Arquivo da Categoria ‘Sociedades Secretas’

O curioso caso do rapaz do Acre que desapareceu

Quinta-feira, 6 de Abril de 2017

Por Gustavo Guerrear, editor do Tabernaculonet - 06/04/2017

Giordano Bruno

Gostaria de dar minha opinião sobre o caso do rapaz do Acre que desapareceu “misteriosamente”, deixando em seu quarto vários escritos criptografados, símbolos e objetos ligados a sociedades secretas, e uma estátua de Giordano Bruno. Ainda é cedo para tirarmos qualquer conclusão, mas antes de emitir minha opinião estudei o caso verificando as matérias e vídeos que foram publicados até o momento pela grande mídia. Infelizmente vejo que muita gente tem se deixado levar pela empolgação e tirado conclusões absurdas sobre o caso.

Resumo de minhas opiniões até o momento:

- A princípio não vi nada de sobrenatural neste caso. Em entrevista a mãe do rapaz disse que ele começou esse “projeto de livro” em 2013. Isso dá 4 anos até 2017. É tempo mais que suficiente para qualquer pessoa (que não esteja em sã consciência ou tenha tempo demais sobrando, ou ambos) estude e depois escreva páginas e mais páginas sobre qualquer assunto. A suposta criptografia nada mais era do que um sistema simples de substituição de caracteres, sendo que o autor deixou um guia para que a tradução fosse feita. O alfabeto nem sequer foi inventado por ele, mas já foi visto sendo usado por aí, inclusive na Maçonaria. A estátua de Giordano Bruno que apareceu no quarto não veio “do nada”. O escultor responsável já foi entrevistado, disse que foi contratado para fazer a estátua por 7 mil reais e que o transporte foi feito até a casa do rapaz com uma caminhonete usada pelo mesmo.

- Sinceramente não vejo porque o rapaz deva ser considerado “gênio” ou algo do tipo. Sobre a temática encontrada em seus escritos, pra quem estuda religiões, seitas e sociedades secretas há quase duas décadas, não existe nada de novo ali. O Movimento Nova Era, por exemplo, desde a década de 1960 faz exatamente isso: mistura diversos conceitos de religiões diferentes - orientais e ocidentais - de culturas e povos antigos, para dizer que encontraram “a verdade”. Sinceramente só vi um rapaz com muito tempo livre que ficou “encantado” com o vasto material sobre sociedades secretas que deve ter encontrado na Internet, e começou a se achar “o portador da verdade universal”. Desculpe, mas pra quem acompanha notícias sobre esse tipo de tema há muito tempo, ele é só mais um de diversos casos do tipo.

- Quanto aos ensinos de Giordano Bruno, francamente, dá pena ver pessoas por aí elogiando o cara sem ter a menor noção do que ele escreveu. Ele foi padre católico, abandonou, depois chegou a ser protestante, desistiu, depois fez parte de “organizações herméticas” (referência a Hermes, da mitologia grega) - isto é, sociedades secretas -  envolveu-se com ensinos da religião do Egito Antigo, enfim… Experimentou muitas coisas. Isso significa um cara visionário ou um cara com a mente fraca que muda de crença igual troca de roupa? Tire suas próprias conclusões. Depois, ele começou a pegar os ensinos que achava corretos em cada religião que conheceu, misturou tudo e montou “sua própria versão” (uma prática que sempre existiu na história da humanidade).

- Na minha opinião, obviamente o suposto “desaparecimento” do rapaz não tem nenhuma explicação extraordinária. Ele realmente acha que “descobriu o segredo do mundo” e planejou esse monte de absurdo pra chamar atenção. As notícias foram bem claras em dizer que, segundo a polícia, ele levou celular, um HD de computador e peças de roupa. Além disso seus pais falaram abertamente sobre seu projeto de escrever um livro, que ele estaria justamente finalizando. A essas horas, para desespero da triste família, ele deve estar comemorando o êxito de sua trama, visto que seu “desaparecimento misterioso” está sendo noticiado inclusive mundo afora.

- Com qual sociedade secreta ele pode ter se envolvido? É difícil saber, pois existem diversas sociedades secretas herméticas que usam os símbolos e conceitos que ele usou. Se fosse escolher uma, baseado no que vi, eu citaria um leve envolvimento com a Rosacruz (direto ou indireto), mas é impossível saber. Pode ser que ele tenha simplesmente aprendido por conta própria, através de livros e materiais na Internet. Alguns símbolos do quarto fazem referência ao Reiki (culto à “energia vital” conhecida como “chi” - no fim das contas só mais uma das várias religiões ou seitas baseadas em religiões orientais).

No fim das contas, espero que ele seja encontrado, pelo bem da família desesperada, e aprenda a ter consciência das consequências dos seus atos.

Quanto a mim, sinceramente tenho mais com o que me preocupar.

Fique com Deus!

PS.: Se você estiver “deslumbrado” com os ensinos e conceitos de sociedades secretas, religião egípcia e outras besteiras do tipo, e intrigado com os segredos por trás dessas organizações, recomendo que leia meu artigo abaixo, onde exponho o que há por trás disso tudo: 

A essência dos grupos sócio-religiosos e a história da humanidade

Gustavo Guerrear, editor do Tabernaculonet

Lojas e marcas de roupa brasileiras estão divulgando a Nova Ordem Mundial e o Satanismo

Domingo, 3 de Agosto de 2014

Por Gustavo Guerrear, editor do Tabernaculonet - 03/08/2014

É fácil perceber atualmente a campanha que as lojas e marcas de roupa brasileiras estão fazendo da Nova Ordem Mundial (NOM) e do Satanismo. Basta entrar nas grandes redes (e algumas menores) pra ver como tem se espalhado de forma considerável os produtos com símbolos da NOM e do Satanismo. Algumas lojas lançaram coleções inteiras cheias de símbolos satânicos, com a temática abertamente e diretamente ligada ao Misticismo e Esoterismo. Não é simplesmente o uso inocente e desavisado de um símbolo que “acharam bonito” ou que “está na moda”, mas toda uma temática em torno da religiosidade representada por esses símbolos.

