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Al Gore promove controle populacional como resposta a mudanca climatica

Sexta-feira, 4 de Novembro de 2011

Notícias Pró-Família / Julio Severo - 23/06/2011

O esforço para frear a mudança climática exige que “mudemos o tamanho da população”, de acordo com Al Gore, ex-vice-presidente dos EUA.

Falando no Festival de Jogos para Mudança na cidade de Nova Iorque na segunda-feira, o principal ativista ambientalista reiterou sua reivindicação de que haja uma “supervisão da fertilidade” entre os pobres para reduzir a população do mundo.

“Um dos principais meios de [modificar o tamanho da população] é dar mais direitos para as meninas e mulheres e lhes dar educação”, disse ele, conforme foi noticiado pelo jornal Daily Caller. “É necessário que a supervisão da fertilidade esteja disponível em todos os lugares de modo que as mulheres possam escolher quantos filhos ter e o espaçamento dos filhos”.

“Temos de elevar os índices de sobrevivência de filhos de modo que os pais se sintam a vontade para ter famílias pequenas e, o mais importante, temos de educar as meninas e dar mais direitos às mulheres”, continuou ele. “E esse é o fator mais poderoso para influenciar toda essa situação, e quando isso acontece, então o tamanho da população começa a ser modificado e as sociedades começam a fazer melhores escolhas e escolhas mais equilibradas”.

Embora a questão de se a mudança climática é de fato feita pelo homem seja uma questão controversa entre os cientistas, tem apesar disso sido usada como estratégia de mobilização para o movimento internacional de controle populacional, inclusive os principais fornecedores internacionais de aborto como a Federação Internacional de Planejamento Familiar e Marie Stopes.

O próprio Gore defende medidas de “planejamento familiar”, inclusive aborto, para conter a população como meio de proteger o meio-ambiente por pelo menos cinquenta anos.

Embora a “educação” em “supervisão da fertilidade” que Gore está promovendo seja tecnicamente voluntária, os críticos apontam para o fato de que tais métodos são muitas vezes promovidos por meio de medidas que forçam as mulheres pobres a aceitar a contracepção, quando na realidade elas prefeririam ter ajuda para ter filhos com segurança.

O Fundo de População das Nações Unidas (FNUAP) afirma que mais de 200 milhões de mulheres têm uma “necessidade não atendida” de contracepção. Mas, de acordo com Steven Mosher, presidente do Instituto de Pesquisa de População (IPP), quando essa estatística foi fomentada, as mulheres eram consideradas como tendo uma “necessidade não atendida” com base simplesmente no fato de que elas haviam tido um bebê nos últimos dois anos e não estavam naquele momento esterilizadas ou usando contracepção.

Além do mais, as pesquisas do IPP em países como Quênia, Gana, Serra Leoa e México revelaram em todos os casos que a “saúde reprodutiva” estava no ponto mais baixo na lista de prioridades de saúde das mulheres.

* Fonte:
http://juliosevero.blogspot.com/2011/06/al-gore-promove-controle-populacional.html

Al Gore chega ao Fórum Internacional de Sustentabilidade

Sexta-feira, 26 de Março de 2010

Portal Terra - 26/03/2010

Cercado de grande expectativa e com um forte esquema de segurança, o ex-vice-presidente e Prêmio Nobel da Paz, Al Gore, acaba de chegar ao Hotel Tropical, em Manaus, onde está sendo realizado o Fórum de Sustentabilidade.

Al Gore é uma das vozes mais influente no mundo em matéria de alterações climáticas. É um assessor para os líderes no Congresso e chefes de estado em todo o mundo, pois oferece uma perspectiva única sobre assuntos nacionais e internacionais.

Co-fundador e presidente da Generation Investment Management, uma empresa que está focada em uma nova abordagem ao investimento sustentável, Al Gore é autor de “Uma Verdade Inconveniente”, best-seller sobre a ameaça das mudanças climáticas e soluções para o aquecimento global. O filme de mesmo título foi premiado com dois Oscars, em 207: melhor Documentário e melhor Canção Original.

Seu livro mais recente, “A Nossa Escolha” consiste em um plano para resolver a crise climática e reúne em um só lugar as soluções mais eficazes para resolver este problema.

Ainda nesta sexta-feira, Al Gore fará palestra com o tema: “A importância da conservação da Amazônia para deter o aquecimento global e as mudanças climáticas”.

