magnéticas, nós vamos sentir muito. O sol de agora não é o mesmo de 10 anos atrás. Tudo isso que está acontecendo são alterações importantes.

Terra - Que grandes catástrofes estão para acontecer?

Colla - Nós temos duas “bombas” prestes a explodir. A primeira é o aquecimento global, que não é culpa só do homem. O centro de Terra está ficando mais quente. E nós temos dois grandes vulcões, terríveis, um em Yellowstone e o outro nas Ilhas Canárias. Se esse último entrasse em erupção, seria o fim das nossas praias. Milhares de pessoas poderiam morrer se essas “porcarias” explodissem.

Terra - De onde vem essa sua convicção? Você estudou esses fenômenos?

Colla - Eu acredito que o ser humano tem uma consciência imortal, que nós estamos evoluindo, aprendendo. A Terra é uma energia materializada, e energia nunca se perde. Sobre as minhas convicções, se vocês fossem entrevistar astrofísicos, eles pensariam da mesma forma, e vocês ficariam até com mais medo. Pessoas podem, sim, morrer com as catástrofes. Mas nós não podemos incutir medo nas pessoas, isso só leva à dor. Nós temos que ter consciência clara das possibilidades - não devemos nos preocupar. A gente se preocupa pelo apego, pelo egoísmo. “Ai, vou perder a minha casa na praia, as pessoas que eu amo”. Nós temos que acreditar nessa consciência imortal. Não adianta ter medo e sofrer. Precisamos colocar nas mãos de Deus e nos precaver. Quando eu alertei meu povo, foi para informá-lo dos fatos que eu sabia e hoje todos sabem, porque está na internet e na TV. Eu fiz o alerta para que eles não sofressem ou sofressem menos.

Terra - Você acredita que o Brasil está preparado para essas alterações planetárias?

Colla - O Brasil não está preparado para nada. O Brasil só pensa em Copa do Mundo. Quando está quente, as pessoas acham bom, porque vai ter praia no final de semana. Os governos não têm interesse em se prevenir. Outros países estão se preparando para o que está por vir. Mesmo assim, essa preparação é só para a elite ou para quem sabe dos fatos, não para as grandes massas.

Terra - No início do ano, o senhor orientou a população a estocar comida. Você também está se precavendo nesse sentido?

Colla - Eu prefiro não falar, por questão de segurança pessoal.

Terra - Mas você ainda orienta a população para estocar comida?

Colla - Sempre orientei, e não só comida. Aqui a gente usa fogão à lenha, eu falo para as pessoas que elas devem ter lenha, fósforos, velas, lampiões e um pouco de alimento e água. Com os supermercados, fica mais fácil, porque eles acabam sendo a nossa reserva de comida.

Terra - Por estar 900 m acima do nível do mar, São Francisco de Paula serve como refúgio para possíveis catástrofes? Há quem procure a cidade por esse motivo?

Colla - Muita gente procurou a cidade. O valor dos terrenos subiu bastante por causa disso. O nosso litoral corre sérios riscos. Por isso, as pessoas procuram por cidades mais altas, na Serra Gaúcha, por acharem que é mais seguro, no caso de um tsunami.

Terra - Você tem mais alguma recomendação ou mensagem para a população?

Colla - Eu gostaria de dizer que o povo deve estar alerta. A orientação que eu passei para a população demonstra a preocupação do prefeito de uma pequena cidade que está apenas preocupado com o seu povo. Eu fiz o alerta para eles não sofrerem com a falta de luz, de água ou com outros problemas que possam surgir. A minha função e a de vocês (da mídia) é divulgar informações, mas não causar o medo.

* Fonte:
http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI6331137-EI238,00-A+dias+do+fim+do+mundo+para+prefeito+Brasil+nao+esta+preparado.html

* Comentário: Estou publicando matérias e notícias de todos os tipos sobre o suposto “fim do mundo” para que você, leitor, com todas estas informações tire suas próprias conclusões.