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Mundo inteiro sob vigilância total

Quarta-feira, 15 de Maio de 2013

Voz da Rússia - 15/02/2013

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Colocando na Internet suas fotos pessoais com comentários diversos, a maioria de utentes nem sequer adivinha que, involuntariamente, corre o risco de ficar sob o controle de muitas pessoas e entidades interessadas. Uma série de companhias especializadas em software está desenvolvendo aplicações para vigiar a atividade de pessoas por meio de dados disponíveis em redes sociais.

Para evitar discussões desnecessárias, tais trabalhos se efetuam em segredo. Jornalistas do jornal britânico The Guardian publicaram materiais dedicados ao novo programa RIOT (Rapid Information Overlay Technology), criado pela empresa militar Raytheon. Processando e conferindo as informações recolhidas nos sítios como Twitter, Facebook, Foursquare e outros tantos, o soft pode reproduzir em pleno o cotidiano dos vigiados. Um observador recebe um esquema pormenorizado das relações do indivíduo com seus colegas, companheiros e familiares. Como aditamento, segue um mapa de deslocações com os itinerários indicados. Em resumo, o programa RIOT é capaz de compor um retrato psicológico-moral da pessoa, incluindo seus hábitos, qualidades e características e atépontos fracos e motivações de comportamento.

Conforme os peritos da Raytheon, o respetivo know-how aindanão foi vendido. No entanto, de acordo com as normas de regulação das exportações, o programa RIOT entra na categoria “EAR99″ que, na maioria dos casos, admite o fornecimento de produtos sem licenciamento prévio.

Em princípio, há já muito que todo o mundo se encontra vigiado, assevera em entrevista à Voz da Rússia o perito médico Anton Korobkov-Zemlianski.

“Os dados disponíveis na Internet e aos quais temos acesso livre podem ser recolhidos com ajuda de sistemas de pesquisa sem falar de software específico. Por isso, a questão que se coloca é quem é que pode estar interessado nisso”.

Os órgãos de segurança e os serviços especiais podem, mediante as redes sociais, seguir de perto a vida das pessoas, exercendo o controle sobre a sua atividade, frisou o diretor-geral da Agência de Tecnologias de Informação R-Tehno (Р-Техно, sigla russa), Roman Romachev. Claro que se trata de um vigia total, adiantou entrevistado pela emissora Voz da Rússia.

“Se você coloca qualquer informação sobre si mesmo em redes sociais, tem que estar pronto para os cenários em que esta informação poderá vir a ser utilizada contra você. Por exemplo, não se recomenda disponibilizar informações sobre a família, publicar fotos familiares e dos locais que você costuma visitar, bem como dados referentes aos bens imóveis e aos meios de transporte”.

Em opinião de Romachev, a criação de tais programas como RIOT não passa de uma mera etapa na evolução da chamada Teia Mundial.

De qualquer maneira, está perto a altura em que a vigilância será praticamente total, isto é, seremos vigiados tanto no espaço real, como virtual. Hoje em dia, nas maiores cidades e centros industriais foram instalados, em cada esquina, webcams diversas. Nos EUA a companhia DARPA se empenha na projeção de um complexo cibernético, capaz de identificar potenciais criminosos no meio de grandes concentrações de pessoas. Num banco de dados eletrônico, serão inseridos padrões de comportamento normal e suspeito. Não se exclui a hipótese de gradual realização do enredo do filme utópico de Steven Spielberg Minority Report no qual uma simples intenção ou ideia de cometer um crime pode servir de pretexto para a detenção ou a neutralização do possível transgressor da lei.

Todavia, se acreditarmos em previsões de peritos, nessa etapa, os cidadãos comuns não devem ter motivos para receios desde que não tenham problemas com a justiça e não ostentem o seu luxo. Se se comportarem bem, estarão fora do alcance de serviços secretos, ladrões internacionais, criminosos e terroristas.

