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Games com mensagens de ocultismo incitam violência em usuários

Sexta-feira, 17 de Agosto de 2012

Gospel Prime - 09/08/2012

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O ataque de James Holmes, o “atirador do Colorado”, que abriu fogo em uma sala de cinema em Aurora, matando 12 espectadores, pode ter sido motivado por problemas mentais. O próprio suspeito se autodenominava o “Coringa”, o que mostra o delírio de uma mente altamente confusa e influenciada pelo filme do personagem Batman, que não por acaso era o filme que era exibido na ocasião.

Outros episódios não menos trágicos podem ser citados, como o de Mateus da Costa Meira. Em novembro de 1999 ele disparou tiros de submetralhadora contra uma platéia de 40 pessoas que via o filme “Clube da Luta” num cinema do Morumbi Shopping, em São Paulo.

No mesmo ano, os estudantes Eric Harris and Dylan Klebold mataram 12 colegas e um professor no que ficou conhecido como “massacre de Columbine”, nos EUA. Os dois crimes, além da brutalidade inerente ao ato de desproporcional violência, tem algo em comum: a influência de produtos de entretenimento, particularmente de jogos eletrônicos nos acontecimentos, que pareciam ser sido tirados dos próprios enredos desses jogos.

Os acontecimentos do ano de 1999 fizeram as autoridades despertarem para o potencial perigo representado pela alta carga de violência de alguns filmes e games, que literalmente colocam a jogadores no papel de assassinos, empunhando armas de grosso calibre.

Além do conteúdo violento, o ocultismo é encontrado em uma quantidade assustadoramente grande de jogos. “Existem de fato mais de 300 games de influência satânica e de propagação de ocultismo”, diz o apologista e doutor em Filosofia das Religiões Alex Belmonte.

Segundo explica Belmonte, que é autor do e-book “Desvendando Estratégias Satânicas – Mídia e Games”, elementos como espadas de fogo, poderes sobrenaturais, gnomos, demônios guerreiros, amuletos, símbolos cristãos pervertidos e muito mais levam os usuários de jogos eletrônicos a um mundo virtual que acaba invadindo a vida espiritual. “Satanás arquitetou e conseguiu travar uma verdadeira guerra espiritual, com o propósito de destruir, principalmente, nossa juventude”, alerta.

Efeitos

Para o estudioso, os efeitos desses produtos podem ser físicos, com sintomas como aumento da pressão arterial, cansaço físico e visual, dores de cabeça e anorexia, ou psicológicos e espirituais.

Nessa categoria ele diz que uma das principais consequências é a legalidade para ações demoníacas, obsessão pela violência, pela morte e pelo erotismo nos games. Segundo explica Belmonte, as legalidades são brechas na vida espiritual para ações demoníacas, sempre destrutivas.

De acordo com o teólogo, os jogos violentos induzem à imitação. “Com o passar do tempo, a criança passa a assimilar traços da personalidade dos personagens. Isso acontece por meio da esfera espiritual e psicológica” ressalta.

Ele explica que a carência afetiva e a falta de educação e valores religiosos deixam as crianças expostas a ideias e componentes relacionados ao ocultismo. Ele acrescenta que os jogos eletrônicos possuem uma estratégia de manipulação mental e espiritual capaz de promover a agressividade, a frieza emocional, a passividade e o vício. “Os efeitos dos games podem causar nos jovens um distanciamento dos valores morais, além de influenciá-los a práticas desumanas”, conclui.

Veja alguns games apontados como contendo elementos ocultismo e satanismo:

Diablo: O encarte deste jogo contém: “Você irá parar em um labirinto com monstros e diabos, você jamais sairá de lá, você entrará em um mundo e será consumido pelo fogo e comido pelos vermes. Bem vindo ao inferno. Eu sou seu senhor – o diabo.”

Doom 2: É um dos jogos em mais famosos em 3 dimensões. Dá à pessoa que está jogando, a sensação de que ela esta vivendo a ação nos cenários de impressionante realidade. No encarte do CD deste jogo está escrito: “Sente-se e relaxe, deixe as legiões te possuir e você descobrirá os segredos daqueles que foram antes que você ao inferno e como chegar lá. Nas suas pequenas mãos você tem o pior e o mais perverso Nintendo, o inferno na terra, desta vez todas as forças do inferno sairão sobre a terra. Para entender este jogo de Nintendo você terá que descer às profundezas.”

