Arquivo da Categoria ‘Controle Populacional’

Governo dos EUA faz experiências perigosas com vírus na Geórgia

Segunda-feira, 13 de Maio de 2013

Voz da Rússia - 07/05/2013

virus_experiences_georgia_otan.jpg

A população da Geórgia está em perigo. Esta declaração sensacional foi feita pelo ex-assessor do presidente da Geórgia e jornalista americano Jeffrey Silverman. Segundo ele, num laboratório nos arredores de Tbilisi estão desenvolvendo vírus perigosos, que são depois testados em moradores locais.

O laboratório nos arredores de Tbilisi tem o nome do senador norte-americano Richard Lugar. E não por acaso. Ele foi aberto com a ajuda do governo dos EUA. Segundo dados oficiais, aqui estudam a genética de micróbios e vírus. No entanto, o ex-conselheiro do presidente da Geórgia Jeffrey Silverman tem a certeza de que o laboratório não apenas estuda vírus, mas cria-os.

“O laboratório foi construído com o dinheiro dos militares. Ele custou 50 milhões de dólares. Seu propósito é estudar armas biológicas. E este laboratório está aqui porque é perigoso mantê-lo nos Estados Unidos”.

Lembremos que em 2001-2003, Silverman esteve ajudando Mikheil Saakashvili em sua campanha eleitoral. No entanto, mais tarde seus caminhos se separaram. A última declaração do ex-assessor presidencial de que os habitantes da Geórgia se tornaram objeto de experimentos perigosos é uma das notícias mais discutidas no país hoje. Segundo Silverman, não é de excluir que foram justamente os experimentos com vírus que levaram à disseminação no país de tais doenças perigosas como a gripe suína e o sarampo. No entanto, o vice-diretor da Agência Nacional de Controle de Doenças Paata Imnadze diz que a crescente incidência das doenças nada tem a ver com a existência do laboratório.

“Hoje em dia os adultos adoecem porque não têm imunidade. Ainda em 2008 nós tínhamos planejado uma campanha de vacinação em massa. Na altura estávamos planejando vacinar um milhão. Apenas 500 mil se vacinaram. Então, agora vemos as consequências”.

No governo georgiano chamaram de delírio as alegações de estudos secretos. A deputada do parlamento georgiano Irina Imerlishvili diz que o laboratório nos arredores de Tbilisi é um instituto de pesquisa, e não um departamento de armas biológicas do Ministério da Defesa dos EUA.

“Este laboratório foi inaugurado durante o governo do presidente Mikheil Saakashvili. A cerimônia de abertura contou com a presença do próprio. Claro, agora todos vão dizer que Saakashvili não ama o seu povo e adora experimentar com ele. No entanto, penso que este não é o caso”.

A declaração escandalosa do ex-assessor do presidente não encontrou qualquer prova. A entrada de estranhos no território do laboratório é estritamente proibida. Os próprios funcionários entram no prédio após várias etapas de verificação. Mas Silverman está preparado para ir até o fim. Ele prometeu que em breve contará aos georgianos toda a verdade sobre o seu líder.

* Fonte:
http://portuguese.ruvr.ru/2013_05_07/Experi-ncias-perigosas-com-v-rus-na-Ge-rgia/

Refrigerante pode fazer adolescentes ficarem agressivos

Segunda-feira, 29 de Outubro de 2012

Daily Mail / Portal Terra - 25/10/2011

Um novo estudo nos EUA descobriu que jovens foram significativamente mais propensos a ser violentos e a carregar armas, quando existia o consumo regular de refrigerante. As informações são do Daily Mail.

A pesquisa mostrou que aqueles que bebiam mais de cinco latas por dia eram mais propensos a se envolver em agressões violentas. A bebida foi associada a um aumento entre 9% e 15% da agressividade.

Os pesquisadores ainda estão incertos se a ligação é causal. É possível que a agressividade influencie nos hábitos alimentares, ou seja, por ter um comportamento violento, eles preferem tomar refrigerante. No entanto, pesquisas anteriores sugerem que a má nutrição provoca comportamento anti-social.

Os pesquisadores analisaram 1.878 adolescentes, entre 14 e 18 anos, de 22 escolas estaduais em Boston. O consumo doário de até quatro latas foi considerado “baixo”, já cinco ou mais foi classificado como “alto”. Cerca de um em cada três alunos se enquadraram na categoria “alto”.

Os jovens foram perguntados se tinham sido violentos contra colegas, um irmão ou irmã, ou um parceiro, e se eles haviam carregado uma arma ou uma faca, no ano anterior.