* Fonte:
http://invertia.terra.com.br/forumdesustentabilidade/2010/noticias/0,,OI4342502-EI15436,00.html

Al Gore fala no COP 15, a Conferência da ONU Sobre o Clima, na Dinamarca

Terça-feira, 15 de Dezembro de 2009

Portal Terra - 15/12/2009

Al Gore

O ex-vice-presidente americano Al Gore disse ontem que novos dados indicam que a camada de gelo polar pode desaparecer durante o verão até 2014. O ganhador do Prêmio Nobel da Paz apresentou os relatórios na Conferência da ONU sobre o Clima, em Copenhague. No entanto, a teoria de Gore foi refutada logo em seguida por Wieslav Maslowski, o climatologista em cujo trabalho a previsão apresentada pelo ex-vice-presidente foi baseada.

Segundo o jornal Telegraph, Gore afirmou que cientistas que estudam o Polo Norte disseram a ele que existe 75% de probabilidade de que toda a camada de gelo polar tenha derretido no verão nos próximos cinco a sete anos.

“Não está claro para mim como este número foi alcançado. Eu nunca iria tentar estimar a probabilidade de algo tão exata como isto”, disse Maslowski, da Naval Postgraduate School, na Califórnia, ao The Times.

O erro torna-se ainda mais grave depois da divulgação de e-mails, sugerindo que cientistas teriam manipulado dados para fortalecer seu argumento de que o aquecimento global é provocado pelo homem.

Gore disse ainda em Copenhague que o recorde de derretimento polar e do Himalaia podem privar mais de 1 bilhão de pessoas do acesso à água potável. Fazendo referência ao trabalho do doutor Maslowski, ele disse: “estes números são frescos, eu só tive acesso a eles ontem”.

A previsão apresentada por Gore contesta outra feita há oito meses pela agência governamental americana, que prevê que a calota polar possa quase desaparecer até o verão de 2030.

Maslowski disse que os últimos resultados de suas análises dão uma projeção de seis anos para o derretimento de 80% do gelo, mas acredita que uma parte resista além de 2020. Após a observação do climatologista, o gabinete de Gore disse que 75% foi um número utilizado pelo especialista como estimativa em uma conversa com o ex-vice-presidente “há vários anos”.

COP 15

A Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, de 7 a 18 de dezembro, que abrange 192 países, vai se reunir em Copenhague, na Dinamarca, para a 15ª Conferência das Partes sobre o Clima, a COP 15. O objetivo é traçar um acordo global para definir o que será feito para reduzir as emissões de gases de efeito estufa após 2012, quando termina o primeiro período de compromisso do Protocolo de Kyoto.

* Fonte:
http://noticias.terra.com.br/ciencia/cupuladoclimacopenhague/noticias/0,,OI4157892-EI14539,00.html

* Adendo nosso:

Al Gore na ECO 92 (3 a 14/06/1992, no Rio de Janeiro):

Al Gore na ECO 92

Al Gore acredita em acordo na reunião de Copenhague sobre o clima

Quarta-feira, 14 de Outubro de 2009

Portal Terra / Agência Brasil - 13/10/2009

O ex-vice presidente dos Estados Unidos, Al Gore, disse hoje (13) acreditar que os países participantes da próxima reunião da Organização das Nações Unidas sobre mudanças climáticas, em Copenhague (Dinamarca) chegarão a um acordo.

Al Gore estima que as chances de um entendimento em Copenhague aumentariam se o presidente norte-americano, Barack Obama, fosse capaz de negociar um consenso para a aprovação de um projeto que tramita no Congresso dos EUA antes da reunião marcada para dezembro.

Os Estados Unidos são, junto com a China, um dos maiores responsáveis pela emissão de carbono na atmosfera. O projeto em tramitação no Congresso norte-americano prevê uma redução de 4,5% da produção de gases de efeito estufa com base nos níveis de 1990.

O presidente da Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, questionou Gore sobre a timidez da meta prevista no projeto de lei. Al Gore disse que realmente a redução de 4,5% é pequena, mas pode ser um começo para que as discussões sobre o clima deslanchem.

Antes da palestra do ex-vice-presidente dos EUA, a Fiesp entregou ao político norte-americano um documento com a posição das indústrias paulistas em relação à redução das emissões de carbono. Pelo texto, a federação estabeleceu uma série de compromissos, como o incentivo ao desenvolvimento de tecnologias mais limpas e a ampliação do uso de energias renováveis.

A Fiesp não se comprometeu, no entanto, com nenhuma meta concreta de redução de emissões. Segundo Paulo Skaf, ainda é necessário realizar os inventários sobre o tamanho da poluição no Brasil antes de se estabelecer as metas.