Já faz alguns anos que algumas marcas tem lançado roupas com símbolos satânicos (não estou falando de símbolos cuja interpretação é subjetiva ou incerta, mas símbolos claramente e conhecidamente satânicos), mas até então era um produto ou outro. Do ano passado pra cá essa campanha aumentou estrondosamente. Existem algumas marcas que são realmente consagradas a entidades malignas, mas estou falando agora de grandes redes que até então não tinham se envolvido com este tipo de temática. A coisa ficou séria. Mais do que nunca precisamos tomar cuidado com as roupas que compramos. Se você não conhece o(s) símbolo(s) que está(ão) na camiseta, por exemplo, recomendo que não compre antes de pesquisar e confirmar que não é nada satânico, pois hoje em dia está complicado.

Porque grandes lojas e marcas brasileiras estão divulgando tanto estes símbolos? Porque essa campanha? Existem algumas teorias sobre o que está acontecendo. O fato é que o tempo está passando, e os planos da NOM (resumindo: governo mundial único que está sendo preparado para o Anticristo) estão a todo vapor. Além disso, está claro que os líderes deste mundo estão querendo acostumar a população com essa simbologia satânica, além de deixar bem claro para todos os envolvidos na implantação da NOM que, mais do que nunca, é hora de agir. Eles estão em polvorosa, e tem poder pra fazer muita coisa. Está tudo de acordo com o que foi previsto por Deus na Bíblia Sagrada, como nos textos do Apocalipse e de Daniel. Faça sua parte, esteja preparado e fique tranquilo, pois Deus tem e sempre terá o controle da História.

A maioria das camisetas mostra o símbolo “Olho-que-tudo-vê” (“All-seeing-eye”), que é o principal símbolo do Satanismo (assim como o Pentagrama).

Clique no link abaixo para ter informações sobre este símbolo:

Tabernaculonet > Símbolos > Olho-que-tudo-vê

Veja algumas lojas, marcas e produtos que se encaixam nessas informações que passei acima:

Loja 1

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Loja 2

Esta loja lançou uma campanha inteira baseada no que chamou de “Misticismo“. Pela simbologia é fácil ver que vai muito além de “Misticismo” (que por si só já não é pouca coisa). São símbolos muito específicos, pouco divulgados, o que demonstra claramente que os responsáveis pela campanha conhecem o Satanismo a fundo. Veja algumas peças e a etiqueta:

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Além do Olho-que-tudo-vê (desta vez sem o triângulo) esta tem símbolos do Esoterismo e Numerologia, além da palavra “Ouija”, que é o nome de uma prática Esotérica (Tábua de Ouija), altamente maligna (algo parecido com a antiga “brincadeira do copo”, para contato com supostos espíritos, isto é, demônios).

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Esta lembra a famosa jaqueta que Madonna usou no vídeo da música “Into The Groove”, na década de 80:
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Esta talvez seja a pior das peças: recheada de símbolos satânicos. Para identificá-los, veja nossa página de símbolos clicando aqui.

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Etiqueta - frente.

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Etiqueta - verso. Este é um dos símbolos satânicos que eu disse ser pouco divulgado. Quem escolheu essa etiqueta sabia muito bem o que estava fazendo.

Loja 3

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Parece bastante com a simbologia usada nas roupas da “Loja 2″. Muitos símbolos ligados à Bruxaria e ao Esoterismo (raio, lua, estrela, seta, triângulo).

* Autor: Gustavo Guerrear, editor do Tabernaculonet.

* Fotos: Internet (Google Images / Sites das lojas) / Enviadas por internautas via email.

* Mais informações sobre símbolos satânicos:
http://www.tabernaculonet.com.br/luz.php?facho=m0020

Ampola com o sangue de João Paulo II é roubada de igreja na Itália e caso pode envolver sociedades secretas

Segunda-feira, 24 de Março de 2014

Reuters / The Telegraph - 27/01/2014

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[Foto: AFP]

ROMA, 27 Jan (Reuters) - Ladrões invadiram uma pequena igreja nas montanhas a leste de Roma durante o fim de semana e roubaram um relicário que continha o sangue do papa João Paulo 2º, afirmou uma guardiã do local nesta segunda-feira.

Franca Corrieri disse que descobriu uma janela quebrada no domingo de manhã e chamou a polícia. Quando os policiais entraram na pequena igreja de pedra, perceberam a falta do relicário de ouro e de um crucifixo.

João Paulo 2º, que morreu em 2005, amava as montanhas da região de Abruzzo, a leste de Roma. Alguma vezes ele escapava secretamente do Vaticano para caminhar e esquiar na área e rezar na igreja.

O polonês João Paulo, cujo papado durou 27 anos, deve ser santificado pela Igreja Católica em maio, fazendo com que o relicário se torne mais peculiar e valioso.

Em 2011, o ex-secretário particular de João Paulo, o cardeal Stanislaw Dziwisz, presenteou a comunidade local de Abruzzo com um pouco do sangue do pontífice, como símbolo do amor sentido por ele pela região montanhosa.

O sangue foi depositado em um recipiente de ouro e vidro e mantido em um nicho na pequena igreja de San Pietro della Ienca, perto da cidade de L’Aquila.

Corrieri disse à Reuters que o incidente dá sensação mais de um “sequestro” do que um roubo. “Em certo sentido, uma pessoa foi levada”, disse ela por telefone.

Nada mais foi levado da isolada igreja além do relicário e do crucifixo, embora Corrieri diga que os ladrões provavelmente tiveram tempo para levar outros objetos durante o roubo, realizado à noite.

Bolsas de sangue de João Paulo foram guardadas após uma tentativa de assassinato que quase o matou, na Praça de São Pedro, em 12 de maio de 1981.