Cerca de 23% dos que consumiam nenhuma ou uma lata carregaram armas em 2010, contra 43% dos que consumiam 14 ou mais latas de refrigerante. A proporção de violência contra um parceiro de namoro subiu de 15% - entre os que consumiam pouco a bebida - para 27%. Agressão contra colegas passou de 35% - entre os classificados como “baixo”, para 58% dos considerados “altos”.

* Fonte:
http://saude.terra.com.br/doencas-e-tratamentos/refrigerante-pode-fazer-adolescentes-ficarem-agressivos,db298c3d10f27310VgnCLD100000bbcceb0aRCRD.html

* Comentário: Estas notícias, que aparecem discretamente na mídia, mostram que é bem provável que a população esteja recebendo, através de produtos muito consumidos, substâncias com o objetivo de causar reações específicas e até doenças.

HAARP: o projeto militar dos EUA que pode ser uma arma geofi­sica

Segunda-feira, 29 de Outubro de 2012

TecMundo.com.br - 26/01/2011

Em 1993, começou a funcionar no Alasca (Estados Unidos) o HAARP, um projeto de estudos sobre a ionosfera terrestre. O HAARP, que significa “Programa de Investigação de Aurora Ativa de Alta Frequência”, visa a compreender melhor o funcionamento das transmissões de ondas de rádio na faixa da ionosfera, parte superior da atmosfera.

Segundo relatos oficiais, o projeto tem como objetivo principal ampliar o conhecimento obtido até hoje, sobre as propriedades físicas e elétricas da ionosfera terrestre. Com isso, seria possível melhorar o funcionamento de vários sistemas de comunicação e navegação, tanto civis quanto militares (o que gera desconfiança em grande parte dos conhecedores do HAARP).

Para realizar estes estudos, as antenas de alta frequência do HAARP enviam ondas para a ionosfera visando a aquecê-la. Assim são estudados os efeitos das mais diversas interações de temperaturas e condições de pressão.

haarp_tecmundo_01.png
[Fonte da imagem: www.haarp.alaska.edu]

Por que no Alasca?

A criação das instalações foi possível graças a uma parceria entre a Força Aérea Americana, A Marinha dos Estados Unidos e também da Universidade do Alasca. Esta última foi escolhida a dedo, graças à localização: a ionosfera sobre o Alasca é pouco estável, o que garante uma maior gama de condições para os estudos.

Outro fator que pendeu para que os pesquisadores escolhessem o Alasca é a ausência de grandes cidades nas proximidades. Assim, não há ruídos na captura de imagens e sinais, pois os sensores ficam localizados ao alto de algumas montanhas.  Também há informações de que este local sofreria o menor impacto ambiental entre as áreas candidatas a receber o HAARP.

Ionosfera: íons e mais íons

Esta faixa recebe este nome porque é bastante ionizada, ou seja, perde e ganha elétrons com facilidade, o que a deixa em constante carregamento elétrico. O grande agente ionizador da ionosfera é o sol, que irradia muita carga na direção da Terra, mas meteoritos e raios cósmicos também influenciam bastante na presença dos íons.

haarp_tecmundo_wikipedia_02.png
[Fonte da imagem: Wikipedia.org]

A densidade dos íons livres é variável e apresenta alterações de acordo com vários padrões temporais, hora do dia e estação do ano são os principais pontos de variação da ionosfera. Outro fenômeno interessante acontece a cada 11 anos, quando a densidade dos elétrons e a composição da ionosfera mudam drasticamente e acabam bloqueando qualquer comunicação em alta frequência.

Reflexão ionosférica

Há frequências de ondas que são, quase, completamente refletidas pela ionosfera quando aquecida pelas antenas HAARP. Os pesquisadores do HAARP pretendem provar que essa reflexão pode ser utilizada como um satélite para enviar informações entre localidades, facilitando as comunicações e também a navegação, melhorando os dispositivos GPS utilizados atualmente.

O problema é que ainda não se conhecem as reais propriedades da reflexão ionosférica. Além disso, há o fato de as propriedades da ionosfera se modificarem durante a noite, por exemplo, quando a altitude dela aumenta e as densidades ficam mais baixas. Essas variações tornam difícil uma padronização para o envio de ondas, independente do comprimento delas.

HAARP: um novo modo de estudo

Há várias formas de estudo das faixas da atmosfera terrestre. Para as camadas mais baixas, até mesmo balões podem ser utilizados para capturar dados sobre diferenças nas condições naturais. A camada de ozônio, por exemplo, é verificada com balões meteorológicos que realizam medições das taxas de radiação que ultrapassam pela atmosfera.

haarp_tecmundo_03.png
[Fonte da imagem: www.haarp.alaska.edu]

Por ficar muito mais acima, balões meteorológicos e satélites não podem ser utilizados para realizar medições e análises sobre a ionosfera. Por isso o HAARP é tão importante, já que utiliza a maneira mais eficiente de contatar o setor: antenas de emissão de ondas de frequência altíssima.

