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EUA têm “governo sombra”, diz ex-subsecretária de Bush pai

Quarta-feira, 28 de Agosto de 2013

MSIA.org.br - 17/08/2013

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Catherine Austin-Fitts foi subsecretária de Habitação no início do governo de George Bush pai. Oriunda da diretoria do banco de investimentos Dillon, Read & Co. (posteriormente incorporado pelo suíço UBS), era responsável pela Administração Federal de Habitação (FHA), então o maior fundo de seguros hipotecários do mundo. Em 1990, foi demitida, depois de ter deparado com um vasto sistema de desvio de recursos para o chamado “orçamento negro” (black budget), destinado ao desenvolvimento de projetos de inteligência e tecnológicos sem supervisão do Congresso. Na iniciativa privada, foi uma das primeiras a advertir sobre a expansão da bolha hipotecária que deflagrou a crise de 2007-2008, e tem denunciado sistematicamente as fraudes que ocorrem rotineiramente no sistema financeiro encabeçado pelo Sistema da Reserva Federal, inclusive, a sua estreita vinculação com o tráfico internacional de drogas e outras atividades ilícitas. Em recente entrevista ao jornalista econômico alemão Lars Schall, postada no sítio deste, em 1º de agosto, ela proporciona uma autêntica aula magna sobre a existência e o funcionamento de uma estrutura de governo mundial, que opera, principalmente, nos EUA e na Europa, à qual chama o “governo sombra” (shadow government).

Provocada sobre o fato de que as suas denúncias lhe têm garantido numerosas acusações de ser uma “teórica da conspiração”, devolveu:

Bem, a coisa é que temos uma realidade oficial e a realidade, são duas coisas diferentes… O meu entendimento do mundo emergiu de trabalhar em Wall Street e para o governo. Eu passei vários anos em disputas judiciais com o governo federal e a minha experiência pessoal é a de que o mundo é movido por decisões quietas tomadas silenciosamente em vários grupos e, em seguida, implementadas dessas maneiras – é assim que o mundo funciona, este é o princípio organizacional básico… A linha divisória de classes, nos EUA de hoje, é entre as pessoas que criam, administram e se engajam no que alguns chamam conspirações, enquanto todo o restante é treinado para ser incapaz de fazer o mesmo, porque esta é a base do poder versus a impotência. Então, eu venho de um mundo onde ser capaz de se reunir com outras pessoas, organizar planos, implementar estes planos e fazer isto silenciosa e secretamente, é a base do exercício e do acúmulo de poder mundial. Por isso, quando eu ouço pessoas sendo depreciativas sobre as conspirações, no mundo em que me criei, isto representa, simplesmente, um sintoma de que elas concordaram em ser impotentes e fazer disto um distintivo de honra.

Segundo ela, tais grupos de poder configuram um “governo sombra”:

A coisa contra a qual estamos lutando é que não é realmente claro qual é o sistema de governança no planeta Terra e como ele funciona. O que sabemos é que as nações soberanas têm o poder de cobrar impostos e grandes orçamentos. A realidade é que essas nações soberanas não estão no controle e não estão dirigindo as coisas… Eu acho que o sistema de governo é, na melhor das hipóteses, obscuro e, na minha experiência de trabalho como funcionária governamental, as decisões são tomadas fora do governo e transmitidas ao governo. O governo trabalha para o “governo sombra”… O que estamos presenciando é uma grande centralização de controle político, e parte disto é que a tecnologia permite esse tipo de consolidação fantástica em lugares centralizados. (…)

A propósito das estreitas vinculações entre o sistema financeiro e o aparato de inteligência que foi exposto pelas recentes denúncias sobre a Agência de Segurança Nacional (NSA) estadunidense, afirmou:

Primeiro, lembre-se que, no mundo desenvolvido, nós temos aliados que tanto competem como cooperam entre si. É muito ruim para os negócios deixar os nossos aliados saberem que, basicamente, você está praticando golpes sujos contra eles, no jogo da guerra econômica. Esta é uma realidade particularmente desconfortável para os EUA, porque eu acho que os estadunidenses têm sido muito bons nesse jogo. Segundo, agora, nós temos um sistema financeiro que é muito dependente de um sistema de gerenciamento dos mercados. A NSA e os sistemas de vigilância correlatos já estão muito além, eles não são mais uma maquinaria para treinamento de insiders para a guerra de equipamentos, eles se tornaram algo muito mais pró-ativo. Eles estão descobrindo como gerenciar os mercados, de uma forma ampla e geopoliticamente. Então, temos agora algo que está inventando os mercados, inventando a economia e direcionando a economia… Passamos de uma máquina de vigilância para uma máquina de manipulação dos mercados e para uma máquina de criação de mercados. (…)

