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A 25 dias do “fim do mundo”: para prefeito, Brasil não está preparado

Segunda-feira, 26 de Novembro de 2012

Portal Terra - 26/11/2012

Na Serra Gaúcha, o prefeito de São Francisco de Paula, a 110 km de Porto Alegre, não se acanha em falar sobre o calendário maia e as supostas repercussões planetárias que ocorreriam a partir do dia 21 de dezembro de 2012. Pelo contrário: prefeito pela terceira vez na cidade, Décio Antônio Colla acha importante informar e alertar a população sobre as catástrofes que estão por vir. De acordo com o mandatário, a cidade, por estar a 900 m acima do nível do mar, já está servindo como refúgio para quem teme tsunamis.

O prefeito não gosta da expressão “fim do mundo”. Mas tsunamis são apenas parte do cenário de destruição que se aproxima, segundo ele. Completam a lista: aquecimento global, erupções de grandes vulcões, “cinturão de fótons” e ventos solares. “Eu acredito que o ser humano tem uma consciência imortal, que nós estamos evoluindo, aprendendo. A Terra é uma energia materializada, e energia nunca se perde. Nós temos que acreditar nessa consciência imortal. Não adianta ter medo e sofrer. Precisamos colocar nas mãos de Deus e nos precaver”, explica.

Por isso, o prefeito recomendou à população da cidade que fizesse reserva de lenha, fósforos, velas, lampiões e um pouco de alimento e água. “Quando eu alertei meu povo, foi para informá-lo dos fatos que eu sabia e hoje todos sabem, porque está na internet e na TV. Eu fiz o alerta para que eles não sofressem ou sofressem menos”, justifica.

Por outro lado, enquanto Colla orienta a população de São Francisco de Paula, ele alega que o Brasil não está preparado para as alterações planetárias. “O Brasil não está preparado para nada. O Brasil só pensa em Copa do Mundo. Os governos não têm interesse em se prevenir”, reforça.

Confira a seguir a entrevista completa com o prefeito:

Terra - Em março, foram veiculadas notícias sobre suas orientações à população, para que eles se preparassem para o fim do mundo. Você ainda acha que o mundo vai acabar?

Décio Antônio Colla - Eu nunca usei a expressão “fim do mundo” - a mídia é que usou. Eu acredito na evolução física e espiritual do ser humano. O que eu fiz foi alertar o meu povo para esses riscos e essas possibilidades que nós já conhecemos hoje, que são veiculadas na internet e na TV. Uma série de informações: Cinturão de fótons, ventos solares, entre outros. Eu apenas alertei o meu povo para essas possibilidades. E no dia 21 de dezembro, não quer dizer que vai acontecer tudo junto. Mas é nessa data que o cinturão de fótons vai estar mais perto. É nessa data também que acontece o alinhamento com o sol central, na data prevista pelo calendário Maia: dia 21 de dezembro. O que se percebe hoje são alterações planetárias. O metrô e as ruas de Nova York nunca estiveram debaixo da água, como agora, assim como a cidade de Veneza. Ou seja, está acontecendo uma série de coisas. Quando os ventos solares emitirem as descargas magnéticas, nós vamos sentir muito. O sol de agora não é o mesmo de 10 anos atrás. Tudo isso que está acontecendo são alterações importantes.

Terra - Que grandes catástrofes estão para acontecer?

Colla - Nós temos duas “bombas” prestes a explodir. A primeira é o aquecimento global, que não é culpa só do homem. O centro de Terra está ficando mais quente. E nós temos dois grandes vulcões, terríveis, um em Yellowstone e o outro nas Ilhas Canárias. Se esse último entrasse em erupção, seria o fim das nossas praias. Milhares de pessoas poderiam morrer se essas “porcarias” explodissem.

Terra - De onde vem essa sua convicção? Você estudou esses fenômenos?

Colla - Eu acredito que o ser humano tem uma consciência imortal, que nós estamos evoluindo, aprendendo. A Terra é uma energia materializada, e energia nunca se perde. Sobre as minhas convicções, se vocês fossem entrevistar astrofísicos, eles pensariam da mesma forma, e vocês ficariam até com mais medo. Pessoas podem, sim, morrer com as catástrofes. Mas nós não podemos incutir medo nas pessoas, isso só leva à dor. Nós temos que ter consciência clara das possibilidades - não devemos nos preocupar. A gente se preocupa pelo apego, pelo egoísmo. “Ai, vou perder a minha casa na praia, as pessoas que eu amo”. Nós temos que acreditar nessa consciência imortal. Não adianta ter medo e sofrer. Precisamos colocar nas mãos de Deus e nos precaver. Quando eu alertei meu povo, foi para informá-lo dos fatos que eu sabia e hoje todos sabem, porque está na internet e na TV. Eu fiz o alerta para que eles não sofressem ou sofressem menos.