Os resultados são utilizados para entender como o sol influencia no sinal de rádio em diversas faixas de frequência. Utiliza-se também um “Aquecedor Ionosférico”, conhecido como “Instrumento de Investigação Ionosférica”, ele transmite frequências altas para modificar a ionosfera e entender os processos produzidos em sua composição.

haarp_tecmundo_04.png
[Fonte da imagem: www.haarp.alaska.edu]

As antenas do Instrumento de Investigação emitem sinais para altitudes entre 100 e 350 Km. Outros aparelhos do mesmo projeto são responsáveis pela recepção dos sinais, interpretando-os e permitindo a criação de relatórios sobre a dinâmica do plasma ionosférico e também sobre a interação entre o planeta e o sol.

Aquecendo a ionosfera: riscos?

O HAARP não é o único aquecedor ionosférico do planeta. Há também um localizado na Noruega e outro na Rússia. Todos eles realizam o mesmo processo: utilizam antenas de alta frequência para aquecer a ionosfera e criar uma aurora artificial.

haarp_tecmundo_05.png
[Fonte da imagem: www.haarp.alaska.edu]

Essa aurora artificial é muito aquecida, o que pode gerar elevação nas temperaturas em determinadas localidades do planeta. Em uma espécie de efeito estufa ionosférico, locais abaixo da ionosfera atingida pelas antenas do HAARP podem ter suas temperaturas elevadas em alguns graus centígrados.

O outro lado da moeda: as conspirações

Assim como boa parte de tudo o que é produzido sob tutela de alguma das forças armadas norte-americanas, o HAARP também gera uma série de desconfianças por parte das mentes mais conspiratórias. Ameaça global ou apenas melhorias nas tecnologias de comunicação? Confira as teorias de conspiração que envolvem este projeto.

Arma geofísica: a denúncia russa

E nem todas estas teorias surgem de movimentos independentes. A prova disso aconteceu em 2002, quando o parlamento russo apresentou ao então presidente Vladimir Putin documentos que afirmavam veementemente que os Estados Unidos estariam produzindo um novo aparelho, capaz de interferir em todo o planeta, a partir de pontos isolados.

O relatório dizia que o HAARP seria uma nova transição na indústria bélica, que já passou pelas fases de armas brancas, armas de fogo, armas nucleareas, armas biológicas e chegaria então ao patamar de armas geofísicas. Segundo estas teorias, seria possível controlar placas tectônicas, temperatura atmosférica e até mesmo o nível de radiação que passa pela camada de ozônio.

Todas estas possibilidades podem gerar uma série de problemas para as populações atingidas. Atingindo países inteiros, desastres naturais podem minar economias, dizimar concentrações populacionais e gerar instabilidade e insegurança em toda a Terra.

Terremoto no Haiti

Quais seriam os efeitos dos controles de frequência sobre as placas tectônicas? Segundo a imprensa venezuelana a resposta é: terremoto. O jornal “Vive” afirma que teve acesso a documentos que comprovam a utilização do HAARP para manipular a geofísica caribenha e ocasionar os terremotos do Haiti, que causaram a morte de mais de 100 mil pessoas.

haarp_tecmundo_usaid_06.png
[Fonte da imagem: www.usaid.gov]

Caso esteja se perguntando os motivos para a escolha de um país tão pobre, as teorias conspiratórias também possuem a resposta para esta pergunta. Os Estados Unidos precisavam de um local para testar o potencial de sua nova arma. Os testes oceânicos não davam informações suficientes e atacar os inimigos no oriente médio seria suicídio comercial.

Afinal de contas, terremotos poderiam destruir poços de petróleo muito valiosos. Assim, o governo norte-americano viu no Haiti, um país já devastado, o perfeito alvo para seus testes. Sem potencial econômico e sem possuir desavenças com outros países, dificilmente haveria uma crise diplomática com a destruição do Haiti.

Bloqueio militar

Outra teoria bastante defendida diz que os Estados Unidos poderiam causar um completo bloqueio militar a todas as outras nações do mundo. Causando interferências nas ondas habituais, impedindo que qualquer frequência seja refletida pela atmosfera e até mesmo que dispositivos de localização possam ser utilizados.