Para os que ainda mantêm ilusões sobre o funcionamento “livre” dos mercados financeiros, ela as desfaz com um balde de realidade fria, ao responder uma pergunta sobre os intercâmbios de informações privilegiadas (insider trading) entre bancos e agências de inteligência:

(…) Neste exato momento, o governo federal tem como seu depositário a Reserva Federal de Nova York. Então, você tem um banco privado que é o banqueiro do governo e, essencialmente e de várias maneiras, controla as contas do governo. Agora, este banco central está imprimindo papel e ninguém irá pegar este papel, a menos que as Forças Armadas dos EUA garantam que todos farão isto. Então, estamos falando de um híbrido que é bastante integrado em uma única coisa. A Reserva Federal de Nova York representa, na realidade, os seus bancos membros, que atuam como agentes e, por intermédio da Reserva, estão gerenciando o Fundo de Estabilização de Câmbio, que é a mãe de todos os fundos para operações encobertas e fundos de intervenção nos mercados, mas também estão implementando diretrizes de segurança nacional no mercado… Então, essas agências e instituições estão atuando juntas, como se fossem um único cartel. Isto vai muito além de informações privilegiadas… O que eles criaram, pelo menos nos EUA, é uma maquinaria de colheita. Os EUA têm 3.100 condados e o que temos é uma maquinaria que cultiva cada um deles para uma variedade de propósitos governamentais e do orçamento negro. Em muitos condados, a economia é projetada para gerar dinheiro para o orçamento negro, mais do que para otimizar a economia.

Não obstante, para Austin-Fitts, a crise global representa uma oportunidade, pois

estamos atravessando um extraordinário período de mudanças… Estamos deixando de ser divididos entre desenvolvidos e não-desenvolvidos e entrando numa economia mais mundial. Este reequilíbrio é uma mudança bastante significativa… Estamos mudando o nosso modelo. No mundo desenvolvido, nós dizíamos, basicamente, vamos ser democracias, mas vamos financiar as nossas democracias percorrendo o planeta, matando todo o resto e pegando baratos os seus recursos naturais. Agora, temos que converter-nos num modelo em que o que for feito a um será feito a todos, e isto é parte desse reequilíbrio, acho que é uma grande mudança.

Embora sem proporcionar detalhes, ela comenta ter deparado, em suas investigações, com o desenvolvimento encoberto de tecnologias de propulsão espacial muito mais avançadas do que as oficialmente reconhecidas como sendo o estado da arte dos EUA:

A maneira em como me interessei no programa espacial foi que eu estava seguindo as pistas de fraudes e extraordinárias quantidades de dinheiro que desapareciam dos programas de hipotecas do governo federal e desaparecendo do [Departamento do] Tesouro. Isto me levou a investigar o orçamento negro. Mas quando você começa a investigar o orçamento negro, o que você começa a compreender é que a primeira história de cobertura para ele é a incompetência e a segunda, a corrupção. Porque, de fato, estamos falando de um processo institucionalizado de desviar dinheiro da economia aberta, seja no nível governamental ou nas comunidades, por meio do crime organizado e coisas como as fraudes com hipotecas – e estamos falando de dinheiro numa escala enorme. Não estamos falando de Ferraris e contas em paraísos fiscais para parceiros de Wall Street, estamos falando de trilhões e trilhões de dólares que estão indo para algum lugar. Na medida em que comecei a estudar o orçamento negro e para onde o dinheiro estava indo, numa escala extraordinária, comecei a investigar os diferentes relatos sobre a construção de instalações subterrâneas e a construção de naves espaciais que funcionam como dizem que os funcionam os OVNIs [objetos voadores não-identificados]. (…)

(…) Então, essas tecnologias estão sendo desenvolvidas há algum tempo e um dos nossos desafios, como planeta, é que existe uma enorme divisão na população, entre pessoas que estão avançando rapidamente, fazendo coisas de tecnologia muito avançada, inclusive, por meio do orçamento negro, e uma população muito maior que, se está fazendo algo, está reduzindo as suas habilidades, inteligência e capacidade de lidar com tecnologias avançadas.