(Reportagem de William James)

* Fonte:
http://br.reuters.com/article/topNews/idBRSPEA0S4AV20140127

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Sangue do Papa João Paulo II é roubado em possível roubo ’satânico’

Por Nick Squires

(The Telegraph) - Um relicário religioso contendo sangue do Papa João Paulo II foi roubado de uma igreja numa remota região montanhosa na Itália, com a especulação de que um grupo satânico poderia estar por trás do roubo.

Uma equipe de cerca de 50 policiais Carabinieri com cães farejadores foram ao local na segunda-feira à procura de qualquer vestígio do relicário, que foi roubado da Igreja de São Pedro de Ienca nas montanhas de Abruzzo, no fim de semana.

O objeto ornado com ouro contém um fragmento do material, manchado de sangue, que foi supostamente retirado da roupa usada por João Paulo II depois de ter sido baleado durante o fracassado atentado contra sua vida na Praça de São Pedro, em 1981. Foi doado à igreja em Maio de 2011 por Stanislaw Dzuwisz, um cardeal polonês e ex-secretário pessoal do Papa.

O relicário é apenas um de um punhado no mundo que contém o sangue do papa polonês, que morreu em 2005 e foi sucedido por Bento XVI.

Foi roubado junto com uma cruz da igreja, que fica perto de Gran Sasso, uma montanha com 9.550 pés de altitude nos Apeninos, a leste de Roma.

O roubo foi descoberto no sábado por um sacerdote do santuário religioso, que é dedicado à memória de João Paulo II.

O papa gostava muito da região e costumava passar férias lá, andando, meditando e esquiando na estância vizinha de Campo Imperatore.

Também é famoso como o lugar onde Benito Mussolini foi internado depois de a Itália trocar de lado durante a guerra, e de onde ele foi resgatado por uma equipe de pára-quedistas alemães em Setembro de 1943 durante um ousado ataque aéreo.

“É possível que possa haver seitas satânicas por trás do roubo do relicário”, disse Giovanni Panunzio, o coordenador nacional de um grupo anti-ocultismo chamado Osservatorio Antiplagio.

“Este período do ano é importante no calendário satânico e culmina no ‘ano novo’ satânico em 1º de Fevereiro. Este tipo de sacrilégio muitas vezes ocorre nesta época do ano. Esperamos que os itens roubados sejam recuperados o mais rápido possível”.

O roubo do relicário ocorre junto com os preparativos do Vaticano para canonizar João Paulo II, junto com outro ex-papa, João XXIII, em uma cerimônia em 27 de abril.

No funeral de João Paulo II em 2005, multidões de enlutados gritaram “Santo Subito!” - “Santidade agora” - o que levou o Vaticano a acelerar o caminho do pontífice polonês à canonização.

Em agosto de 2012, outra relíquia que contém um frasco de sangue do falecido Papa foi roubada de um padre católico, enquanto ele estava viajando em um trem ao norte de Roma.

A relíquia estava em sua mochila, que foi fraudado por ladrões, mas mais tarde recuperada em um matagal pela polícia.

* Fonte:
http://www.telegraph.co.uk/news/religion/the-pope/10599604/Blood-of-Pope-John-Paul-II-stolen-in-possible-satanic-theft.html

* Tradução: Gustavo Guerrear, editor do Tabernaculonet.

* Comentário: Há muito tempo existem rumores sobre conspirações envolvendo o ex-papa João Paulo II, incluindo rituais secretos que utilizariam seu sangue. Alguns pesquisadores do assunto chegam a cogitar que João Paulo II seja peça-chave nos acontecimentos relatados no Apocalipse, ressurgindo como o Falso Profeta. Na Itália existe há centenas (ou milhares) de anos uma disputa muito grande entre sociedades secretas satânicas e o Vaticano. Uma parte da história de “Código Davinci” não é apenas ficção… Recomendo que você pesquise e tire suas próprias conclusões.

EUA: grupo quer instalar estátua de Satã no Capitólio de Oklahoma

Sexta-feira, 10 de Janeiro de 2014

AP / Portal Terra - 07/11/2014

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[Imagem: Associated Press]

Um grupo satânico revelou na segunda-feira o desenho para uma estátua de Satã que eles desejam instalar em frente ao Capitólio estadual de Oklahoma, ao lado de um monumento dos Dez Mandamentos - construído em 2012 -, informa a agência AP.

Um templo satânico baseado em Nova York submeteu formalmente o projeto para instalar a estátua, incluindo o desenho que traz Satã na forma de Baphomet, uma figura de 2,1 metros de altura com a cabeça de cabra, chifres, asas e uma longa barba, que frequentemente é usada como o símbolo do oculto. O desenho para o monumento também traz trono adornado com um pentagrama e crianças sorridentes ao lado.

“O monumento foi desenhado para refletir as visões dos satanistas de Oklahoma City e outras cidades”, disse Lucien Greaves, porta-voz do templo, em um comunicado. “A estátua também tem um propósito funcional como uma cadeira, onde pessoas de todas as idades poderão sentar no colo de Satã para inspiração e contemplação”.

O templo satânico alega que a decisão dos parlamentares locais de permitir a instalação de uma estátua dos Dez Mandamentos, em 2012, abriu as portas para o projeto deles. Outros líderes religiosos e organizações diversas também entraram com pedidos para que seus projetos semelhantes fossem aceitos.

O plano do templo satânico, no entanto, não caiu bem entre os congressistas conservadores locais. “Eu acho que nós devemos ser tolerantes com as pessoas que pensam diferente de nós, mas aqui é Oklahoma e isso não vai pegar”, disse o republicano Don Armes. Oklahoma está localizado no chamado “Cinturão Bíblico” dos Estados Unidos, onde há forte influência das religiões protestantes.

Apesar disso, o grupo satânico mantém a posição de que seguirá adiante com o plano e diz já ter angariado os US$ 20 mil necessários para construir a estátua.