Para isso, a defesa norte-americana só precisaria aquecer a ionosfera com seus aquecedores HAARP. Com a potencia correta, todo o planeta ficaria em uma completa escuridão geográfica. Então, apenas quem possui o controle do aquecedor ionosférico poderia ter acesso aos dados de localização e navegação de seus veículos militares.

haarp_tecmundo_wikimedia_marku1988_07.png
[Fonte da imagem: Wikimedia.org / Marku 1988]

Também se fala em mapeamentos de todo o planeta em pouco minutos, pois as ondas de frequências extremas poderiam criar relatórios completos de tudo o que existe na superfície terrestre. Elementos vivos ou não, tudo poderia ser rastreado pelas ondas do HAARP. Pelo menos é o que dizem as teorias conspiratórias.

Controle mental

Existem ondas de rádio em diversas frequências, por mais que não sintonizemos nossos rádios para captá-las, elas estão no ar. O som também é emitido em frequências e há amplitudes delas que os ouvidos humanos não são capazes de captar, mas isso não quer dizer que elas não existam. Somando estes dois pontos, temos mais uma teoria conspiratória.

Utilizando uma mescla de ondas de rádio com frequência sonora, os Estados Unidos poderiam manipular a mente coletiva para que algum ideal fosse defendido ou algum governo rival fosse atacado. Enviando as informações para toda a população em frequências que não poderiam ser captadas por aparelhos, não demoraria para que a “lavagem cerebral” estivesse concluída.

Há quem diga que este tipo de manipulação será utilizado em breve no Irã. O governo atual não é favorável às políticas norte-americanas, portanto seria vantajoso que o povo se rebelasse contra os seus líderes. Mensagens antigoverno seriam incutidas na mente do povo iraniano com o auxílio das antenas HAARP.

Pura ficção?

No desenho G.I. Joe: Resolute, o programa HAARP é capturado por vilões que desejam transformar o potencial do projeto em uma arma de destruição em massa. Além dos danos que citamos nas teorias conspiratórias, nesta história as antenas transformavam-se também em canhões de energia.

Enviando enormes quantidades de energia para a ionosfera, que refletia toda a energia, os vilões poderiam acabar com qualquer lugar do planeta, apenas mirando e concentrando o poder energético das antenas de frequências altíssimas localizadas no Alasca.

Quando se fala no mundo real, tudo o que se tem de concreto sobre o HAARP é que estudos são feitos constantemente sobre a ionosfera terrestre para que ela possa ser transformada em uma antena de transmissão de informações, beneficiando as comunicações e sistemas de navegação.

haarp_tecmundo_08.png
[Fonte da imagem: www.haarp.alaska.edu]

Mas será que é somente para isso que os investimentos bilionários do governo norte-americano estão sendo utilizados? Nunca foram revelados dados concretos sobre o dinheiro empregado no projeto, mas há especulações de que mais de 200 milhões de dólares sejam gastos por ano com as antenas do HAARP.

* Fonte:
http://www.tecmundo.com.br/tecnologia-militar/8018-haarp-o-projeto-militar-dos-eua-que-pode-ser-uma-arma-geofisica.htm

OMS identifica vírus similar ao que matou 800 pessoas em 2002

Segunda-feira, 24 de Setembro de 2012

Reuters / Portal Terra - 24/09/2012

sars_newsweek_cover_www_tabernaculonet_com_br.jpg

Um novo vírus pertencente à mesma família do vírus da Sars, que matou 800 pessoas no mundo em 2002, foi identificado na Grã-Bretanha em um homem que havia recentemente estado na Arábia Saudita, informou a Organização Mundial de Saúde (OMS). O órgão de saúde da ONU, que emitiu um comunicado por meio de seu sistema de “resposta e alerta global” no domingo, disse que exames no paciente, um homem do Catar de 49 anos, confirmaram a presença de um novo, ou recente, coronavírus.

Os coronavírus são uma grande família de vírus que incluem tanto a gripe comum como a Sars (Síndrome Respiratória Aguda Grave, na sigla em inglês). “Dado que este é um recente coronavírus, a OMS está atualmente no processo para obter mais informações a fim de determinar as implicações na saúde pública”, disse o comunicado da agência.

A Sars apareceu na China em 2002 e matou cerca de 800 pessoas em todo mundo, antes de ser controlada. O diretor do Centro de Infecções Respiratórias da Faculdade Imperial de Londres, Peter Openshaw, disse que neste estágio parece ser improvável que o novo vírus seja preocupante, e pode ter sido identificado apenas por causa de sofisticadas técnicas de testes.