* Fonte:
http://portuguese.ruvr.ru/2013_02_15/Mundo-inteiro-sob-a-vigia-total/

Marinha americana prepara sistema de laser para neutralizar inimigos

Terça-feira, 9 de Abril de 2013

Agência AFP / Portal Terra - 09/04/2013

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[Fotos: AP]

A Marinha dos Estados Unidos anunciou que está desenvolvendo um sistema de laser no mar capaz de neutralizar pequenos barcos inimigos e derrubar drones (veículos aéres não-tripulados) de vigilância. O sistema será utilizado a partir de 2014, dois anos antes do previsto, a bordo do USS Ponce, um navio de transporte anfíbio, anunciou a Marinha.

O almirante Matthew Klunder, diretor de pesquisa naval (ONR), informou que o custo de um disparo laser de “energia dirigida” poderia ser inferior a um dólar. “Comparem isto com as centenas de milhares de dólares que custa um disparo de míssil e verão os méritos do sistema”, disse o almirante.

A Marinha já testou com sucesso o sistema contra alvos móveis no mar e contra um drone.

* Fonte:
http://noticias.terra.com.br/mundo/estados-unidos/marinha-americana-prepara-sistema-de-laser-para-neutralizar-inimigos,ed757a21e96ed310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html

HAARP: o projeto militar dos EUA que pode ser uma arma geofi­sica

Segunda-feira, 29 de Outubro de 2012

TecMundo.com.br - 26/01/2011

Em 1993, começou a funcionar no Alasca (Estados Unidos) o HAARP, um projeto de estudos sobre a ionosfera terrestre. O HAARP, que significa “Programa de Investigação de Aurora Ativa de Alta Frequência”, visa a compreender melhor o funcionamento das transmissões de ondas de rádio na faixa da ionosfera, parte superior da atmosfera.

Segundo relatos oficiais, o projeto tem como objetivo principal ampliar o conhecimento obtido até hoje, sobre as propriedades físicas e elétricas da ionosfera terrestre. Com isso, seria possível melhorar o funcionamento de vários sistemas de comunicação e navegação, tanto civis quanto militares (o que gera desconfiança em grande parte dos conhecedores do HAARP).

Para realizar estes estudos, as antenas de alta frequência do HAARP enviam ondas para a ionosfera visando a aquecê-la. Assim são estudados os efeitos das mais diversas interações de temperaturas e condições de pressão.

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[Fonte da imagem: www.haarp.alaska.edu]

Por que no Alasca?

A criação das instalações foi possível graças a uma parceria entre a Força Aérea Americana, A Marinha dos Estados Unidos e também da Universidade do Alasca. Esta última foi escolhida a dedo, graças à localização: a ionosfera sobre o Alasca é pouco estável, o que garante uma maior gama de condições para os estudos.

Outro fator que pendeu para que os pesquisadores escolhessem o Alasca é a ausência de grandes cidades nas proximidades. Assim, não há ruídos na captura de imagens e sinais, pois os sensores ficam localizados ao alto de algumas montanhas.  Também há informações de que este local sofreria o menor impacto ambiental entre as áreas candidatas a receber o HAARP.

Ionosfera: íons e mais íons

Esta faixa recebe este nome porque é bastante ionizada, ou seja, perde e ganha elétrons com facilidade, o que a deixa em constante carregamento elétrico. O grande agente ionizador da ionosfera é o sol, que irradia muita carga na direção da Terra, mas meteoritos e raios cósmicos também influenciam bastante na presença dos íons.

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[Fonte da imagem: Wikipedia.org]

A densidade dos íons livres é variável e apresenta alterações de acordo com vários padrões temporais, hora do dia e estação do ano são os principais pontos de variação da ionosfera. Outro fenômeno interessante acontece a cada 11 anos, quando a densidade dos elétrons e a composição da ionosfera mudam drasticamente e acabam bloqueando qualquer comunicação em alta frequência.