O presidente da Fiesp também defendeu que, como o Brasil responde com um percentual pequeno das emissões globais, o país não deveria se prender a “compromissos precipitados”. Para ele, quem deve se comprometer com as metas de emissões são os países mais ricos e industrializados, principais responsáveis pela maior parte da poluição global.

* Fonte:
http://noticias.terra.com.br/brasil/noticias/0,,OI4040051-EI306,00.html

* Em ligação com:
Em SP, Al Gore diz que cabe ao Brasil decidir sobre a Amazônia

Fiesp entrega a Al Gore documento sobre meio ambiente

Quarta-feira, 14 de Outubro de 2009

Estadão - 13/10/2009

O presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, entregou esta tarde um documento intitulado “Mudanças Climáticas: o Valor das Convergências” ao ex-vice-presidente dos Estados Unidos, Al Gore, que está em São Paulo participando de fórum sobre mudanças climáticas.

Neste documento, a Fiesp afirma que, como representante do maior parque industrial brasileiro, não se omitirá diante do impacto global causado pelas mudanças climáticas.

Para isso, a entidade defende que os compromissos a serem assumidos na reunião de Copenhague - encontro mundial para discutir o clima - terão de estabelecer como prioridade a inclusão social e o nivelamento das assimetrias regionais, conciliando a redução das emissões de gases do efeito estufa com o crescimento do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH).

No documento, a Fiesp ressalta a importância de que os países se adaptem ao uso das fontes de energia renováveis a partir do bagaço de cana-de-açúcar e da energia eólica, bem como as renováveis com baixa intensidade de carbono, como a nuclear e o gás natural, para garantir a segurança energética.

O documento também evidencia a necessidade de expansão da utilização de biocombustíveis no transporte de carga no Brasil e a promoção e o incentivo da pesquisa de etanol de segunda geração. A Fiesp acha importante ainda incrementar a transferência de tecnologias brasileiras de produção e utilização de biocombustíveis para outros países.

* Fonte:
http://www.estadao.com.br/noticias/geral,fiesp-entrega-a-al-gore-documento-sobre-meio-ambiente,450013,0.htm

* Em ligação com:
Em SP, Al Gore diz que cabe ao Brasil decidir sobre a Amazônia

Em SP, Al Gore diz que cabe ao Brasil decidir sobre a Amazônia

Quarta-feira, 14 de Outubro de 2009

Globo.com - 13/10/2009

O ex-vice-presidente dos EUA e ganhador do Nobel da Paz em 2007 Al Gore disse nesta terça-feira (13) que a decisão sobre a questão da conservação da Amazônia “é do Brasil”. Ele participou de um evento na Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) na capital paulista.

Gore apontou que há 20 anos esteve na região amazônica e ficou impressionado com a diferença de visão que havia entre os brasileiros e a comunidade internacional em relação à necessidade de se proteger a floresta.

O democrata apontou que “se fosse o brasileiro e tivesse o direito de falar de políticas nacionais” do Brasil, defenderia a importância da biodiversidade. Segundo ele, é um desperdício vender a Amazônia apenas pelo preço de sua madeira , pois seu valor é muito maior. “Se fosse brasileiro, eu falaria, mas não vou falar”, disse, segundo tradução simultânea da Fiesp no evento - a imprensa não teve acesso ao áudio original da palestra por motivo de direitos autorais.

O ex-vice dos EUA destacou que um quarto das emissões de gases causadores do efeito estufa são produzidos pelo desmatamento. Lembrou no entanto que a Indonésia, devido à grande quantidade de queimadas naquele país, supera o Brasil em emissões, que ainda assim, emite muito devido à devastação.

Gore se desculpou por comentar problemas do Brasil quando os EUA emitem muito mais gases de efeito estufa. Ele se disse otimista em relação à aprovação, pelo senado americano, de uma lei de clima e de redução das emissões, ainda que insuficiente, antes das negociacões na reunião em que se definirá um novo acordo climático mundial, em dezembro, em Copenhague.

“A realidade política [nos EUA] é que será muito dificil assegurar a redução de 4,5% a 6,5% em relação aos índices de 1990 até 2020″, comentou. “Uma vez que tenhamos um preço do carbono, isso desengatilhará reduções muito mais rápidas”.