“Por enquanto, eu ficaria vigilante, mas não imediatamente preocupado”, disse Openshaw à Reuters. A OMS disse que o paciente do Catar havia sido inicialmente apresentado para os médicos no dia 3 de setembro com sintomas de uma aguda infecção respiratória.

No dia 7 de setembro, ele foi admitido em uma unidade de tratamento intensivo (UTI) em Doha, no Catar, e no dia 11 de setembro foi transferido para a Grã-Bretanha por uma ambulância aérea. “A Agência de Proteção de Saúde do Reino Unido conduziu testes de laboratório e confirmou a presença de um novo coronavírus”, afirmou a OMS. A OMS disse que não recomendava quaisquer restrições de viagens, mas que buscaria mais informações sobre o vírus.

* Fonte:
http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI6175621-EI8147,00-OMS+identifica+virus+similar+ao+que+matou+pessoas+em.html

EUA: cerca de 10 mil pessoas podem ter contraído vírus mortal

Sábado, 1 de Setembro de 2012

Agência EFE / Portal Terra - 31/08/2012

ap_yosemite_hantavirus_www_tabernaculonet_com_br.jpgCerca de dez mil pessoas que se alojaram recentemente em cabanas do Parque Nacional de Yosemite correm risco de ter contraído um vírus mortal, informaram nesta sexta-feira os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos.”As pessoas que se hospedaram nas Signature Tent Cabins (no acampamento Curry Village) entre os dias 10 de junho e 24 de agosto poderiam estar em risco de desenvolver o hantavírus nas próximas seis semanas”, explicou o CDC em comunicado.

Nas últimas horas foram detectados pelo menos mais dois casos da doença que até agora provocou a morte de duas pessoas, elevando assim o número confirmado de infectados para seis, segundo as autoridades.

Outros supostos casos estão sendo atualmente investigados.

O CDC pediu a qualquer pessoa nessa situação para fazer exames médicos em caso de experimentar algum sintoma associado à síndrome pulmonar por hantavírus (HPS, na sigla em inglês), uma infecção pouco frequente, mas que pode chegar a ser fatal, sendo disseminada por ratos.

Os sintomas são fadiga, febre, dores musculares - especialmente em coxas, quadris e costas -, dor de cabeça, calafrios, enjoos, náuseas, vômitos, diarreia, dores abdominais e dificuldades para respirar.

Os roedores expulsam o vírus através da urina, dos excrementos e da saliva. Segundo a portal Medline Plus, pequenas gotas com o vírus podem flutuar no ar e os humanos podem contrair a doença se respiram esse ar infectado ou entram em contato com os roedores ou seus excrementos.

O portal acrescenta que as pessoas não contagiam a doença.

Estima-se que a maioria das vítimas contraiu o vírus enquanto permaneceu em uma das 91 cabanas de Curry Village, que posteriormente foram fechadas ao público. No entanto, uma das vítimas pode tê-lo contraído em outra área do Parque.

Embora não exista cura contra o hantavírus, o tratamento após uma pronta detecção pode salvar vidas.

“Quanto antes se detectar e antes se receber o tratamento, maiores são as possibilidades de sobrevivência”, disse a médica Vicki Kramer, do Departamento de Saúde Pública americano.

Em 2011, metade dos casos detectados de hantavírus nos EUA acabou em óbito. Desde 1993, quando o vírus foi identificado, a média de mortes em casos detectados é de 36%, segundo o CDC.

* Fonte:
http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/0,,OI6121150-EI8141,00-EUA+cerca+de+mil+pessoas+podem+ter+contraido+virus+mortal.html

* Outras informações:
http://www.usatoday.com/news/health/story/2012-08-31/yosemite-hantavirus-calls/57486262/1

Doença semelhante a AIDS é descoberta por cientistas

Quinta-feira, 23 de Agosto de 2012

Agência AP / Portal Terra - 23/08/2012

ap_new_disease_like_aids.jpg

Pesquisadores identificaram uma doença misteriosa que causa sintomas semelhantes aos da aids e já afetou pessoas na Ásia e nos Estados Unidos, embora elas não estejam infectadas pelo HIV. Com a doença, o sistema imunológico dos pacientes fica frágil e incapaz de se defender de germes e possíveis problemas. A causa da doença é desconhecida, mas parece não ser contagiosa.

Esse é um outro tipo de imunodeficiência adquirida que não é hereditária e afeta os adultos, mas não espalha da mesma maneira como a aids por meio de um vírus, disse Sarah Browne, cientista do Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas. Ela ajudou a conduzir o estudo com pesquisadores na Tailândia e Taiwan, onde a maior parte dos casos foram encontrados desde 2004. O relatório está na New England Journal of Medicine.