Hell (Inferno): Game de muita ação, com cenários assustadores, como um campo de punição, onde há pessoas queimadas e empaladas (forma de tortura assíria que consistia em espetar os condenados pelo ânus em estacas de madeira, onde ficavam até a morte) em estacas de madeira. Tem também a sala do dentista, onde no lugar de aparelhos ortodônticos, veem-se limas, serrotes e uma cadeira de tortura.

* Fonte:
http://noticias.gospelprime.com.br/games-com-mensagens-de-ocultismo-incitam-violencia-em-usuarios/

* Comentário: Claro que essa lista de games está bem desatualizada. Se você tem qualquer contato com games percebe facilmente que existem muitos outros envolvidos com Ocultismo, Bruxaria e Satanismo, alguns até piores que estes três citados na matéria. Mas eles servem de exemplo.

* Mais sobre games envolvidos com Ocultismo:
http://www.tabernaculonet.com.br/luz.php?facho=m0044

http://www.tabernaculonet.com.br/luz.php?facho=m0058

Game Call Of Duty: Modern Warfare 3 divulga símbolos de sociedades secretas

Sexta-feira, 16 de Dezembro de 2011

Por Gustavo Guerrear, editor do Tabernaculonet - 16/12/2011

Ao jogar o game Call Of Duty lançado este ano (Modern Warfare 3) me deparei com alguns símbolos de sociedades secretas. O game usa alguns símbolos para identificar fases, modos de jogo, equipes etc. Alguns destes símbolos são versões de símbolos usados por sociedades secretas.

O símbolo da Maçonaria está lá:

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Já o símbolo “Olho que tudo vê” (pirâmide com olho) aparece de modo subliminar. Eu de pronto o identifiquei, mas para algumas pessoas pode passar sem que percebam. No modo campanha, na última parte, onde aparece o vilão da história, em um dado momento ocorre a explosão de um helicóptero muito próxima ao personagem principal do jogo. Com isso ele cai no chão e alguns pedaços de vidro caem em cima dele. Um dos pedaços tem o formato de um triângulo. É neste momento que seu parceiro vem ajudá-lo a levantar e, estando ele em cima do personagem principal, o olho dele posiciona-se “estrategicamente” em cima do pedaço de vidro com formato de triângulo. É perceptível que todos os movimentos do jogo foram feitos para que o símbolo “olho que tudo vê” fosse formado. O soldado que está em cima chega a parar por alguns segundos com o olho posicionado no triângulo. Na foto fica fácil entender:

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O vídeo abaixo tem cenas de uma fase do game que mostram mais uma vez o símbolo ocultista olho-que-tudo-vê, desta vez claramente:

Realmente a divulgação dos símbolos de sociedades secretas está muito intensa…

Caso sejam encontrados novos símbolos no game adicionarei à matéria.

* Autor: Gustavo Guerrear, editor do Tabernaculonet.

Sony lança game de tiro que simula assaltos e sequestros!

Sexta-feira, 21 de Outubro de 2011

Por Gustavo Guerrear - 21/10/2011
Com informações do site IGN.com

Payday the heist

A falta de responsabilidade de algumas empresas de games parece não ter fim. A Overkill Software desenvolveu um game que começou a ser distribuído este mês pela Sony para Playstation 3 e pela Steam para PC chamado Payday: The Heist. O game de tiro (FPS) nada mais é do que um simulador de assaltos e sequestros. Através dele o jogador pode impor seus próprios métodos e estratégias, seja tentando usar pouco sua arma ou chegar no banco destruindo tudo que se move para chegar aos cofres do banco.

Além de bancos o jogador poderá assaltar empresas e carros e também fazer reféns. O game envolve todo o ambiente relacionado aos crimes, incluindo o processo de negociação com a polícia.

Não querendo generalizar, mas os mesmos hipócritas que “se divertem” com este game são os que vivem reclamando da criminalidade e falando que gostariam de sair do Brasil por causa dela. Inclusive muitos destes são vítimas desta criminalidade. Sinceramente espero que este lixo seja proibido no Brasil pelo Ministério da Justiça.