Ao final, Schall pediu à ex-subsecretária para apontar os desafios mais importantes para a humanidade, dos quais a grande maioria das pessoas não estaria ciente:

Nos últimos quinhentos anos, temos estado no que [o investidor e analista financeiro] James Turks chama de “modelo centralbanquista-belicista”. Os bancos centrais imprimem dinheiro e os militares se asseguram de que todo mundo fique com ele. Parte disto, como dissemos, era que os colegas no mundo desenvolvido iam ao mundo não desenvolvido e roubavam o que precisavam para mover as suas economias. Agora, teremos que ter um modelo muito mais integrado globalmente. Ou iremos praticar globalmente a não-violação ou não sei o que será. Isto será uma coisa grande para a gente do mundo desenvolvido, se converter, literalmente, para um modelo em que o mesmo conjunto de regras se aplique aos mercados desenvolvidos e emergentes.

Teremos que praticar globalmente a não-violação. Eu acho que um dos desafios mais importantes é uma grande evolução espiritual e cultural. Para mim, a maior oportunidade para o planeta é espiritual. A questão maior em cada sistema legal é quem o aplica. Se vamos nos mover para uma condição em que possamos manejar o tipo de tecnologias que discutimos, então, seremos convocados para fazer uma enorme mudança, de modo a termos o tipo de base espiritual e cultural que possa manejar essas tecnologias tão poderosas. E, na medida em que isto acontecer neste planeta, estaremos em condições de enfrentar uma série de riscos geofísicos, ameaças cósmicas e o que estiver ocorrendo no espaço exterior.

Então, eu diria que os nossos dois desafios mais importantes estão na ascensão espiritual e cultural, para estar à altura da tecnologia, inclusive, praticando globalmente a não-violação, na medida em que chegamos a uma cultura e uma economia muito mais integradas e, assim, atuar como uma sociedade é assumir as responsabilidades para interagir no espaço e entender e gerenciar os nossos riscos geofísicos, no contexto de toda a galáxia.

Evidentemente, ela não espera que tais mudanças ocorram automaticamente. Para finalizar, vejamos a sua “receita”:

A solução é que cada um de nós faça o que chamo “tomar posição” [”come clean”, no original]. Cada um de nós tem que mudar; em outras palavras, não precisamos esperar que as lideranças façam alguma coisa. Nós podemos, simplesmente, começar a mudar nós mesmos… A maneira como vamos construir o futuro é atraindo o que queremos. Vamos passar por uma enorme mudança e não há jeito de que possamos nos esconder num bunker, com nossa comida desidratada e moedas de ouro, e pensar que vai dar tudo certo. Temos que sair para fora, de um jeito ou de outro, e criar soluções.

Após deixar o Departamento de Habitação e Desenvolvimento Urbano, Austin-Fitts fundou o bem sucedido banco de investimentos Hamilton Securities Group, que foi forçado a fechar, em 1998, após uma feroz perseguição judicial movida pelo governo federal, com acusações que, posteriormente, se revelaram fraudulentas. Atualmente, dirige a Solari, empresa de consultoria de investimentos, e o sítio The Solari Report, no qual publica artigos, notícias jornalísticas e entrevistas, com foco na crise global e os esforços para a sua superação.

* Fonte:
http://www.msia.org.br/eua-tem-governo-sombra-diz-ex-subsecretaria-de-bush-pai/

Propaganda do Pão de Açúcar mostra símbolo ocultista Olho Que Tudo Vê

Segunda-feira, 27 de Maio de 2013

Fórum Anti-NOM - 25/05/2013

Uma propaganda da rede de supermercados Pão de Açúcar, veiculada recentemente na televisão, mostra o símbolo ocultista Olho Que Tudo Vê (”all-seeing-eye”).

Veja algumas imagens do vídeo:

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all_seeing_eye_olho_que_tudo_ve.png

* Fonte:
http://forum.antinovaordemmundial.com/Topico-novo-comercial-illuminati-do-p%C3%A3o-de-a%C3%A7ucar

* Informações sobre o símbolo Olho Que Tudo Vê:
http://www.tabernaculonet.com.br/luz.php?facho=t00136

Eike Batista contrata “consultora esotérica” para o grupo EBX

Segunda-feira, 6 de Maio de 2013

Radar On-Line / Veja - 06/05/2013

Eike Batista contratou uma “consultora esotérica” para tentar espantar o péssimo momento do grupo EBX.