O líder ambientalista comentou que um ponto importante que deveria ser incluído nas negociacões no final do ano é a “recarbonização” do solo. Segundo ele, atualmente busca-se extrair o máximo do solo, sem pensar em sua sustentabilidade a longo prazo e sem considerar que ele retém mais carbono que a vegetação que sustenta.

De acordo com Gore, seria importante definir formas de remuneração pela manutenção do carbono no solo, viabilizando financeiramente a agricultura sustentável. Ele ainda lembrou que na Amazônia, há séculos, índios capturavam carbono no solo, tornando-o mais fértil, o que ficou conhecido como “terra preta” (clique aqui para saber mais).

Falando para uma plateia de empresários, o ex-vice americano elogiou a matriz energética brasileira, em especial a indústria do álcool, que, segundo ele, alcançou o maior índice de rendimento na produçào de etanol em todo o mundo.

Gore ainda comentou a escolha do Rio de Janeiro como sede dos Jogos Olímpicos de 2016. “Gostaria de parabenizar o Brasil pelas Olimpíadas. Foi uma realização e tanto. Minha alegria fica reduzida pelo fato de que foi às custas dos EUA”, lamentou. Ao final do evento, Gore foi condecorado com a Ordem do Mérito Industrial São Paulo.

* Fonte:
http://g1.globo.com/Amazonia/0,,MUL1339608-16052,00.html

Al Gore tentou resgatar jornalistas presas na Coréia do Norte, mas não conseguiu

Domingo, 23 de Agosto de 2009

Gustavo Guerrear, editor do Tabernaculonet - 22/08/2009

Bill Clinton
[Clinton embarca com jornalistas rumo aos EUA]

Ao que tudo indica, o político Al Gore tentou ser o responsável pelo resgate das josnalistas norte-americanas que foram presas na Coréia do Norte. Apesar do fato de as jornalistas trabalharem em um canal (Current TV) que pertence a Al Gore, não vejo isso como um motivo ou argumento para ele ir pessoalmente na Coréia do Norte fazer o resgate das jornalistas. Pois foi isso que ele tentou fazer, segundo informaram agências de notícias. Abaixo estão trechos se algumas matérias:

(…) O governo de Obama planejava enviar o ex-vice-presidente Al Gore, mas Pyongyang rejeitou a ideia, aparentemente para que Washington enviasse um alto funcionário autorizado a manter conversações políticas. (…)

* Fonte: Folha de S. Paulo

(…) Quando os EUA receberam a indicação de que um nome de peso faria a diferença, a Casa Branca sugeriu o ex-vice de Bill Clinton, Al Gore, que é dono da empresa de mídia que emprega as jornalistas. Kim, porém, sinalizou às presas preferência por Clinton. Uma vez informados da demanda, familiares e Gore se aproximaram do ex-presidente, dizem os jornais. (…)

* Fonte: Jornal Folha de S.Paulo / Observatório de Imprensa

Uma matéria do jornal The New York Times chega especificar que Hillary Clinton (Secretária de Estado dos EUA) foi uma das que sugeriu o envio de Al Gore à Coréia do Norte:

(…) Hillary Clinton esteve muito envolvida no caso, igualmente. Ela propôs o envio de diversos possíveis representantes a Pyongyang, entre os quais Al Gore, antigo vice-presidente dos Estados Unidos na era Clinton, para tentar obter a libertação das mulheres. Por fim, seu marido surgiu como escolha preferencial de parte dos norte-coreanos, informaram pessoas familiarizadas com as negociações. (…)

* Fonte: The New York Times / Portal Terra

Todas as reportagens indicaram que a objeção à ida de Gore foi feita somente pelo líder da Coréia do Norte (o que, obviamente foi suficiente para frustrar os planos de Gore). Apesar de não ter conseguido ser “o herói” da libertação das jornalistas na Coréia do Norte, Al Gore foi pessoalmente recebe-las (as jornalistas e Bill Clinton) na chegada aos EUA:

(…) Elas foram recebidas pelas famílias e também pelo ex-vice-presidente americano Al Gore. (…)

* Fonte: Agência de Notícias da ONU

Gore

Veja o gesto e algumas das palavras de Al Gore nesta ocasião:

(…) Gore - ao ver Clinton descendo as escadas do avião - caminhou na direção dele batendo palmas ruidosamente, comandando os aplausos da audiência. (…)

(…) “Eu gostaria de fazer um agradecimento especial ao presidente Clinton”, disse Gore, enquanto o colega o encarava e agradecia com um aceno de cabeça. “Meu parceiro e meu amigo. Estou muito grato”. (…)

* Fonte: The New York Times / Portal Terra

Clinton e Gore

Tem um detalhe importante nisso tudo: Depois de terem trabalhado juntos como presidente e vice, Clinton e Gore seguiram rumos diferentes em suas vidas e foram adversários em algumas oportunidades, inclusive ocorrendo apoio de Al Gore para Obama na disputa contra Hillary Clinton pela presidência.