Tenho dois consoles em casa e gosto muito de jogar diversos tipos de games, mas penso que assim como Televisão e Internet, os games podem ser usados para algo bom (divertimento sadio, confraternização interpessoal, competitividade, desenvolvimento de capacidade de raciocínio, ferramenta de aprendizado, fisioterapias, tratamentos médicos…), mas também para algo ruim.

payday the heist

* Informações / Fotos / Vídeos:

http://en.wikipedia.org/wiki/Payday:_The_Heist

http://ps3.ign.com/articles/117/1172439p1.html

Jogo Mass Effect 3 terá opção de relacionamento gay

Segunda-feira, 16 de Maio de 2011

Portal Terra / Outer Space - 16/05/2011

mass effect 2

A BioWare está pronta para deixar todos os preconceitos de lado e dar um companheiro para o herói Shepard em Mass Effect 3. O novo episódio do RPG  espacial oferecerá ao jogador a opção de ter um relacionamento homossexual quando ele escolher a versão masculina do protagonista.

Casey Hudson, produtor executivo de Mass Effect, confirmou a decisão e deixou claro que o romance surgirá da mesma forma que acontece com os outros relacionamentos. Ou seja, tudo depende de como o jogador interage com os personagens do jogo.

A versão anterior, Mass Effect 2, permitia que a protagonista do sexo feminino tivesse encontros tanto com homens quanto com mulheres. A homossexualidade masculina era a opção que faltava.

A decisão é um tabu quebrado para Mass Effect e a maioria dos jogos, mas não deixa de ser um assunto recorrente quando se pensa na BioWare. Dragon Age, outro RPG da produtora, sempre teve liberdade sexual e permitia encontros e romances de qualquer orientação sexual.

No vídeo abaixo, uma das cenas de lesbianismo entre espécies em Mass Effect 2:

Fotos de cenas de lesbianismo em Mass Effect 2:

mass effect 2 lesbian scenes

mass effect 2 lesbian scenes

mass effect 2 lesbian scenes

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* Fonte:
OuterSpace.terra.com.br

* Outros links (vídeos):
http://www.gametrailers.com/user-movie/lesbian-love-from-mass-effect/141151

http://www.wat.tv/video/mass-effect-lesbian-love-with-2oobr_2exzl_.html

* Site oficial do game:
http://masseffect.bioware.com

Estadão: Veja alguns jogos mais violentos e como saber a classificação

Quarta-feira, 25 de Março de 2009

Estadão.com.br - 24/03/2009

SÃO PAULO - Apesar de serem proibidos para menores de 18 anos, jogos violentos são muito populares entre fãs de games - seja na internet ou em consoles. A proibição, no lugar de inibir, muitas vezes incentiva e gera curiosidade em torno dos jogos. Na internet, é possível saber qual a classificação indicativa de jogos e quais são recomendados para cada idade em sites como o Entertainment Sowftware Rating Board e o Ask About Games (ambos em inglês). Confira a lista de jogos polêmicos e qual o objetivo em cada deles:

GTA (Grand Theft Auto) - Apesar de não ser recomendado para menores de 18 anos, é possível baixá-lo fazendo um pequeno cadastro na internet. Criado em 1997, o jogo inovou ao permitir que o jogador fizesse o que bem entendesse. O objetivo é cumprir missões, misturando elementos de ação, estratégia, aventura e corrida. Existe em várias versões, divididas em quatro “eras”.

O elemento mais inusitado do jogo era o roubo de carros. Qualquer veículo da cidade podia ser arrombado e dirigido. A consequência: além de alertar a polícia, as ações do jogador podiam atrair a atenção de outros bandidos, criando situações de conflito e caos nunca vistas até então.

O jogador decide o rumo da história de acordo com sua vontade. Cada escolha tem uma consequência. Não existem pontos por mortes ou atropelamentos. Na verdade, existe dinheiro, como na vida real, e coisas a serem feitas para ganhá-lo. Como você as faz depende inteiramente da sua cabeça.

Você opta, por exemplo, em matar ou não um chefão do crime. Se o matar, acaba ganhando respeito nas ruas, enriquece e se muda para um casarão com mulheres, armas e coisas caras. Mas tem sempre alguém querendo cortar seu pescoço e a polícia não o deixa em paz.