De acordo com Dennis Maki, especialista em doenças infecciosas da Universidade de Wisconsin, em Madison, é possível que algum tipo de infecção desencadeie a doença, mesmo que a doença em si não se propague de uma pessoa para outra.

No geral, a doença se desenvolve em torno de 50 anos de idade, mas não é uma característica de grupos familiares, o que torna improvável a causa genética, disse Browne. Alguns pacientes morreram de fortes infecções, entre eles alguns asiáticos que vivem nos Estados Unidos.

Kim Nguyen, de 62 anos, uma costureira do Vietnã que viveu no Tennessee desde 1975, estava gravemente doente quando procurou ajuda para uma febre persistente, infecções ao longo de seus ossos e outros sintomas estranhos em 2009. Ela esteve doente por vários anos e visitou o Vietnã em 1995 e em 2009. “Ela estava com uma infecção sistêmica, que a princípio parecia tuberculose, mas não era”, disse o Carlton Hays Jr, um médico de família na Clínica Jackson em Jackson, em Tennessee. “Ela é uma mulher pequena, seu peso foi de 91 kg para 69 kg”.

Nguyen foi encaminhada para especialistas do Instituto Nacional de Saúde e está fazendo tratamento. “Eu me sinto muito bem agora, mas sentia tonturas, dores de cabeça e não conseguia comer nada”, contou a costureira.

O HIV destrói células T, responsável por defender o sistema imunológico. Por outro lado, a nova doença não afeta as células, mas causa um tipo diferente de danos no organismo. Em um estudo feito com mais de 200 pessoas, Browne descobriu que a maioria dos pacientes criava anticorpos que bloqueavam o interferon gama, um sinal químico que ajuda o corpo a eliminar as infecções.

Assim, a doença deixa a pessoa vulnerável a vírus, infecções por fungos e parasitas, mas especialmente micobactérias, um grupo de germes semelhantes a tuberculose, que pode causar danos graves nos pulmões.

Como os antibióticos nem sempre são eficazes, os médicos têm tentado várias abordagens, incluindo medicamentos contra o câncer que ajudam a suprimir a produção de anticorpos. A doença desaparece assim que a infecção é controlada, mas como afeta o sistema imunológico, se torna uma condição crônica, dizem os especialistas.

O fato de que quase todos os pacientes afetados com a doença viverem na Ásia ou serem de origem asiática sugere que fatores ambientais ou genéticos podem desencadeá-la, segundo os pesquisadores.

* Fonte:
http://saude.terra.com.br/doencas-e-tratamentos/doenca-semelhante-a-aids-e-descoberta-por-cientistas,b8c3eb2f12359310VgnVCM20000099cceb0aRCRD.html

Estudo liga uso de analgésicos na gravidez a malformações em meninos

Quarta-feira, 9 de Maio de 2012

BBC Brasil - 08/11/2010

Um estudo feito por cientistas da Dinamarca, Finlândia e França vinculou a ingestão desses medicamentos a um maior número de nascimentos de bebês com criptorquidia.

Bebês que nascem com esse distúrbio - também conhecido como testículo ectópico - apresentam o testículo escondido ou fora do lugar.

A criptorquidia está associada à infertilidade e ao câncer no final da vida.

De maneira geral, a orientação médica para mulheres grávidas é que, quando possível, evitem tomar analgésicos.

O novo estudo, publicado na revista científica Human Reproduction, levou especialistas a pedir que mais pesquisas sobre o assunto sejam feitas o quanto antes.

Eles recomendaram às mulheres grávidas, no entanto, que o uso de analgésicos para uma dor de cabeça ocasional não deve causar mal ao bebê.

O serviço nacional de saúde britânico, o NHS, aconselha que mulheres evitem tomar remédios durante a gravidez, mas permite o uso do paracetamol em doses pequenas e durante períodos curtos para aliviar a dor.

Mais de a metade das mulheres grávidas na Europa e nos Estados Unidos admitiram tomar analgésicos moderados.

Estudo

Mais de duas mil mulheres grávidas e seus filhos participaram do novo estudo.

Os pesquisadores concluíram que as mulheres que usaram mais de um analgésico simultaneamente, como por exemplo o paracetamol e o ibuprofeno, apresentaram sete vezes mais riscos de ter filhos com algum tipo de criptorquidia do que as mulheres que não tomaram nenhum analgésico.

O segundo trimestre, de 14 semanas a 27 semanas de gestação, pareceu ser um período particularmente sensível.

Riscos Maiores

O uso de qualquer analgésico nessa fase da gravidez foi associado a um risco dobrado de nascimentos com criptorquidia.