O diagnóstico até agora é complexo: o sol, símbolo do grupo, estaria “girando para o lado errado”, ou seja, para o lado esquerdo. Assim, a comunicação visual da holding será trocada.

A moça, chamada no grupo de “consultora filosófica e psicológica”, andou pelo edifício-sede na segunda-feira passada para “carregar de energias positivas” os projetos do grupo. Na quarta-feira, chegou a viajar até o Porto do Açu, no helicóptero de Eike.

Para alguns diretores, a ação da “consultora” foi explicada como sendo um “diagnóstico cultural” do grupo – seja lá o que isso signifique.

Antes:
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Depois:
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Apenas uma semana depois da visita da consultora esotérica contratada por Eike Batista, o grupo EBX seguiu a receita dada pela moça – ou melhor, pelas forças superiores: troque-se a logomarca e o sol voltará a brilhar no balanço do grupo. Na sexta-feira, um comunicado interno explicou:

- A logomarca das empresas do grupo EBX passou por um ajuste.

E rogou aos funcionários que ninguém perca tempo:

- Na intranet você já encontra as novas logos e o arquivo para trocar a assinatura de e-mail. A colaboração de todos é essencial neste processo.

Para os olhos de um leigo, contudo, a mudança é praticamente imperceptível.

Então, ficamos combinados assim: os raios solares emitindo luz ao contrário têm o condão de fazer estragos bilionários nos resultados de um grupo empresarial.

* Fontes:
http://veja.abril.com.br/blog/radar-on-line/economia/eike-batista-contrata-consultora-esoterica-para-espantar-o-mau-momento-do-grupo-ebx/

http://veja.abril.com.br/blog/radar-on-line/economia/agora-vai-depois-de-diagnostico-de-consultora-esoterica-eike-batista-troca-logomarca-do-seu-grupo/#.UYe0eZJA-0g.facebook

EUA investigam cinco mortes relacionadas ao consumo de bebida energética

Quinta-feira, 11 de Abril de 2013

Reuters / Portal UOL - 23/10/2012

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A FDA, agência que controla a comercialização de alimentos e medicamentos nos Estados Unidos, anunciou nesta terça-feira (23) que vai investigar se cinco mortes no país estão relacionadas ao consumo de bebida energética. O órgão decidiu abrir o inquérito após receber a denúncia da mãe de Anais Fournier, que morreu em 23 de dezembro do ano passado após sofrer uma arritmia cardíaca.

Segundo o advogado da família de Maryland, a jovem de 14 anos teve uma parada cardíaca enquanto assistia a um filme na TV. Ela foi levada ao hospital inconsciente, mas morreu, segundo a autópsia, pelo excesso de cafeína no organismo que impediu seu coração de bombear sangue.

Anais tomou, em um período de 24 horas, duas latas grandes de 24-oz (cerca de 750 mililitros) que contêm cerca de 240 miligramas de cafeína cada - ou sete vezes mais a quantidade de estimulante da lata de 350 mililitros de refrigerante de cola.

Desde então, os pais tentam provar que a morte da sua filha está ligada ao consumo do energético Monster Energy Drink. Segundo eles, a empresa Monster Beverage falhou em não alertar sobre os riscos da bebida - a marca responde por mais de 30% do mercado e só fica atrás da gigante Red Bull nos Estados Unidos. Além da investigação da agência, a Monster Beverage também está sendo processada pela família de Anais. Um porta-voz da empresa disse que seus produtos eram seguros e que a marca desconhecia qualquer fatalidade causada por suas bebidas.

“Com cores brilhantes e nomes sugestivos, essas bebidas atingem adolescentes sem supervisão ou prestação de contas [à sociedade]. Essas bebidas são armadilhas mortais para jovens, meninos e meninas em fase de desenvolvimento como a minha filha, Anais”, disse a mãe Wendy Crossland à imprensa norte-americana. “Fiquei chocada em saber que a FDA pode regular a quantidade de cafeína em uma lata de refrigerante, mas não nesse tipo de bebida”.