Vejam que Al Gore tentou aproveitar ao máximo este episódio da libertação das jornalistas, pois mesmo não tendo conseguido ir à Coréia do Norte, foi receber Bill Clinton na chegada aos EUA com as jornalistas. Leia mais informações sobre a relação entre Gore e Clinton na matéria abaixo:

The New York Times: Clinton e Gore deixam rivalidade de lado em abraço

Certamente a imagem de Al Gore melhoraria ainda mais se ele tivesse ido à Coréia do Norte libertar as jornalistas, assim como ocorreu com Bill Clinton que, por exemplo, recebeu parabéns da ONU:

Agência de Notícias da ONU:  ONU parabeniza Bill Clinton em liberação de jornalistas

[Arquivo: Ano 2008] Al Gore anuncia apoio a Obama e pede doações para a campanha democrata

Sexta-feira, 21 de Agosto de 2009

AP / Globo.com - 16/06/2008

Al GoreEm uma mensagem que vai ser enviada por e-mail a apoiadores de Obama, Gore dirá que fará “todo o possível” para ajudar o senador por Illinois a chegar à Casa Branca.

Nela, Gore também pede doações para ajudar a financiar a campanha de Obama. É a primeira vez que Gore pede, em seu site oficial , contribuições para uma campanha política.

Uma das figuras mais populares do Partido Democrata, Gore havia mantido distância da campanha durante as primárias, evitando apoiar Obama ou sua então rival, a senadora Hillary Clinton. Ele é o último nome de peso entre os democratas a anunciar apoio a Obama.

Depois da virtual vitória de Obama nas prévias, o nome de Gore foi bastante citado como um dos possíveis vices na chapa democrata. Segundo assessores de Obama, ele traria à chapa a “experiência” que faltava a Obama.

Mas o  ex-vice nunca confirmou os boatos. E, na nota desta segunda-feira, Gore não toca no assunto de uma possível candidatura a vice.

Gore perdeu para o atual presidente republicano George W. Bush nas eleições de 2000, após uma apuração bastante contestada, em que obteve mais votos populares.

O ex-vice-presidente também anunciou que deve subir no palanque com Obama em um comício em Detroit na noite desta segunda-feira.

* Fonte:
http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,MUL603232-5602,00(…).html

* Nota: Estamos montando no Blog um histórico de notícias sobre o político norte-americano Al Gore.

[Arquivo: Ano 2008] Bono confessa pecados ambientais ao “padre” Al Gore

Sexta-feira, 21 de Agosto de 2009

AFP / Globo.com - 24/01/2008

Quando o líder da luta contra o aquecimento do planeta, Al Gore, te visita em sua casa, isso equivale a uma experiência de culpa e autoflagelação, confessou nesta quinta-feira o vocalista do U2, o irlandês Bono.

O roqueiro dividiu as atenções com o ex-vice-presidente americano na reunião anual dos mais ricos e poderosos do mundo na estação de esqui de Davos, e brincou ao dizer que sua amizade é uma fonte constante de pressões domésticas.

“Gore esteve em minha casa e é como (…) bom, aqui chegou o reciclador Al, já sabem (…) Tenho um carro luxuoso, mas funciona a etanol, Al”, disse Bono.

Bono admitiu que uma carreira no rock nem sempre é compatível com um estilo de vida ecológico, e comparou uma conversa com Gore a uma confissão.

“É como estar com um padre irlandês. Você começa a confessar seus pecados”, afirmou. “Padre Al, não sou apenas um poluidor sonoro, sou um poluidor sonoro, uma estrela do rock ensopada de diesel que viaja em jato particular”, acrescentou.

“Vou abandonar este mau costume. Estou sofrendo com o padre Al, mas o petróleo foi muito bom para mim, esses comboios de caminhões, produtos petroquímicos, gel para o cabelo”, afirmou.

Bono e Gore viajaram para Davos para promover suas respectivas campanhas de combate à pobreza e pela redução das emissões de gases que provocam o efeito estufa.

* Fonte:
http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,MUL272407-5602,00.html

* Nota: Estamos montando no Blog um histórico de notícias sobre o político norte-americano Al Gore.