Resident Evil - Polêmica série de horror em que um vírus transforma as pessoas em zumbis, criaturas semivivas devoradoras de carne. Animais, mulheres e crianças sofrem hediondas mutações e precisam ser abatidos a tiros e até a facadas.

Carmageddon - o objetivo do jogo é atropelar o maior número de pedestres. Na Inglaterra, foi proibido em 1997 pelo Conselho Britânico de Classificação Cinematográfica.

Manhunt - nele, o jogador sai de um manicômio e precisa matar os responsáveis por sua internação. Dá mais pontos aos jogadores que infligirem a morte mais terrível às vítimas.

Duke Nukem 3D - a sociedade foi transformada. Policiais viraram porcos selvagens humanoides e alienígenas dominaram o planeta. Duke, um cafajeste que gosta de bebida, jogos e strippers, sai matando os inimigos da humanidade e, de quebra, paquerando mulheres bonitas.

Doom - O jogador enfrenta a bala uma invasão de demônios sanguinários que invadiram nossa dimensão

Bully - Um jovem de família problemática tenta sobreviver a uma estadia em um colégio interno, driblando os mais fortes e usando a inteligência (ou os punhos) para se dar bem. A polêmica ficou por conta dos beijos que se pode dar em meninos e meninas.

Counter-Strike - forma-se um esquadrão de terroristas ou contra-terroristas e o jogador precisa usar tática militar para vencer os oponentes.

Postal - Politicamente incorreto, o jogo explora os maiores tabus sociais americanos. Minorias raciais, sexuais e até animais sofrem na mão do protagonista. Em uma passagem particularmente horrenda, um gato é usado como silenciador de um arma.

7 sins - jogo de pornografia leve. No fundo, é apenas um jogo tolo que apela ao sexo para vender.

Hitman - um assassino profissional trilha um caminho sem volta, banhando em sangue, algumas vezes inocente.

* Fonte:
http://www.estadao.com.br/noticias/(…)

ABSURDO: Jogo à venda livremente simula violência contra menor e aborto!

Quarta-feira, 25 de Março de 2009

Estadão.com.br - 24/03/2009

Jogador precisa fotografar vítimas nuas e chorando e obrigá-las a abortar para conseguir vencer

Rapelay

SÃO PAULO - A história começa quando um jogador encontra a mulher em uma estação de metrô e começa a molestá-la. Os estupros acontecem primeiro no trem e depois em um parque da cidade. Se o autor conseguir fotografar a vítima nua e chorando, ele consegue acesso às duas filhas e também as violenta e obriga todas a abortar. Não, não se trata de mais um caso de violência das ruas. Esse é o enredo e objetivo do jogo japonês de computador Rapelay, que está criando polêmica no mundo todo e é vendido livremente na internet e em algumas ruas de São Paulo.

A reportagem do Estado encontrou o jogo nos catálogos de pelo menos cinco vendedores ambulantes que trabalham na região das Ruas Santa Ifigênia e Timbiras, no centro de São Paulo. Nenhum deles possuía o jogo no local, mas havia na listagem ele e outros de hentai erótico - estilo de jogos japoneses. O preço varia entre R$ 10 e R$ 20 “dependendo de quantos DVDs serão necessários para gravar”, segundo explicou um ambulante. Cada DVD custa R$ 10. A entrega seria no dia seguinte.

Na região, é possível encontrar jogos não autorizados pela classificação do Ministério da Justiça (leia mais no texto ao lado), como Garota Virtual (erótico) e Manhunt (violência). O Rapelay também foi encontrado em um site da internet que realiza vendas por telefone. Ele acompanha um DVD com histórias em quadrinhos japonesas e o pacote completo sai por R$ 120. Os jogos podem facilmente ser baixados pela internet, em sites de compartilhamento.

O Rapelay foi produzido em 2006 pela empresa japonesa Ilusion e no fim do ano passado começou a chegar a outros países. Na maioria, ele foi banido, embora continue sendo oferecido em sites de compartilhamento de dados. O jogo chegou a ser vendido pelo site Amazon, mas depois foi retirado por causa da repercussão negativa.