* Fonte:
http://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/redacao/2012/10/23/eua-investigam-cinco-mortes-relacionadas-ao-consumo-de-bebida-energetica.htm

Gorbachev e líderes mundiais vão à Conferência do Estoril em Portugal discutir a Nova Ordem Mundial

Sexta-feira, 18 de Janeiro de 2013

Jornaldenegocios.pt / Cofina.pt - 09/01/2013

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O arquiteto da perestroika, o conjunto de reformas que conduziu ao fim da União Soviética, será assim uma das principais atrações destas conferências, organizadas de dois em dois anos pela Câmara de Cascais. Mikhail Gorbatchev vai participar num painel sobre uma “Nova Ordem Global”, no dia 2 de Maio.

O polémico primeiro-ministro húngaro Viktor Orbán, que tem sido acusado de cercear um conjunto de liberdades, como a de imprensa, no país que governa, vai discursar num dos últimos painéis, no dia 3 de Maio, onde terá a companhia de Frederik de Klerk, ex-presidente da África do Sul e um dos obreiros do fim do “apartheid”, em conjunto com Nelson Mandela.

O sociólogo britânico Anthony Giddens já tinha sido anunciado como um dos oradores. Hoje, a organização do evento adiantou novos nomes. No rol de convidados estão ainda a líder do PP espanhol em Madrid, Esperanza Aguirre, o Nobel da Economia em 2010, Christopher Pissarides, o líder do banco britânico Lloyds, António Horta Osório ou a conselheira do Fundo Monetário Internacional, Estela Barbot.

A edição deste ano será muito virada para o tema do crescimento e emprego, explicou o presidente da Câmara de Cascais, Carlos Carreiras. Nas duas anteriores edições participaram nas conferências cerca de três mil pessoas, mais de 300 jornalistas de várias nacionalidades e cerca de 100 oradores. Entre os principais convidados das anteriores edições estão o ex-primeiro-ministro britânico Tony Blair, os dois Nobel da Economia Joseph Stiglitz e Paul Krugman e ainda Francis Fukuyama e Dominique de Villepin.

Soluções locais para problemas globais

As Conferências do Estoril são uma aposta do município de Cascais, que tem como linha estratégica atingir o desenvolvimento através “da captação de conhecimento e talento”, aproveitando para enquadrar estas conferências “do local para o global”, explicou o autarca Carlos Carreiras na apresentação que foi feita esta manhã aos jornalistas.

O vice-presidente Miguel Pinto Luz mostra ambição. “Queremos, desde um pequeno ponto do mundo, ser ‘policy-makers’, apresentar soluções para os problemas do mundo”, destacou. “Cascais tem uma vocação, desde a II Guerra Mundial, de ser um ‘melting pot’ cultural [mistura de várias culturas] - acolhemos a realeza, espiões, entre outros”, destacou Pinto Luz. O objetivo é continuar essa diversidade através destas conferências, aproveitando para promover a marca Estoril.

Este ano vai haver ainda uma espécie de “Ted Talks”, discursos motivacionais com duração máxima de 45 minutos. Uma dessas “Glotalks”, precisamente dedicada ao tema do Crescimento e Emprego, estará a cargo de Hans Rosling, médico e académico sueco eleito pela “Time” como uma das 100 pessoas mais influentes do mundo em 2012. O editor de banca do “Financial Times”, Patrick Jenkins, estará presente na mesma conferência de Horta Osório.

* Fonte:
http://www.jornaldenegocios.pt/

* Título original da matéria: “Gorbachev e Viktor Orbán vão às conferências do Estoril em Maio”.

Investigações no Banco Santander revelam ligações com a sociedade secreta Opus Dei e o Vaticano

Quarta-feira, 18 de Janeiro de 2012

R7.com / Domingo Espetacular - 15/01/2012

Uma reportagem especial do programa Domingo Espetacular, da Rede Record, cujo vídeo foi disponibilizado em página do portal R7.com, informa sobre diversas acusações recebidas pelo banco Santander relacionadas a crimes financeiros. Entre as denúncias está a que acusa o banco de patrocinar a sociedade secreta católica Opus Dei e o próprio Vaticano. A reportagem apresenta também pessoas ligadas ao presidente do banco que são membros da ordem secreta.

A Opus Dei é uma ordem secreta e radical da Igreja Católica, presente também no Brasil.