Em seu site, a organização diz que “busca separar religião de superstição ao reconhecer a fé religiosa como um enquadramento metafórico com o qual construímos um contexto narrativo para nossos objetivos e trabalhos. “Satã é o ícone derradeiro para a revolta altruísta contra a tirania, para a liberdade e investigação racional, e para a busca responsável pela felicidade”, diz o site.

* Fonte:
http://noticias.terra.com.br/mundo/estados-unidos/eua-grupo-quer-instalar-estatua-de-sata-no-capitolio-de-oklahoma,0a58eb7484c63410VgnVCM10000098cceb0aRCRD.html

* Comentário: Mas que papagaiada esse falatório a respeito de Satanás. Justo nos EUA, uma das nações mais usadas para aumentar e divulgar o Satanismo, onde está uma das duas maiores sedes da Alta Cúpula do Satanismo (em San Francisco, CA). “Enquadramento metafórico”??? “Sentar no colo de Satã para inspiração”??? Que palhaçada… Esses caras (satanistas) acham que o povo é trouxa!

EUA têm “governo sombra”, diz ex-subsecretária de Bush pai

Quarta-feira, 28 de Agosto de 2013

MSIA.org.br - 17/08/2013

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Catherine Austin-Fitts foi subsecretária de Habitação no início do governo de George Bush pai. Oriunda da diretoria do banco de investimentos Dillon, Read & Co. (posteriormente incorporado pelo suíço UBS), era responsável pela Administração Federal de Habitação (FHA), então o maior fundo de seguros hipotecários do mundo. Em 1990, foi demitida, depois de ter deparado com um vasto sistema de desvio de recursos para o chamado “orçamento negro” (black budget), destinado ao desenvolvimento de projetos de inteligência e tecnológicos sem supervisão do Congresso. Na iniciativa privada, foi uma das primeiras a advertir sobre a expansão da bolha hipotecária que deflagrou a crise de 2007-2008, e tem denunciado sistematicamente as fraudes que ocorrem rotineiramente no sistema financeiro encabeçado pelo Sistema da Reserva Federal, inclusive, a sua estreita vinculação com o tráfico internacional de drogas e outras atividades ilícitas. Em recente entrevista ao jornalista econômico alemão Lars Schall, postada no sítio deste, em 1º de agosto, ela proporciona uma autêntica aula magna sobre a existência e o funcionamento de uma estrutura de governo mundial, que opera, principalmente, nos EUA e na Europa, à qual chama o “governo sombra” (shadow government).

Provocada sobre o fato de que as suas denúncias lhe têm garantido numerosas acusações de ser uma “teórica da conspiração”, devolveu:

Bem, a coisa é que temos uma realidade oficial e a realidade, são duas coisas diferentes… O meu entendimento do mundo emergiu de trabalhar em Wall Street e para o governo. Eu passei vários anos em disputas judiciais com o governo federal e a minha experiência pessoal é a de que o mundo é movido por decisões quietas tomadas silenciosamente em vários grupos e, em seguida, implementadas dessas maneiras – é assim que o mundo funciona, este é o princípio organizacional básico… A linha divisória de classes, nos EUA de hoje, é entre as pessoas que criam, administram e se engajam no que alguns chamam conspirações, enquanto todo o restante é treinado para ser incapaz de fazer o mesmo, porque esta é a base do poder versus a impotência. Então, eu venho de um mundo onde ser capaz de se reunir com outras pessoas, organizar planos, implementar estes planos e fazer isto silenciosa e secretamente, é a base do exercício e do acúmulo de poder mundial. Por isso, quando eu ouço pessoas sendo depreciativas sobre as conspirações, no mundo em que me criei, isto representa, simplesmente, um sintoma de que elas concordaram em ser impotentes e fazer disto um distintivo de honra.

Segundo ela, tais grupos de poder configuram um “governo sombra”:

A coisa contra a qual estamos lutando é que não é realmente claro qual é o sistema de governança no planeta Terra e como ele funciona. O que sabemos é que as nações soberanas têm o poder de cobrar impostos e grandes orçamentos. A realidade é que essas nações soberanas não estão no controle e não estão dirigindo as coisas… Eu acho que o sistema de governo é, na melhor das hipóteses, obscuro e, na minha experiência de trabalho como funcionária governamental, as decisões são tomadas fora do governo e transmitidas ao governo. O governo trabalha para o “governo sombra”… O que estamos presenciando é uma grande centralização de controle político, e parte disto é que a tecnologia permite esse tipo de consolidação fantástica em lugares centralizados. (…)

A propósito das estreitas vinculações entre o sistema financeiro e o aparato de inteligência que foi exposto pelas recentes denúncias sobre a Agência de Segurança Nacional (NSA) estadunidense, afirmou:

Primeiro, lembre-se que, no mundo desenvolvido, nós temos aliados que tanto competem como cooperam entre si. É muito ruim para os negócios deixar os nossos aliados saberem que, basicamente, você está praticando golpes sujos contra eles, no jogo da guerra econômica. Esta é uma realidade particularmente desconfortável para os EUA, porque eu acho que os estadunidenses têm sido muito bons nesse jogo. Segundo, agora, nós temos um sistema financeiro que é muito dependente de um sistema de gerenciamento dos mercados. A NSA e os sistemas de vigilância correlatos já estão muito além, eles não são mais uma maquinaria para treinamento de insiders para a guerra de equipamentos, eles se tornaram algo muito mais pró-ativo. Eles estão descobrindo como gerenciar os mercados, de uma forma ampla e geopoliticamente. Então, temos agora algo que está inventando os mercados, inventando a economia e direcionando a economia… Passamos de uma máquina de vigilância para uma máquina de manipulação dos mercados e para uma máquina de criação de mercados. (…)

Para os que ainda mantêm ilusões sobre o funcionamento “livre” dos mercados financeiros, ela as desfaz com um balde de realidade fria, ao responder uma pergunta sobre os intercâmbios de informações privilegiadas (insider trading) entre bancos e agências de inteligência:

(…) Neste exato momento, o governo federal tem como seu depositário a Reserva Federal de Nova York. Então, você tem um banco privado que é o banqueiro do governo e, essencialmente e de várias maneiras, controla as contas do governo. Agora, este banco central está imprimindo papel e ninguém irá pegar este papel, a menos que as Forças Armadas dos EUA garantam que todos farão isto. Então, estamos falando de um híbrido que é bastante integrado em uma única coisa. A Reserva Federal de Nova York representa, na realidade, os seus bancos membros, que atuam como agentes e, por intermédio da Reserva, estão gerenciando o Fundo de Estabilização de Câmbio, que é a mãe de todos os fundos para operações encobertas e fundos de intervenção nos mercados, mas também estão implementando diretrizes de segurança nacional no mercado… Então, essas agências e instituições estão atuando juntas, como se fossem um único cartel. Isto vai muito além de informações privilegiadas… O que eles criaram, pelo menos nos EUA, é uma maquinaria de colheita. Os EUA têm 3.100 condados e o que temos é uma maquinaria que cultiva cada um deles para uma variedade de propósitos governamentais e do orçamento negro. Em muitos condados, a economia é projetada para gerar dinheiro para o orçamento negro, mais do que para otimizar a economia.

Não obstante, para Austin-Fitts, a crise global representa uma oportunidade, pois

estamos atravessando um extraordinário período de mudanças… Estamos deixando de ser divididos entre desenvolvidos e não-desenvolvidos e entrando numa economia mais mundial. Este reequilíbrio é uma mudança bastante significativa… Estamos mudando o nosso modelo. No mundo desenvolvido, nós dizíamos, basicamente, vamos ser democracias, mas vamos financiar as nossas democracias percorrendo o planeta, matando todo o resto e pegando baratos os seus recursos naturais. Agora, temos que converter-nos num modelo em que o que for feito a um será feito a todos, e isto é parte desse reequilíbrio, acho que é uma grande mudança.

Embora sem proporcionar detalhes, ela comenta ter deparado, em suas investigações, com o desenvolvimento encoberto de tecnologias de propulsão espacial muito mais avançadas do que as oficialmente reconhecidas como sendo o estado da arte dos EUA:

A maneira em como me interessei no programa espacial foi que eu estava seguindo as pistas de fraudes e extraordinárias quantidades de dinheiro que desapareciam dos programas de hipotecas do governo federal e desaparecendo do [Departamento do] Tesouro. Isto me levou a investigar o orçamento negro. Mas quando você começa a investigar o orçamento negro, o que você começa a compreender é que a primeira história de cobertura para ele é a incompetência e a segunda, a corrupção. Porque, de fato, estamos falando de um processo institucionalizado de desviar dinheiro da economia aberta, seja no nível governamental ou nas comunidades, por meio do crime organizado e coisas como as fraudes com hipotecas – e estamos falando de dinheiro numa escala enorme. Não estamos falando de Ferraris e contas em paraísos fiscais para parceiros de Wall Street, estamos falando de trilhões e trilhões de dólares que estão indo para algum lugar. Na medida em que comecei a estudar o orçamento negro e para onde o dinheiro estava indo, numa escala extraordinária, comecei a investigar os diferentes relatos sobre a construção de instalações subterrâneas e a construção de naves espaciais que funcionam como dizem que os funcionam os OVNIs [objetos voadores não-identificados]. (…)

(…) Então, essas tecnologias estão sendo desenvolvidas há algum tempo e um dos nossos desafios, como planeta, é que existe uma enorme divisão na população, entre pessoas que estão avançando rapidamente, fazendo coisas de tecnologia muito avançada, inclusive, por meio do orçamento negro, e uma população muito maior que, se está fazendo algo, está reduzindo as suas habilidades, inteligência e capacidade de lidar com tecnologias avançadas.

Ao final, Schall pediu à ex-subsecretária para apontar os desafios mais importantes para a humanidade, dos quais a grande maioria das pessoas não estaria ciente:

Nos últimos quinhentos anos, temos estado no que [o investidor e analista financeiro] James Turks chama de “modelo centralbanquista-belicista”. Os bancos centrais imprimem dinheiro e os militares se asseguram de que todo mundo fique com ele. Parte disto, como dissemos, era que os colegas no mundo desenvolvido iam ao mundo não desenvolvido e roubavam o que precisavam para mover as suas economias. Agora, teremos que ter um modelo muito mais integrado globalmente. Ou iremos praticar globalmente a não-violação ou não sei o que será. Isto será uma coisa grande para a gente do mundo desenvolvido, se converter, literalmente, para um modelo em que o mesmo conjunto de regras se aplique aos mercados desenvolvidos e emergentes.

Teremos que praticar globalmente a não-violação. Eu acho que um dos desafios mais importantes é uma grande evolução espiritual e cultural. Para mim, a maior oportunidade para o planeta é espiritual. A questão maior em cada sistema legal é quem o aplica. Se vamos nos mover para uma condição em que possamos manejar o tipo de tecnologias que discutimos, então, seremos convocados para fazer uma enorme mudança, de modo a termos o tipo de base espiritual e cultural que possa manejar essas tecnologias tão poderosas. E, na medida em que isto acontecer neste planeta, estaremos em condições de enfrentar uma série de riscos geofísicos, ameaças cósmicas e o que estiver ocorrendo no espaço exterior.

Então, eu diria que os nossos dois desafios mais importantes estão na ascensão espiritual e cultural, para estar à altura da tecnologia, inclusive, praticando globalmente a não-violação, na medida em que chegamos a uma cultura e uma economia muito mais integradas e, assim, atuar como uma sociedade é assumir as responsabilidades para interagir no espaço e entender e gerenciar os nossos riscos geofísicos, no contexto de toda a galáxia.