Outros tipos de analgésicos, como o ibuprofeno e a aspirina, foram vinculados a riscos quatro vezes maiores.

O paracetamol usado sozinho também pareceu aumentar os riscos, mas o resultado foi pouco significativo em termos estatísticos.

O uso simultâneo de mais de um analgésico, incluindo o paracetamol, durante o segundo trimestre da gravidez, aumentou os riscos 16 vezes.

Tomar analgésicos por mais de duas semanas também pareceu aumentar os riscos significativamente.

Os pesquisadores suspeitam de que analgéscos interferem na atividade natural dos hormônios masculinos em fetos de meninos, atrapalhando seu desenvolvimento normal.

Estudos feitos em ratos parecem reforçar essa teoria.

O cientista Henrik Leffers, do Rigshospitalet, em Copenhague, liderou o estudo.

“A exposição a perturbadores endócrinos é o mecanismo por trás de um aumento em problemas reprodutivos entre jovens do sexo masculino no mundo ocidental”, disse Leffers.

“Esse estudo sugere que atenção particular deve ser dada ao uso de analgésicos suaves durante a gravidez, já que isso pode ser uma razão importante desses problemas”.

Apesar de algumas limitações do estudo - por exemplo, algumas mulheres podem não ter lembrado com precisão o número de vezes que tomaram analgésicos - os pesquisadores dizem que suas descobertas indicam que o tipo de aconselhamento dado a mulheres grávidas quanto ao uso de analgésicos deve ser reconsiderado.

Eles solicitaram que sejam feitas mais pesquisas sobre o assunto.

Repercussão

Allan Pacey, especialista em andrologia da Universidade de Sheffield, no norte da Inglaterra, disse: “Há algum tempo os cientistas se preocupam com a possibilidade de que a exposição da mãe a substâncias químicas durante a gravidez cause problemas de reprodução em bebês meninos”.

“Entretanto, há relativamente poucos exemplos concretos e muito do trabalho feito até hoje é de fundo teórico”.

“Isto torna esses estudos um tanto quanto alarmantes, já que eu divido que alguém suspeitasse de que analgésicos comuns pudessem ter esses efeitos”, disse Pacey.

“Claramente, é prioritário que mais pesquisas sejam feitas”.

O médico Basky Thilaganathan, da Faculdade Real de Obstetrícia e Ginecologia da Grã-Bretanha, disse que as revelações precisam ser interpretadas com cuidado.

Ele explicou: “o estudo mostra uma associação em vez de uma relação causal. É possível as mães tenham tomado esses analgésicos por causa de alguma doença, por exemplo, uma infecção viral, durante a gravidez. Essa (infecção viral) pode ter sido a causa real dos problemas”.

* Fonte:
http://www.bbc.co.uk/portuguese/

Nasce um bebê por hora nos EUA com sintomas de vício

Quarta-feira, 9 de Maio de 2012

BBC Brasil - 01/05/2012

A cada hora, nasce um bebê, nos Estados Unidos, com sintomas de dependência de opiáceos, segundo um estudo publicado na revista científica da American Medical Association.

Entre 1999 e 2009, triplicou o número de recém-nascidos com síndrome de abstinência no país, devido a um grande aumento na incidência de grávidas viciadas em substâncias legais e ilegais derivadas do ópio.

Segundo os autores do estudo, baseado em dados de mais de 4 mil hospitais, grande parte do problema é o vício em remédios para dor, entre eles oxicodona e codeína.

Só em 2009, 13,5 mil bebês teriam nascido no país com síndrome de abstinência neonatal.

Vício

Logo após o nascimento, a bebê Savannah Dannelley teve de ficar internada na unidade neonatal de um hospital em Illinois, ligada a máquinas que monitoravam sua respiração e batimentos cardíacos.

Ela chorava muito, tinha diarreia e dificuldade de se alimentar, problemas típicos em bebês com abstinência. Alguns também têm problemas respiratórios, baixo peso e convulsões.

Sua mãe, Aileen, de 25 anos, parou de tomar analgésicos no início na gravidez, substituindo os remédios por metadona sob supervisão médica.

Agora, tanto ela como a bebê passam por um tratamento para combater o vício.

“É muito duro, todo dia, emocionalmente e fisicamente”, disse Aileen Dannelley à agência Associated Press.

Altos custos

Não se sabe ao certo quais são os impactos de longo prazo para a saúde de bebês que nascem com sintomas de dependência, mas reagem bem durante as primeiras semanas de vida.

Algumas pesquisas científicas, mas não todas, apontam um risco mais alto de problemas de desenvolvimento.