Além de ter como foco a violência sexual, o jogo também choca ao mostrar casos de pedofilia, pois uma das vítimas usa um uniforme de estudante colegial e a outra tem 10 anos de idade, segundo as resenhas publicadas sobre o jogo. O estupro contra a segunda é feito em um quarto com ursos de pelúcia. Após elas engravidarem, o criminoso tem de convencê-las a abortar, ou será jogado por elas nos trilhos do trem.

“Nós já encaminhamos várias denúncias ao Ministério Público contra jogos desse tipo”, diz o diretor-presidente da organização não-governamental SaferNet Brasil, Thiago Tavares. “Eles são usados como técnica por pedófilos para aliciar crianças. Em muitos casos de pedofilia, vimos os criminosos enviando os jogos para envolver as vítimas, passando a ideia de que relação sexual entre criança e adulto é algo natural.”

Impunidade

O Ministério Público Federal (MPF) tomou conhecimento da existência do jogo por meio de um alerta da juíza da 16ª Vara Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo Kenarik Bouijkian Felippe. Como faz parte do Grupo de Estudos de Aborto, ela recebeu um e-mail com o conteúdo do Rapelay e repassou para o MPF.

O caso está sendo investigado pelo Grupo de Repressão a Crimes Cibernéticos do MPF, mas alguns fatores impedem um maior combate ao jogo. De acordo com o procurador da República Sérgio Suiama, uma das dificuldades para abrir uma investigação criminal é que a legislação brasileira não tipifica o abuso sexual simulado de crianças, adolescente e adultos. “É um absurdo um jogo em que o objetivo seja um estupro, mas infelizmente não há preceitos legais para analisarmos o caso. Ele faz parte de uma grande discussão jurídica sobre até onde vai a liberdade de expressão e onde começa o crime”, diz.

O procurador acrescenta que o jogo é vendido somente de maneira ilegal - produtos piratas - e não em estabelecimentos formais. “Se há locais estabelecidos no Brasil vendendo, nós vamos agir contra eles. Mas quase tudo é fruto de pirataria ou está difuso na internet para ser baixado. Os serviços de compartilhamento de dados não estão hospedados no Brasil nem são geridos por brasileiros”, diz Suiama.

* Fonte:
http://www.estadao.com.br/geral/not_ger343876,0.htm

* Colaboração: D. D. C. e E. F. S. (nomes preservados), via email.

Jovem atirador da Alemanha jogava games online de tiro, como o Counter-Strike

Quinta-feira, 12 de Março de 2009

Portal Terra / Agências Internacionais - 12/03/2009

Tim Kretschmer, o adolescente que matou 15 pessoas antes de cometer suicídio, ontem, no interior da Alemanha, enviou uma carta aos seus pais dizendo que ele estava desesperadamente infeliz e que “não podia continuar”, informou o jornal The Guardian. A mensagem foi escrita três semanas antes da tragédia que abalou a cidade de Winnenden.

“Ele escreveu aos seus pais que estava sofrendo e que não poderia continuar”, disse Fabienne Böhm, que conheceu Kretschmer há pouco tempo por meio de uma amiga em comum. Além da declaração de Fabienne, outras testemunhas e amigos afirmaram que o adolescente era sozinho, frustrado e se sentia rejeitado pela sociedade.

Um jovem de 17 anos que se identificou como Aki e que foi colega de Kretschmer o descreveu como um jovem quieto, reservado e que gostava de jogar jogos online de tiro, como o Counter-Strike. “Ele era bom”, disse. Outros conhecidos afirmaram ainda que ele mantinha dezenas de armas de ar comprimido no seu quarto, diz o Guardian.

Inicialmente, as autoridades informaram que Tim Kretschmer teria matado 16 pessoas antes de cometer suicídio. No entanto, voltaram atrás e confirmaram 15 homicídios. As vítimas seriam três professoras, nove alunos da escola Albertville, uma pessoa morta pelo jovem em sua tentativa de fuga e dois homens assassinados na concessionária de veículos onde ele trocou tiros com a polícia antes de tirar a própria vida.