Reflexão ionosférica

Há frequências de ondas que são, quase, completamente refletidas pela ionosfera quando aquecida pelas antenas HAARP. Os pesquisadores do HAARP pretendem provar que essa reflexão pode ser utilizada como um satélite para enviar informações entre localidades, facilitando as comunicações e também a navegação, melhorando os dispositivos GPS utilizados atualmente.

O problema é que ainda não se conhecem as reais propriedades da reflexão ionosférica. Além disso, há o fato de as propriedades da ionosfera se modificarem durante a noite, por exemplo, quando a altitude dela aumenta e as densidades ficam mais baixas. Essas variações tornam difícil uma padronização para o envio de ondas, independente do comprimento delas.

HAARP: um novo modo de estudo

Há várias formas de estudo das faixas da atmosfera terrestre. Para as camadas mais baixas, até mesmo balões podem ser utilizados para capturar dados sobre diferenças nas condições naturais. A camada de ozônio, por exemplo, é verificada com balões meteorológicos que realizam medições das taxas de radiação que ultrapassam pela atmosfera.

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[Fonte da imagem: www.haarp.alaska.edu]

Por ficar muito mais acima, balões meteorológicos e satélites não podem ser utilizados para realizar medições e análises sobre a ionosfera. Por isso o HAARP é tão importante, já que utiliza a maneira mais eficiente de contatar o setor: antenas de emissão de ondas de frequência altíssima.

Os resultados são utilizados para entender como o sol influencia no sinal de rádio em diversas faixas de frequência. Utiliza-se também um “Aquecedor Ionosférico”, conhecido como “Instrumento de Investigação Ionosférica”, ele transmite frequências altas para modificar a ionosfera e entender os processos produzidos em sua composição.

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[Fonte da imagem: www.haarp.alaska.edu]

As antenas do Instrumento de Investigação emitem sinais para altitudes entre 100 e 350 Km. Outros aparelhos do mesmo projeto são responsáveis pela recepção dos sinais, interpretando-os e permitindo a criação de relatórios sobre a dinâmica do plasma ionosférico e também sobre a interação entre o planeta e o sol.

Aquecendo a ionosfera: riscos?

O HAARP não é o único aquecedor ionosférico do planeta. Há também um localizado na Noruega e outro na Rússia. Todos eles realizam o mesmo processo: utilizam antenas de alta frequência para aquecer a ionosfera e criar uma aurora artificial.

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[Fonte da imagem: www.haarp.alaska.edu]

Essa aurora artificial é muito aquecida, o que pode gerar elevação nas temperaturas em determinadas localidades do planeta. Em uma espécie de efeito estufa ionosférico, locais abaixo da ionosfera atingida pelas antenas do HAARP podem ter suas temperaturas elevadas em alguns graus centígrados.

O outro lado da moeda: as conspirações

Assim como boa parte de tudo o que é produzido sob tutela de alguma das forças armadas norte-americanas, o HAARP também gera uma série de desconfianças por parte das mentes mais conspiratórias. Ameaça global ou apenas melhorias nas tecnologias de comunicação? Confira as teorias de conspiração que envolvem este projeto.

Arma geofísica: a denúncia russa

E nem todas estas teorias surgem de movimentos independentes. A prova disso aconteceu em 2002, quando o parlamento russo apresentou ao então presidente Vladimir Putin documentos que afirmavam veementemente que os Estados Unidos estariam produzindo um novo aparelho, capaz de interferir em todo o planeta, a partir de pontos isolados.

O relatório dizia que o HAARP seria uma nova transição na indústria bélica, que já passou pelas fases de armas brancas, armas de fogo, armas nucleareas, armas biológicas e chegaria então ao patamar de armas geofísicas. Segundo estas teorias, seria possível controlar placas tectônicas, temperatura atmosférica e até mesmo o nível de radiação que passa pela camada de ozônio.