Evidentemente, ela não espera que tais mudanças ocorram automaticamente. Para finalizar, vejamos a sua “receita”:

A solução é que cada um de nós faça o que chamo “tomar posição” [”come clean”, no original]. Cada um de nós tem que mudar; em outras palavras, não precisamos esperar que as lideranças façam alguma coisa. Nós podemos, simplesmente, começar a mudar nós mesmos… A maneira como vamos construir o futuro é atraindo o que queremos. Vamos passar por uma enorme mudança e não há jeito de que possamos nos esconder num bunker, com nossa comida desidratada e moedas de ouro, e pensar que vai dar tudo certo. Temos que sair para fora, de um jeito ou de outro, e criar soluções.

Após deixar o Departamento de Habitação e Desenvolvimento Urbano, Austin-Fitts fundou o bem sucedido banco de investimentos Hamilton Securities Group, que foi forçado a fechar, em 1998, após uma feroz perseguição judicial movida pelo governo federal, com acusações que, posteriormente, se revelaram fraudulentas. Atualmente, dirige a Solari, empresa de consultoria de investimentos, e o sítio The Solari Report, no qual publica artigos, notícias jornalísticas e entrevistas, com foco na crise global e os esforços para a sua superação.

* Fonte:
http://www.msia.org.br/eua-tem-governo-sombra-diz-ex-subsecretaria-de-bush-pai/

Maçonaria à cubana: foice e martelo de um lado, régua e compasso do outro

Quarta-feira, 7 de Agosto de 2013

Brasil 24/7 (www.brasil247.com) - 07/03/2013

Cuba é o único caso de país de regime marxista duro que tolera em todo o seu território uma importante sociedade secreta de fundo esotérico: a maçonaria. Hoje, na bela e conturbada ilha de Fidel e Raul, florescem nada menos que 318 lojas maçônicas, frequentadas abertamente por cerca de 30 mil membros inscritos. Números bastante altos para um país de população tão pequena. A santeria - culto afro-cubano primo-irmão dos nossos candomblé e umbanda - é, em Cuba, o único outro sistema de poder esotérico capaz de concorrer com a maçonaria em termos de existência razoavelmente livre e solta.

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Numa loja maçônica em Cuba o rito da corrente de força, representada pelas mãos dadas e os braços cruzados dos confrades, é símbolo evidente da união e do poder maçônicos. A confraria se prepara para desempenhar papel importante no futuro do país. Foto: Mauro D’Agati, La Repubblica.

Várias histórias correm na ilha, tanto nos meios maçônicos quanto fora deles, para explicar essa curiosa tolerância. Alguns dizem que Fidel e Raul são maçons, mais provavelmente o segundo. Outros afirmam que se trata de um dever de gratidão: durante a revolução cubana, Fidel Castro teria se refugiado numa loja maçônica, onde encontrou abrigo e proteção. Por isso, ele nunca fechou nem um único templo maçônico nem perseguiu os seus membros.

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O imponente Edifício Maçônico, epicentro das atividades da confraria em Cuba, localizado na Avenida Salvador Allende, no centro de Havana.

O fato é que, hoje, a Grande Loja de Cuba - epicentro das atividades da organização no país - é inteiramente regular e reconhecida pela maioria das grandes lojas maçônicas ao redor do mundo.

Fato incontestável, e que talvez tenha a ver com essa tolerância, é que a própria independência de Cuba foi alcançada em boa parte graças à ação de maçons franceses e cubanos. A maçonaria surgiu em Cuba em 1763, a partir de lojas militares inglesas e irlandesas. Quando os ingleses partiram, chegaram os franceses, aos milhares, fugidos da revolução no Haiti em 1791. A primeira loja realmente cubana foi o Templo das Virtudes Teológicas, fundada em Havana em 1804 pela Grande Loja da Luisiana.

O que torna única a presença da maçonaria em Cuba é o papel que ela desempenhou durante as três décadas de luta pela independência do jugo espanhol entre 1868 e 1895. Os três grandes líderes revolucionários – José Martí, Antonio Maceo e o “pai da nação” Carlos Manuel de Céspedes eram, todos eles, maçons. Historiadores dizem hoje que foi impossível para os revolucionários comunistas varreram para embaixo do tapete a afiliação maçônica desses três heróis nacionais. Mas a verdade é que pouco ou nenhum esforço foi feito nesse sentido. A imensa maioria dos presidentes cubanos, começando por Carlos Manuel de Céspedes, foram maçons.

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Ritual em loja maçônica localizada no interior de Cuba. No estandarte verde lê-se a data da sua fundação: 3 de dezembro de 1964.

Há outras características curiosas no comportamento da maçonaria no seio da sociedade cubana. Claro, ela é monitorada pelo governo que quase certamente mantém agentes e informantes infiltrados no interior das lojas. Mas são muito raras as intervenções abertas ou as limitações impostas aos cultos. Para manter esse confortável estado de coisas, os líderes maçons cubanos preferem não adotar posições de confronto com as políticas do regime. Apesar disso, eles recebem de braços abertos em seus quadros um grande número de dissidentes.

Após o esfacelamento da União Soviética – que era o maior parceiro comercial de Cuba – o governo cubano facilitou ainda mais as coisas para a maçonaria, autorizando-a a participar de cerimônias públicas e a abrir várias novas lojas. Todavia, o funcionamento regular de todas as lojas maçônicas ainda está sujeito à permissão por parte das autoridades, e a publicação de livros e panfletos maçônicos é bastante restrita pelos serviços de censura governamental.

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No alto do Edifício Maçônico, o símbolo da Régua e Compasso encimam um enorme globo terrestre.

A Grande Loja de Cuba, conhecida popularmente como o Edifício Maçônico, foi construída por volta de 1955 para as funções de Templo e sede central das entidades maçônicas de Cuba e chegou a albergar a Universidade Maçônica. Trata-se de um edifício imponente, incluído entre as obras arquitetônicas mais significativas da cidade de Havana. Encontra-se na atual Avenida Salvador Allende, no centro da capital cubana. Sem esquecer que o chileno Salvador Allende, amigo e aliado dos irmãos Castro, era maçom convicto.

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Um dos salões da Loja Maçônica na cidade de Banes.