* Fonte:
http://noticias.terra.com.br/mundo/interna/(…)

ISTO É: A doença do Playstation

Sábado, 7 de Março de 2009

Revista Isto É - Março/2009

A ciência descreve pela primeira vez uma enfermidade de pele causada pelo uso excessivo do game

Doenca do Playstation

A lista dos problemas causados pelo uso excessivo de videogames aumentou. Na Suíça, médicos acabam de relatar o caso de uma adolescente de 12 anos que ficou com lesões nas mãos porque passava muitas horas jogando Playstation, todos os dias. A garota apresentava manchas roxas e traumas nas mãos e se queixava de muitas dores. Por ter tido uma relação direta com o game, a nova doença re cebeu o nome de Playstation palmar hidradentitis. Um tipo de lesão da pele causado pelo uso prolongado do jogo.

Segundo os médicos, o problema surgiu em decorrência dos movimentos rápidos e por longos períodos executados durante o jogo. Esses games, em geral disputados em rede, provocam muita tensão e esforço dos jogadores. “Os movimentos repetitivos e contínuos, agravados pela tensão e força, provocaram os sintomas”, relata o médico Vicente Piguet, da Faculdade de Medicina de Genebra. Segundo ele, casos de tendinites ocasionados pelo uso exagerado desse tipo de jogo já são bem conhecidos pelos médicos. Mas lesões como as apresentadas pela adolescente não tinham sido registradas. Agora, foi publicado pela primeira vez no Jornal Britânico de Dermatologia.

Por recomendação médica, a menina parou de jogar e os sintomas desapareceram dez dias depois. “Essa é uma interessante descoberta que deve ser compartilhada com outros profissionais para que possa ser confrontada com sintomas, às vezes, inexplicáveis, apresentados por seus pacientes”, afirma Nina Goad, da Associação Britânica de Dermatologia. Em comunicado, a Sony Corp, empresa que fabrica o Playstation, afirmou que desde o lançamento do produto, em 1995, nunca houve caso semelhante e se comprometeu a analisar mais cuidadosamente as conclusões do estudo.

Os médicos afirmam que os pais devem prestar mais atenção ao tempo em que os filhos passam jogando. “Quanto maior a exposição e a intensidade dos movimentos, maiores os riscos de uma lesão nas articulações”, afirma o ortopedista Ricardo Cury, da Faculdade de Medicina da Santa Casa de São Paulo. Para o pediatra Sérgio Grassi, da Universidade Federal de São Paulo, o importante é impor limites no tempo de uso. “É preciso estabelecer horários e, principalmente, saber o tipo de game que o filho joga”, aconselha.

* Fonte:
http://www.terra.com.br/istoe/edicoes/2052/artigo127746-1.htm

Garoto sofre convulsão depois de maratona de World of Warcraft

Terça-feira, 3 de Março de 2009

Yahoo! Notícias / Geek.com.br - 02/03/2009

World of Warcraft

World of Warcraft, o bem sucedido jogo online em larga escala da Blizzard, está recebendo bastante atenção na Suécia depois que um jogador de 15 anos teve convulsões por passar 24 horas em uma partida. Agora, o game está sendo comparado com drogas como crack.

Segundo o site Register Hardware , a opinião é da “Stiftelsen Ungdomsvård”, instituição que zela pelas crianças e adolescentes do país. Sven Rollenhagen, autor de um relatório que coloca o game como o “mais perigoso jogo do mercado”, afirmou que “não existe um caso de vício em jogos com o qual trabalhamos em que o World of Warcraft não esteja envolvido”.

Rollenhagen declarou que algumas pessoas viciadas no jogo são incapazes de parar de jogar até que passem mal, a exemplo do que aconteceu com o garoto sueco. O caso elevou as preocupações no país quanto aos videogames.

A declaração da instituição está sendo criticada por jogadores, que acreditam que a responsabilidade não é dos criadores do game em questão, mas sim da educação dos pais. Irônico, o site Kotaku diz que a afirmação de que World of Warcraft seja tão viciante quanto cocaína é verdadeira, mas apenas no “Mundo Bizarro”.

O Instituto Nacional de Saúde Pública da Suécia não pensa assim e está apoiando o relatório de Sven Rollenhagen, temendo um crescimento ainda maior do vício em jogos de computadores, que segundo o instituto está se “alastrando pelo mundo”.

* Fonte:
http://br.noticias.yahoo.com/s/02032009/7/(…).html

* Colaboração: D. D. C. (nome preservado), via email.