Todas estas possibilidades podem gerar uma série de problemas para as populações atingidas. Atingindo países inteiros, desastres naturais podem minar economias, dizimar concentrações populacionais e gerar instabilidade e insegurança em toda a Terra.

Terremoto no Haiti

Quais seriam os efeitos dos controles de frequência sobre as placas tectônicas? Segundo a imprensa venezuelana a resposta é: terremoto. O jornal “Vive” afirma que teve acesso a documentos que comprovam a utilização do HAARP para manipular a geofísica caribenha e ocasionar os terremotos do Haiti, que causaram a morte de mais de 100 mil pessoas.

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[Fonte da imagem: www.usaid.gov]

Caso esteja se perguntando os motivos para a escolha de um país tão pobre, as teorias conspiratórias também possuem a resposta para esta pergunta. Os Estados Unidos precisavam de um local para testar o potencial de sua nova arma. Os testes oceânicos não davam informações suficientes e atacar os inimigos no oriente médio seria suicídio comercial.

Afinal de contas, terremotos poderiam destruir poços de petróleo muito valiosos. Assim, o governo norte-americano viu no Haiti, um país já devastado, o perfeito alvo para seus testes. Sem potencial econômico e sem possuir desavenças com outros países, dificilmente haveria uma crise diplomática com a destruição do Haiti.

Bloqueio militar

Outra teoria bastante defendida diz que os Estados Unidos poderiam causar um completo bloqueio militar a todas as outras nações do mundo. Causando interferências nas ondas habituais, impedindo que qualquer frequência seja refletida pela atmosfera e até mesmo que dispositivos de localização possam ser utilizados.

Para isso, a defesa norte-americana só precisaria aquecer a ionosfera com seus aquecedores HAARP. Com a potencia correta, todo o planeta ficaria em uma completa escuridão geográfica. Então, apenas quem possui o controle do aquecedor ionosférico poderia ter acesso aos dados de localização e navegação de seus veículos militares.

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[Fonte da imagem: Wikimedia.org / Marku 1988]

Também se fala em mapeamentos de todo o planeta em pouco minutos, pois as ondas de frequências extremas poderiam criar relatórios completos de tudo o que existe na superfície terrestre. Elementos vivos ou não, tudo poderia ser rastreado pelas ondas do HAARP. Pelo menos é o que dizem as teorias conspiratórias.

Controle mental

Existem ondas de rádio em diversas frequências, por mais que não sintonizemos nossos rádios para captá-las, elas estão no ar. O som também é emitido em frequências e há amplitudes delas que os ouvidos humanos não são capazes de captar, mas isso não quer dizer que elas não existam. Somando estes dois pontos, temos mais uma teoria conspiratória.

Utilizando uma mescla de ondas de rádio com frequência sonora, os Estados Unidos poderiam manipular a mente coletiva para que algum ideal fosse defendido ou algum governo rival fosse atacado. Enviando as informações para toda a população em frequências que não poderiam ser captadas por aparelhos, não demoraria para que a “lavagem cerebral” estivesse concluída.

Há quem diga que este tipo de manipulação será utilizado em breve no Irã. O governo atual não é favorável às políticas norte-americanas, portanto seria vantajoso que o povo se rebelasse contra os seus líderes. Mensagens antigoverno seriam incutidas na mente do povo iraniano com o auxílio das antenas HAARP.

Pura ficção?

No desenho G.I. Joe: Resolute, o programa HAARP é capturado por vilões que desejam transformar o potencial do projeto em uma arma de destruição em massa. Além dos danos que citamos nas teorias conspiratórias, nesta história as antenas transformavam-se também em canhões de energia.

Enviando enormes quantidades de energia para a ionosfera, que refletia toda a energia, os vilões poderiam acabar com qualquer lugar do planeta, apenas mirando e concentrando o poder energético das antenas de frequências altíssimas localizadas no Alasca.