Há pouco, a jornalista italiana Anna Lombardi, do jornal La Repubblica, conseguiu um feito inédito: visitar a Grande Loja de Cuba, em Havana, e vários outros templos maçônicos na ilha. Mas não apenas: Lombardi entrevistou líderes maçons cubanos e participou de rituais fechados da confraria. Seu saboroso relato foi publicado na revista “Il Venerdì di Repubblica”, edição nº 1301, de 22 de fevereiro.

Aqui segue o seu artigo:

AS LOJAS DE CUBA – Assim sobrevivem os maçons na ilha de Fidel

Por: Anna Lombardi (La Repubblica, Itália)

Um edifício numa aldeia perdida na Sierra Maestra, na porta os símbolos maçônicos do esquadro e compasso: dizem que em 1956 nela se esconderam Fidel Castro e seus barbudos apenas desembarcados do Granma. E foi exatamente no interior dessa velha loja maçônica de montanha que o futuro Líder Máximo criou aquele Movimento 26 de Julho que em poucos anos teria varrido para longe a ditadura de Fulgêncio Batista,inspirando-se nos ensinamentos de José Martí, o herói cubano pai do movimento independentista da ilha. Herói e maçom. Como outros revolucionários latino-americanos (e não apenas) do final do oitocentos: de Benito Juarez a Simon Bolívar. Dizem ser por isso que, uma vez no poder Fidel, em reconhecimento, tolerou a maçonaria: confraria misteriosa (os afiliados preferem defini-la “discreta”) que em todo o mundo compartilha ritos e símbolos naquilo que define “incansável busca da verdade”.

Claro, muitas histórias são contadas em Havana. Que a tolerância de Fidel para com a maçonaria deve-se ao seu afeto por um seu professor maçom. Que o padre Angel, famoso proprietário de terras, era um afiliado. Que se trata de um gesto de respeito a seu amigo Salvador Allende, também maçom. Até algumas teorias direitistas, das quais a Internet está cheia, segundo as quais o próprio Fidel é um iniciado. Ou, pelo menos, o seu irmão Raul…

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Diploma de afiliação à Loja Minerva, uma das mais importantes de Cuba.

Qualquer que seja o segredo que se esconde por trás da complacência dos Castro em relação à confraria, é certo que a cubana é a única maçonaria tolerada por um regime totalitário. Foram os franceses em fuga da revolta dos escravos no Haiti em 1791 a levá-la para Cuba.

Mas já em 1859 Cuba se orgulhava de possuir uma loja autônoma, a mesma que opera até hoje. Ela escapou inclusive à homologação cultural pós revolução que aconteceu em 1959, embora alguns “irmãos” tivessem proposto a sua dissolução, sob a alegação de que “no novo contexto político certos ideais não tinham mais razão de existir”. O Grão Mestre daquela época fugiu para a Flórida com todo o seu estado-maior, e a partir de Miami passou a lançar anátemas sobre seus confrades que permaneceram na ilha, desencorajando-os de eleger um novo chefe.

Flechas que caíram ao mar: hoje, na ilha, existem 318 lojas frequentadas por mais de trinta mil afiliados. O número tem aumentado ultimamente: “Depois da queda do Muro de Berlim” contou um ex grão mestre ao New York Times “muitos jovens vieram a nós em busca de respostas que o Estado não tem condições de dar. Eles nos identificam como exemplo social: não discutimos política nem religião”.

Diz Mark Falcoff, experto em América Latina da revista Foreign Affairs, que foi exatamente esse fator que permitiu à maçonaria cubana manter sua autonomia. Evitando a política, a organização pode discutir temas “incômodos” como o aborto e a globalização. E pode acolher em suas fileiras muitos dissidentes do regime: dos 75 presos durante a Primavera Negra, a onda repressora de 2003 que mirou jornalistas, sindicalistas e outros opositores, doze eram maçons. “Mas a Loja não foi envolvida no caso”, contou um deles, o jornalista Jorge Olivera ao jornal Chicago Tribune.

Oficialmente, o governo elogia a maçonaria por estar ligada aos momentos mais nobres da história cubana. Mas a Grande Loja precisa de qualquer modo pedir permissão para qualquer coisa: desde depor uma coroa de flores aos pés da estátua de José Martí até a publicação de um simples manual ritual. Em privado, seus membros se lamentam da presença de infiltrados, fazendo aceno a ameaças veladas quando um estrangeiro frequenta um tanto em excesso a Loja. Mas todos pensam que, no futuro, a maçonaria terá um papel importante no processo de reconciliação das diversas almas do país.

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Loja maçônica Verdad, na cidade cubana de Matanzas.

Certo, nem todas as lojas gozam de boa saúde. Muitas, sobretudo as que estão muito distantes da capital, estão em ruínas. Mas todas citam o Grande Templo Nacional Maçônico, um edifício de onze andares coroado por um esquadro e compasso, situado no número 508 da Avenida Salvador Allende, em Havana. Quando foi inaugurado, em 1955, era um dos mais modernos de Cuba. E um dos mais ricos, como testemunham ainda hoje os pequenos sofás de couro azul ou as colunas encimadas por globos luminosos. É aqui que acontecem os ritos coletivos. É aqui, entre essas paredes, medalhas e espadas, que o Grão Mestre e o Grão Secretário mantêm os seus escritórios. Há também um museu, uma biblioteca aberta ao público e um asilo que abriga os maçons idosos e administra as doações – sobretudo medicamentos – enviadas pelas lojas americanas e europeias.

Nos subterrâneos se localiza a escura “câmera de reflexão”: nela, em companhia de esqueletos e outros símbolos da vanitas (vaidade) humana, o aspirante a iniciado começa o seu aprendizado. “Morre” para depois renascer para uma nova vida no interior da comunidade. Um ritual simbólico que, no país da santeria, o culto sincrético que une elementos africanos a elementos católicos, foi enriquecido com passagens ainda mais macabras.

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Monumento funerário maçônico em cemitério de Havana.