Veja no link abaixo o vídeo:

http://noticias.r7.com/videos/presidente-mundial-de-um-dos-maiores-bancos-do-mundo-esta-na-mira-da-justica/idmedia/4f13630492bb39681cd67cb2.html

Vaticano pede a criação de uma autoridade pública mundial

Segunda-feira, 31 de Outubro de 2011

Agência EFE - 24/10/2011

O Vaticano pediu nesta segunda-feira uma reforma urgente do sistema financeiro e a criação de uma autoridade pública mundial que tenha poder e competência universal e se atenha ‘aos princípios de auxílio e solidariedade’.

O pedido está no documento ‘Por uma reforma do sistema financeiro e monetário internacional na perspectiva de uma autoridade pública com competência universal’, apresentado pelo cardeal Peter Turkson, presidente do Conselho Pontifício Justiça e Paz.

No documento, o Vaticano também defende a taxação de transações financeiras. A Santa Sé assegura que o liberalismo econômico ’sem regras e sem controles’ é uma das causas da atual crise econômica e denuncia a existência de mercados financeiros fundamentalmente especulativos, prejudiciais para a economia real, especialmente em países mais fracos.

No texto de 41 páginas, o Vaticano diz que a economia mundial está cada vez mais dominada pelo utilitarismo e materialismo e caracterizada por uma expansão excessiva do crédito e de bolhas especulativas que geraram crise de solvência e confiança.

O documento se inspira na encíclica de Bento XVI ‘Caritas in veritate’ (Caridade na verdade), e defende que a atual crise financeira pôs em evidência comportamentos egoístas e de cobiça coletiva. Para o Vaticano, a raiz da crise não é somente de natureza econômica e financeira, mas sobretudo de natureza moral.

Já sobre a Autoridade Pública Mundial, o Vaticano afirma que seria necessária por causa da crescente interdependência entre os estados. Ela não poderia ser imposta pela força, mas deveria ser expressão de um acordo livre e compartilhado.

O documento também ressalta a necessidade de reformar o sistema monetário internacional e criar um organismo ‘que atue como um Banco Central Mundial’, para regular o fluxo e o sistema dos intercâmbios monetários. Segundo o texto, o Fundo Monetário Internacional perdeu sua capacidade de garantir a estabilidade das finanças mundiais.

Já sobre a taxação às transações financeiras, o Vaticano sugere ‘alíquotas equitativas que contribuam na criação de uma reserva mundial, para sustentar a economia dos países afetados pela crise e a reparação de seus sistemas monetários e financeiros’.

No documento, o Vaticano assinala que os estados devem ceder de forma gradual e equilibrada uma parte de suas atribuições nacionais a uma Autoridade Mundial.

‘Hoje se vê como surrealista e anacrônico que um estado considere que pode conseguir de maneira autárquica o bem de seus cidadãos. A globalização está unificando os povos, levando-os a um novo ‘estado de direito’ em nível supranacional, a um novo modelo de sociedade internacional mais unida, respeitosa com a identidade de cada povo’, assinalou.

* Fontes: Agência EFE, Revista Exame, Reuters/Terra.

* Colaboração: Web Radio Rhema, via email. Agradeço a colaboração!

* Comentários: É incrível como a maioria das pessoas não percebe o papel que o Vaticano e a Igreja Católica Apostólica Romana estão tendo nesta época. Como não ver que o Vaticano está claramente participando dos preparativos para o aparecimento do Anticristo?

O dinheiro e o poder de compra já estão sendo controlados

Segunda-feira, 24 de Outubro de 2011

Por Gustavo Guerrear - 24/10/2011
Com informações do site TheNextWeb.com

Vejam só que interessante: algumas notícias recentes mostram que o dinheiro e o poder de compra já estão sendo controlados pelos “poderosos”. Primeiro Julio Severo teve seu acesso ao PayPal bloqueado. E agora os responsáveis pelo site Wikileaks afirmam que poderão ter que fechar o site por falta de condições financeiras depois que tiveram suas contas bloqueadas por diversas empresas, entre elas: PayPal, Visa e Mastercard.

Veja algumas declarações dos responsáveis pelo site:

“Algumas das maiores instituições financeiras dos EUA, incluindo PayPal, Visa e Mastercard, tem tentado sufocar economicamente o Wikileaks como resultado da pressão política de Washington.”

“O ataque é totalmente fora de qualquer processo ou estado de direito.”

“A fim de garantir a nossa sobrevivência futura, fomos forçados a suspender todas as operações de publicação para dirigir todos os nossos recursos para combater o bloqueio e arrecadar fundos.”