Quando se fala no mundo real, tudo o que se tem de concreto sobre o HAARP é que estudos são feitos constantemente sobre a ionosfera terrestre para que ela possa ser transformada em uma antena de transmissão de informações, beneficiando as comunicações e sistemas de navegação.

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[Fonte da imagem: www.haarp.alaska.edu]

Mas será que é somente para isso que os investimentos bilionários do governo norte-americano estão sendo utilizados? Nunca foram revelados dados concretos sobre o dinheiro empregado no projeto, mas há especulações de que mais de 200 milhões de dólares sejam gastos por ano com as antenas do HAARP.

* Fonte:
http://www.tecmundo.com.br/tecnologia-militar/8018-haarp-o-projeto-militar-dos-eua-que-pode-ser-uma-arma-geofisica.htm

Máquina pode ler pensamentos e extrair informações confidenciais

Segunda-feira, 27 de Agosto de 2012

Portal Terra - 27/08/2012

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Cientistas descobriram uma maneira de ler pensamentos que pode ser utilizada para extrair informações confidenciais como senhas e dados bancários através de uma ferramenta simples: um aparelho semelhante a um fone de ouvido, à venda por US$ 299. Essa tecnologia é parecida com aquela utilizada para detectar os movimentos de uma pessoa, disponível em games como o Kinect e o Wii. As informações são do TechCrunch.

A aplicação imediata dessa tecnologia, para os pesquisadores, seria na área de segurança, permitindo que investigadores descubram se um suspeito tem familiaridade com outro possível criminoso ou não. Sua aplicação na descoberta de informações confidenciais é menos precisa: foi possível “hackear” o cérebro e identificar o primeiro número de uma senha, por exemplo, apenas 40% das vezes.

O dispositivo, chamado Emotiv, funciona da seguinte maneira: através das ondas cerebrais, os cientistas leem os dados captados pela máquina e são capazes de descobrir quando alguém reconhece objetos, rostos ou locais familiares e assim “adivinhar” informações pessoais. Com o avanço da tecnologia, a expectativa é de que seja possível transformar as ondas cerebrais em imagens que filtrem melhor a busca pelos dados procurados.

* Fonte:
http://tecnologia.terra.com.br/noticias/0,,OI6106616-EI12882,00-Maquina+pode+ler+pensamentos+e+extrair+informacoes+confidenciais.html

Steve Jobs reencarnou como um ente divino, diz seita budista

Quinta-feira, 23 de Agosto de 2012

AFP / Huffington Post / Portal Terra - 23/08/2012

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Um movimento budista tailandês afirmou que o falecido fundador da Apple, Steve Jobs, reencarnou como uma divindade de médio porte em um universo paralelo. O abade de um templo em Bangkok fez um sermão sobre a jornada do americano no pós-vida, de acordo com um jornal local.

A declaração do religioso tailandês foi dada em resposta ao pedido de Tony Tseung, budista e engenheiro sênior da sede da Apple em Cupertino. O autor da afirmação é Phra Thepyanmahamuni, abade do templo de Wat Phra Dhammakaya. O funcionário da Apple teria perguntado se ele sabia onde - e como - estava Jobs, que morreu aos 56 anos, vítima de um câncer no pâncreas que vinha tratando desde 2003.

“Depois que o sr. Steve Jobs partiu, ele reencarnou como um ente divino (…) sua reencarnação é uma ‘Thepphabhut Phumadeva’ (divindade) de médio porte - metade Witthayathorn, metade yak - que vive em um universo paralelo não muito longe de onde ele estava como um humano”, disse o budista.

Jobs era adepto do zen budismo e quase foi para um monastério para se tornar monge. Ele se casou com Laurene Powell em 1991 em um templo budista. De acordo com o Asian Correspondent, o abade descreveu o espaço em que Steve Jobs estaria vivendo, bem como seus vizinhos e o modo como ele passaria seus dias - tudo revelado através da prática de meditação.