Mas pode ter sido exatamente esse mix o fator que suscitou, ulteriormente, o favor dos Castro. Os irmãos sempre usaram os símbolos da santeria a seu favor. Como aconteceu em 1959 – uma semana depois da fuga de Batista – quando Fidel, durante um comício, fez com que duas pombas brancas – símbolos de Obatalá, versão local de Cristo - pousassem sobre seus ombros.

Santeria e maçonaria, em resumo, para obter consenso na Cuba pós Revolução. A primeira, útil para fascinar a população afro-americana, pouco representada no regime. A segunda, útil para garantir a simpatia da esquerda latino-americana. Foice e martelo de um lado, régua e compasso do outro.

* Fonte:
http://www.brasil247.com/pt/247/revista_oasis/95349/

Propaganda do Pão de Açúcar mostra símbolo ocultista Olho Que Tudo Vê

Segunda-feira, 27 de Maio de 2013

Fórum Anti-NOM - 25/05/2013

Uma propaganda da rede de supermercados Pão de Açúcar, veiculada recentemente na televisão, mostra o símbolo ocultista Olho Que Tudo Vê (”all-seeing-eye”).

Veja algumas imagens do vídeo:

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* Fonte:
http://forum.antinovaordemmundial.com/Topico-novo-comercial-illuminati-do-p%C3%A3o-de-a%C3%A7ucar

* Informações sobre o símbolo Olho Que Tudo Vê:
http://www.tabernaculonet.com.br/luz.php?facho=t00136

Porque a enfermeira da Rainha Elizabeth está vestindo um cinto maçônico?

Terça-feira, 19 de Março de 2013

Vigilant Citizen - 05/03/2013

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Cada vez que uma história envolve a família real britânica, meios de comunicação são rápidos para documentar todos os detalhes da mesma. Quando a rainha Elizabeth deixou o hospital King Edward VII em 3 de março, fontes de notícias cobriram o evento extensivamente, até mesmo descrevendo sua roupa, seu colar de pérolas e seu broche.

Há, porém, um detalhe significativo completamente ignorado pela mídia de massa. Confira a fivela do cinto da enfermeira.

De acordo com o Library and Museum of Freemasonry (Biblioteca e Museu da Maçonaria), este cinto foi dado aos enfermeiros que treinaram no Masonic Royal Hospital (Hospital Real Maçônico), um hospital privado para os maçons e outros pacientes pagantes. O Masonic Royal Hospital deixou de existir em 1992, mas suas fivelas de cinto aparentemente ainda são usadas pelas enfermeiras da “elite”, como a que tratou a rainha.

É interessante ver como símbolos de poder aparecem em lugares de poder.

Lembre-se que o hospital King Edward VII é o lugar onde Kate foi hospitalizada devido a uma doença relacionada com a gravidez, o que levou ao suicídio de uma das enfermeiras.

* Fonte:
http://vigilantcitizen.com/latestnews/why-is-queen-elizabeths-nurse-wearing-a-masonic-belt/

* Tradução: Gustavo Guerrear, editor do Tabernaculonet.

* Informações sobre a Maçonaria:
http://www.tabernaculonet.com.br/luz.php?facho=m0107

Associações secretas rondam inclusive o Judiciário

Segunda-feira, 29 de Outubro de 2012

Revista Jus Vigilantibus - 19/06/2009
Por Luiz Guilherme Marques (juiz)

Sabe-se da existência de associações secretas internacionais cujos reais objetivos são o enriquecimento desmesurado dos seus membros, a conquista do poder e a dominação mundial através de quaisquer meios que se façam necessários, honestos ou desonestos. Pretendem a abolição gradativa dos Governos, em seu lugar ficando eles, os membros dessas associações.

São famosas a ILLUMINATI, a SKULL & BONES, a BILDERBERG e a CFR [Council on Foreign Relations], afirmando os entendidos que o BANCO MUNDIAL e o FUNDO MONETÁRIO INTERNACIONAL foram criados por uma dessas associações.

Fazem parte pessoas do mundo das finanças, altos funcionários, grandes empresários e pessoas influentes, inclusive um membro da Suprema Corte dos Estados Unidos.

Seus integrantes são submetidos a uma iniciação cruel e mantêm os compromissos de sigilo e fidelidade absoluta, naturalmente que receando penas que chegam à morte.

Essas associações patrocinam eleições, edições de leis, tratados internacionais e tudo que facilite seu controle sobre a riqueza dos países.

Fundamenta-se na ambição de poder das pessoas voltadas muito mais para dominar do que em colaborar para o progresso das coletividades.

Em todos os setores da atividade humana há gente desse tipo, inclusive no próprio Judiciário, podendo acontecer de alguns chegarem a integrar alguma associação secreta de fins criminosos.

Nem todos os homens e mulheres que se destacam nos cenários local, regional, nacional ou mundial agem com idealismo e movidos por nobres intenções.

Podem acontecer, por certo, atos do Judiciário, do Legislativo e Executivo que favoreçam o capital estrangeiro em detrimento dos interesses nacionais, gerando o empobrecimento do nosso povo.

O fato do FMI estabelecer parâmetros para a Reforma do nosso Judiciário é significativo.

Alguém pode achar que esse tipo de coisa é fantasia de filme policial, mas trata-se da mais pura verdade.

Por isso, no caso do Judiciário, é importante que a seleção de magistrados seja da competência do próprio Judiciário, através de concursos públicos para ingresso na 1ª instância e promoção interna para a 2ª, 3ª e 4ª, abolindo-se o 5º constitucional e as escolhas pelos Governadores de Estado e Presidente da República.

Enquanto isso não acontecer, podemos ter surpresas desagradáveis no julgamento de alguns casos concretos e edição de alguma súmula vinculante altamente prejudicial.

Não estou afirmando aqui que tenhamos no presente alguém do Judiciário brasileiro vinculado a uma dessas associações, mas pode ser que venhamos a tê-lo.

* Fonte:
http://jusvi.com/colunas/40561