* Fonte:
http://thenextweb.com/media/2011/10/24/wikileaks-to-suspend-all-publishing-operations/

Não entro aqui no mérito da concordância ou não com as ações do site Wikileaks. O fato é que eles incomodaram líderes mundiais e estão pagando por isso.

Isso só vem pra provar que os líderes mundiais, quase em sua totalidade membros das maiores de sociedades secretas, estão tomando diversas ações para preparar o domínio econômico do Anticristo. Não se surpreenda, nada ocorrerá da noite para o dia. Tudo tem sido meticulosamente e gradativamente preparado.

Lembre-se do aviso que foi dado em Apocalipse 13:16-17:

“E faz que a todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e servos, lhes seja posto um sinal na sua mão direita, ou nas suas testas, para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tiver o sinal, ou o nome da besta, ou o número do seu nome“.

* Autor: Gustavo Guerrear, editor do Tabernaculonet. Com informações do site TheNextWeb.com.

Chineses pedem mais uma vez criação de moeda para substituir o dólar

Terça-feira, 16 de Agosto de 2011

06/08/2011 - G1

O ministro do Comércio da China, Cheng Deming, disse nesta segunda-feira (16/05/2011) que a proposta de substituição do dólar por uma cesta de moedas como divisa internacional usada nas transações comerciais só deve ser analisada a longo prazo.

A necessidade de imediata discussão da idéia foi colocada em pauta pelo ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, durante reunião da 2ª Subcomissão Econômica Brasil-China, que acontece em Brasília.

De acordo com Pimentel, a manutenção do padrão cambial, que utiliza o dólar, “não se justifica.” Ele apontou que o Brasil, assim como outros países emergentes, sofrem com a desvalorização do dólar, que prejudica as exportações.

Deming afirmou que sua delegação não se preparou para discutir o tema durante a reunião. Entretanto, apontou que se trata de uma proposta para implementação “a longo prazo” e prometeu que o governo chinês vai analisá-la.

“Vou deixar a discussão a cargo dos ministérios da Fazenda e Bancos Centrais de ambos os países”, disse.

Imprensa chinesa critica EUA após rebaixamento de nota da dívida

A imprensa estatal da China criticou os Estados Unidos neste sábado (6), depois que agência de classificação de riscos Standard & Poor’s (S&P) rebaixou a nota da dívida americana de “AAA” para “AA+”, pela primeira vez na história.

Em um texto opinativo, a agência de notícias Xinhua afirmou que a China “tem todo o direito de exigir que os Estados Unidos lidem com o seu problema estrutural de dívida e garantam a segurança dos ativos da China”. O país é o maior detentor mundial de papéis da dívida americana.

O texto da Xinhua também afirma que passou a época em que os Estados Unidos conseguiam tomar empréstimos para se livrar de problemas causados pelos próprios americanos, e sugeriu que uma nova moeda internacional pode surgir para substituir o dólar.

“Supervisão internacional sobre a questão dos dólares americanos deveria ser introduzida e uma nova moeda de reserva global, estável e segura, também pode ser uma opção para evitar uma catástrofe provocada por qualquer país individualmente.”

A reação em outros países foi de cautela. Autoridades no Japão, Coreia do Sul e Austrália pediram calma aos investidores.

Avaliação errada

Nos Estados Unidos, um porta-voz do Departamento do Tesouro assegurou que “um julgamento errado por um erro de US$ 2 trilhões fala por si só”. No entanto, ele não explicou qual teria sido o erro da S&P.

O diretor do comitê de classificações de risco de dívidas soberanas da S&P, John Chambers, disse que o governo americano poderia ter evitado o rebaixamento da dívida caso tivesse agido antes.

“A primeira coisa que poderia ter se feito é aumentar o teto da dívida de forma imediata, para que todo esse debate fosse evitado desde o começo”, disse ele à rede de televisão CNN.

A S&P afirmou que ainda pode rebaixar a avaliação da dívida americana em mais um ponto, para AA, nos próximos dois anos, caso as medidas de redução dos gastos públicos se provem insuficientes.

* Fontes:
http://g1.globo.com/economia/noticia/2011/05/trocar-dolar-por-cesta-de-moedas-e-para-longo-prazo-diz-ministro-chines.html

http://g1.globo.com/economia/noticia/2011/08/imprensa-chinesa-critica-eua-apos-rebaixamento-de-nota-da-divida.html