“Sobre o alojamento desse novo ente divino: é um local muito limpo, simples e de médio porte, com seis andares de altura, construída com metal prateado e cristais em grandes quantidades. (…) Ele tem cerca de 20 servos celestiais a seu serviço, que vêm do karma obtido por sua natureza caridosa como humano ao doar dinheiro, objetos e conhecimento para a sociedade”, teria afirmado Phra Thepyanmahamuni.

O movimento Dhammakaya, que opinou sobre a pós-vida de Steve Jobs, tem sido alvo de suspeitas por concentrar seus esforços na captação de recursos e ligações políticas com membros da família real tailandesa, segundo um livro intitulado “Novos Movimentos Budistas na Tailândia”. O Bangkok Post noticiou que o grupo acumula controvérsias devido a seu envolvimento com doações de campanha no país e alegações de milagres.

Com informações do Huffington Post.

* Fonte:
http://tecnologia.terra.com.br/stevejobs/noticias/0,,OI6095902-EI18952,00-Steve+Jobs+reencarnou+como+um+ente+divino+diz+seita+budista.html

Intensa erupção solar envia partículas na direção da Terra

Segunda-feira, 5 de Março de 2012

Agência EFE / Portal Terra - 05/03/2012

Uma forte erupção na superfície do Sol, somada com a temporada de tempestades, enviou ondas de plasma e partículas que alcançarão a Terra, conforme informou nesta segunda-feira o Centro de Prognósticos Climatológicos Espaciais (SWPC). O SWPC, operado pelo Serviço Meteorológico Nacional dos Estados Unidos, indicou que o clarão foi de classe X1.1, o que significa que se trata de uma das mais poderosas das erupções solares. O fenômeno aconteceu à 1h13 desta segunda-feira.

A expectativa é de que a onda de plasma e partículas solares alcance a Terra em dois ou três dias. As erupções solares interferem no campo magnético da Terra e as ondas, que obrigaram a mudar a rota de alguns aviões comerciais que sobrevoavam os pólos, continuarão se intensificando, segundo os especialistas.

O Sol passa por ciclos regulares de atividade, que a cada 11 anos aproximadamente se intensificam e provocam tempestades que às vezes deformam e inclusive atravessam o campo magnético da Terra. Os especialistas indicaram que a atual temporada de tempestades é a mais intensa registrada desde setembro de 2005 e que estas provocam efeitos especiais únicos como as auroras boreais, além de interferir nas comunicações.

Além disso, as redes de transmissão de eletricidade, as comunicações via rádio e os sistemas de satélites são afetados, mas a Nasa afirmou que os astronautas da Estação Espacial Internacional (ISS) não correm perigo.

Em janeiro, os cientistas detectaram duas erupções no período de quatro dias seguidos por ondas com bilhões de toneladas de plasma viajando a cerca de 8 milhões de km/h. A onda causada pelo segundo dos dois clarões alcançou a Terra cerca de 34 horas depois da erupção, em vez dos dois ou mais dias que habitualmente esse deslocamento demora.

* Fonte:
http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI5648517-EI301,00-Intensa+erupcao+solar+envia+particulas+na+direcao+da+Terra.html

Sol lança forte tempestade geomagnética sobre a Terra

Terça-feira, 24 de Janeiro de 2012

Reuters / Yahoo! - 23/01/2012

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A tempestade geomagnética mais forte em mais de seis anos deve atingir a Terra na terça-feira, e pode afetar as rotas aéreas, redes de energia e satélites, disse o Centro de Previsão Meteorológica Espacial dos Estados Unidos.

A ejeção de massa coronal - uma grande parte da atmosfera do Sol - foi lançada em direção à Terra no domingo, conduzindo partículas solares energizadas a cerca de 2.000 quilômetros por segundo, cerca de cinco vezes mais rápido do que costumam viajar as partículas solares, disse Terry Onsager, do Centro.

“Quando nos atingir será como um grande aríete que empurra o campo magnético da Terra”, disse Onsager, de Boulder, no Colorado. “Essa energia faz com que o campo magnético da Terra flutue”.