O que fica claro, segundo o novo estudo, é que os custos médicos são muito mais altos com bebês que nascem com o problema.

“Bebês com síndrome de abstinência neonatal precisam de hospitalizações iniciais mais longas, frequentemente mais complexas e mais custosas”, conclui o estudo.

Em média, um recém-nascido com sintomas de dependência passa 16 dias no hospital, comparado com apenas três para os demais bebês.

Para Stephen Patrick, um dos autores da pesquisa, “os opiáceos estão se tornando um grande problema nos Estados Unidos”.

Marie Hayes, da Universidade do Maine, diz que em 85% dos casos de bebês com síndrome de dependência, as mães eram viciadas em remédios normalmente vendidos com receita médica e, em poucos casos, as mães eram dependentes de heroína ou estavam tomando remédios por necessidade, após um acidente de carro, por exemplo.

Um editorial da revista que acompanha o estudo diz que enquanto “os opiáceos oferecem um controle de dor superior”, eles também tem sido “receitados de forma exagerada, desviados e vendidos ilegalmente, o que cria um novo caminho para o vício em opiáceos e um problema de saúde pública materna e infantil”.

* Fonte:
http://www.bbc.co.uk/portuguese/

* Colaboração: S. B. (nome preservado), via e-mail. Obrigado!

Pensamento suicida pode ser efeito colateral de medicamento

Quarta-feira, 1 de Fevereiro de 2012

Portal Terra - 01/02/2012

O Focalin, medicamento usado para o tratamento do Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), foi relacionado a efeitos colaterais como pensamentos suicidas. Alguns membros da Food and Drug Administration (FDA), agência reguladora dos medicamentos e alimentos norte-americanos, têm estudado a possibilidade de incluir na bula do remédio um alerta para o risco do problema. As informações são do jornal Folha de S. Paulo desta quarta-feira (1).

Segundo o jornal, o Focalin, que não é vendido no Brasil, traz na bula indicações de sintomas psicóticos ou de euforia, mas não de pensamentos suicidas. Em entrevista para a Folha, Guilherme Polanczyk, professor de psiquiatria da infância e adolescência da Universidade de São Paulo (USP), há um número enorme de pessoas que usam esse remédio e não têm esses efeitos, e é difícil saber se os pacientes teriam isso sem o remédio.

A Novartis, fabricante do remédio, assegurou que o Focalin não tem semelhança com as medicações à base de metilfenidato, disponíveis para o tratamento do TDAH no Brasil.

Outros casos

Outra droga comumente usada no tratamento do TDAH é a Strattera, que também demonstrou a possibilidade de pensamentos suicidas e depressivos em crianças e adolescentes. A empresa colocou um alerta em seu site para o fato de que em testes clínicos com mais de 2,2 mil portadores do TDAH, a chance de desenvolver pensamentos suicidas é de um a cada mil pacientes e que os pais devem ficar atentos às mudanças de humor e comportamento dos filhos, procurando o auxílio médico sempre que surgirem dúvidas.

O jornal norte-americano Fox News informou nesta terça-feira (31) que o FDA recebeu oito relatos de pensamentos suicidas ao longo de seis anos e quatro casos eram ligados ao Focalin. Estima-se que entre 3 e 5% da crianças do mundo sofram de TDAH, que resulta em comportamento desatento, impulsividade, problemas em casa e na escola, entre outros sintomas. O tratamento do transtorno combina medicamento e terapia. A farmacêutica Novartis, fabricante do Focalin, anunciou que está comprometida com a segurança dos pacientes e vai trabalhar junto ao FDA e outras agências para rever a bula do medicamento.

* Fonte:
http://saude.terra.com.br/noticias/0,,OI5588243-EI16560,00-Pensamento+suicida+pode+ser+efeito+colateral+de+medicamento.html

* Comentário: Depois de diversas denúncias e suspeitas de estranhos efeitos colaterais em remédios e substâncias adicionadas para, através de estímulos físicos, facilitar o controle das massas, as perguntas que ficam são: “será que é por acaso que estes remédios causam pensamentos suicidas? Se remédios podem causar um efeito colateral tão perigoso e profundo como este, o que mais podem causar? Quais outros efeitos colaterais deste tipo outros remédios podem estar causando por aí ao longo dos anos?”. Isso não é fuga da realidade, nem tentativa de causar pânico, é só o (ato de) pensar em possibilidades que surgem depois da descoberta de um caso real como o tratado na matéria (e que não é o único). Independentemente dos motivos é fato que o número de suicídios aumentou consideravelmente ao longo dos anos no mundo [fonte].