Essa energia também pode interferir em comunicações de alta frequência de rádio, usadas pelas empresas aéreas para navegar próximo ao Polo Norte em voos entre a América do Norte, Europa e Ásia, portanto algumas rotas podem ser mudadas, disse Onsager.

Também pode afetar redes de energia e operações por satélite, disse o Centro em um comunicado. Astronautas a bordo da Estação Espacial Internacional podem ser aconselhados a buscar abrigo em partes específicas da aeronave para evitar uma dose solar reforçada de radiação, disse Onsager.

O Centro de Meteorologia Espacial disse que a intensidade da tempestade geomagnética seria provavelmente moderada ou forte, nos níveis dois e três de uma escala de cinco níveis, sendo o cinco o mais extremo.

* Fonte:
http://br.noticias.yahoo.com/sol-lan%C3%A7a-forte-tempestade-geomagn%C3%A9tica-sobre-terra-225705325.html

Aprendizado pode ser “inserido” diretamente no cérebro

Terça-feira, 13 de Dezembro de 2011

Revsta Science / Diário da Saúde - 12/12/2011

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Fonte: Revista Science

Uma nova pesquisa sugere que pode ser possível aprender tarefas de alto desempenho com pouco ou mesmo nenhum esforço consciente.

Isso inclui aprender a tocar piano, reduzir o estresse mental, melhorar o desempenho no esporte ou virtualmente qualquer outra tarefa que, normalmente, exija grande treinamento e grande esforço.

O trabalho revolucionário - e um tanto preocupante - foi publicado na revista Science.

Controlando o cérebro pelos olhos

Os pesquisadores usaram imagens de ressonância magnética funcional (fMRI) para, através do córtex visual de uma pessoa, induzir padrões de atividade cerebral equivalentes a um padrão previamente conhecido, envolvido com o aprendizado que se quer obter.

Imagine uma pessoa olhando para uma tela de computador e tendo seus padrões de atividade cerebral modificados para se equivalerem àqueles de um atleta de ponta, ou para se recuperar de um trauma.

Embora o estudo esteja em estágio preliminar, os cientistas afirmam que esta é uma possibilidade que poderá ser real no futuro.

“As áreas visuais dos adultos são suficientemente plásticas para induzir um aprendizado perceptual visual,” garante Takeo Watanabe, coordenador do estudo, que envolveu cientistas do Japão e dos Estados Unidos.

Aprender olhando

Os neurocientistas descobriram que as imagens vão gradualmente se construindo no cérebro de uma pessoa, aparecendo primeiro como linhas, bordas, formas, cores e movimentos.

A seguir, o cérebro parte para os detalhes, que permitem, por exemplo, que saibamos diferenciar uma bola vermelha de uma bola azul.

Kazuhisa Shibata, um dos membros da equipe, criou então uma técnica que usa o chamado neurofeedback para induzir um determinado padrão de atividade cerebral por meio da ativação do córtex visual.

Esse padrão foi obtido por meio de ressonância magnética do “professor”, aquele indivíduo que já dominava a tarefa.

Os pesquisadores então testaram se as repetições desse padrão de ativação cerebral no “aluno” poderiam aumentar seu desempenho naquela tarefa.

Os resultados surpreenderam.

Na verdade, os voluntários aprenderam mesmo quando não sabiam que estavam aprendendo, e pensavam estar participando de um teste de computadores.

Aprender sem querer

Isto traz uma questão inevitável: a pesquisa prova que é possível um novo tipo de aprendizado automatizado, ou aprendizado hipnótico?

Os cientistas afirmam que sim, mas fazem algumas ressalvas.

“Neste estudo, nós confirmamos a validade de nosso método somente no aprendizado perceptual visual. Nós vamos ter de testar se o método funciona também em outros tipos de aprendizado,” afirmam.

Mas o que já foi alcançado não é pouco, incluindo memória, controle motor e reabilitação. Depois de frisarem o termo “possibilidades”, os pesquisadores falam em aprender idiomas e até aprender a pilotar um avião.

Mas há riscos bastantes óbvios, sobretudo quando se leva em conta que a técnica funciona com pessoas que não sabem que estão aprendendo.

“Nós termos de ser cuidadosos para que isso não seja usado de forma não-ética”, concordam os cientistas.

* Fontes:
http://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=aprendizado-inserido-diretamente-cerebro&id=7229

http://www.sciencemag.org/content/334/6061/1413.full

Wikileaks: governos fazem espionagem em massa de celulares e computadores

Segunda-feira, 5 de Dezembro de 2011

Portal UOL - 02/12/2011

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O site Wikileaks divulgou nesta quinta-feira (1) um sistema de espionagem em massa realizado por governos de diversos países em telefones celulares, computadores e também nos perfis de redes sociais de seus cidadãos. A prática, diz o documento, é adotada por ao menos 25 nações (entre elas o Brasil) por intermédio de 160 empresas de inteligência.

“Na prática, essa indústria [de espionagem] não é regulamentada. Agências de inteligências, forças militares e autoridades policiais podem, de forma silenciosa, em massa e secretamente, interceptar ligações e controlar computadores sem a ajuda ou conhecimento de empresas de telecomunicações. A localização física do usuário pode ser traçada se ele tiver um telefone celular, mesmo que o aparelho esteja em stand by”, afirma o documento do Wikileaks.

Esse vazamento foi chamado de projeto Spy Files (arquivos espiões) e, segundo o Wikileaks, mais informações serão publicadas sobre esse tipo de espionagem ainda nesta semana e também no próximo ano. O projeto fala ainda sobre a existência de muitas empresas que vendem equipamentos de espionagem em massa para agências de inteligência.

“Nos últimos dez anos, sistemas para espionagem indiscriminada em massa tornaram-se a regra. Empresas de inteligência como a VasTech vendem secretamente equipamentos que registram de forma permanente chamadas telefônicas de nações inteiras. Outras gravam a localização de cada telefone celular em uma cidade (…). Sistemas para infectar cada usuário do Facebook ou de smartphone de um grupo inteiro de pessoas estão no mercado de inteligência”, diz o documento do Wikileaks.

Brasil

O UOL Tecnologia entrou em contato com a Suntech, única empresa brasileira listada pelo site, que negou fazer interceptação de dados em massa – algo ilegal no país. Em seu site, a companhia baseada em Florianópolis define ser uma “empresa global que fornece inteligência em comunicações e soluções líderes de mercado para interceptação legal, retenção de dados e gerenciamento de rede para importantes fornecedores de serviços de comunicação e governos”.

Segundo a equipe de marketing da Suntech, só são interceptados dados de indivíduos mediante autorização judicial e isso nunca é feito em massa. A empresa brasileira acredita ter parado na lista porque – assim como as outras companhias que aparecem no mapa divulgado pelo Wikileaks – participa regularmente de um evento do setor chamado ISS (Intelligent Support Systems).

“Ditadores”

Para exemplificar como esse mercado funciona, o documento afirma que quartos com equipamentos de escuta foram encontrados neste ano, quando os ditadores do Egito e Líbia caíram – esses sistemas seriam responsáveis por monitorar os cidadãos no telefone e também na internet.

Outras companhias internacionais são citadas como desenvolvedoras de softwares que se instalam em computadores e smartphones (iPhones, Blackberries e modelos com plataformas Android) para registrar todo tipo de uso desses dispositivos, movimentos feitos por seus usuários e até mesmo os sons nos ambientes onde os aparelhos se encontram.

* Fonte:
http://tecnologia.uol.com.br/ultimas-noticias/redacao/2011/12/02/wikileaks-governos-fazem-espionagem-em-massa-de-celulares-computadores-e-redes-sociais.jhtm