Terra - Você acredita que o Brasil está preparado para essas alterações planetárias?

Colla - O Brasil não está preparado para nada. O Brasil só pensa em Copa do Mundo. Quando está quente, as pessoas acham bom, porque vai ter praia no final de semana. Os governos não têm interesse em se prevenir. Outros países estão se preparando para o que está por vir. Mesmo assim, essa preparação é só para a elite ou para quem sabe dos fatos, não para as grandes massas.

Terra - No início do ano, o senhor orientou a população a estocar comida. Você também está se precavendo nesse sentido?

Colla - Eu prefiro não falar, por questão de segurança pessoal.

Terra - Mas você ainda orienta a população para estocar comida?

Colla - Sempre orientei, e não só comida. Aqui a gente usa fogão à lenha, eu falo para as pessoas que elas devem ter lenha, fósforos, velas, lampiões e um pouco de alimento e água. Com os supermercados, fica mais fácil, porque eles acabam sendo a nossa reserva de comida.

Terra - Por estar 900 m acima do nível do mar, São Francisco de Paula serve como refúgio para possíveis catástrofes? Há quem procure a cidade por esse motivo?

Colla - Muita gente procurou a cidade. O valor dos terrenos subiu bastante por causa disso. O nosso litoral corre sérios riscos. Por isso, as pessoas procuram por cidades mais altas, na Serra Gaúcha, por acharem que é mais seguro, no caso de um tsunami.

Terra - Você tem mais alguma recomendação ou mensagem para a população?

Colla - Eu gostaria de dizer que o povo deve estar alerta. A orientação que eu passei para a população demonstra a preocupação do prefeito de uma pequena cidade que está apenas preocupado com o seu povo. Eu fiz o alerta para eles não sofrerem com a falta de luz, de água ou com outros problemas que possam surgir. A minha função e a de vocês (da mídia) é divulgar informações, mas não causar o medo.

* Fonte:
http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI6331137-EI238,00-A+dias+do+fim+do+mundo+para+prefeito+Brasil+nao+esta+preparado.html

* Comentário: Estou publicando matérias e notícias de todos os tipos sobre o suposto “fim do mundo” para que você, leitor, com todas estas informações tire suas próprias conclusões.

HAARP: o projeto militar dos EUA que pode ser uma arma geofi­sica

Segunda-feira, 29 de Outubro de 2012

TecMundo.com.br - 26/01/2011

Em 1993, começou a funcionar no Alasca (Estados Unidos) o HAARP, um projeto de estudos sobre a ionosfera terrestre. O HAARP, que significa “Programa de Investigação de Aurora Ativa de Alta Frequência”, visa a compreender melhor o funcionamento das transmissões de ondas de rádio na faixa da ionosfera, parte superior da atmosfera.

Segundo relatos oficiais, o projeto tem como objetivo principal ampliar o conhecimento obtido até hoje, sobre as propriedades físicas e elétricas da ionosfera terrestre. Com isso, seria possível melhorar o funcionamento de vários sistemas de comunicação e navegação, tanto civis quanto militares (o que gera desconfiança em grande parte dos conhecedores do HAARP).

Para realizar estes estudos, as antenas de alta frequência do HAARP enviam ondas para a ionosfera visando a aquecê-la. Assim são estudados os efeitos das mais diversas interações de temperaturas e condições de pressão.

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[Fonte da imagem: www.haarp.alaska.edu]

Por que no Alasca?

A criação das instalações foi possível graças a uma parceria entre a Força Aérea Americana, A Marinha dos Estados Unidos e também da Universidade do Alasca. Esta última foi escolhida a dedo, graças à localização: a ionosfera sobre o Alasca é pouco estável, o que garante uma maior gama de condições para os estudos.

Outro fator que pendeu para que os pesquisadores escolhessem o Alasca é a ausência de grandes cidades nas proximidades. Assim, não há ruídos na captura de imagens e sinais, pois os sensores ficam localizados ao alto de algumas montanhas.  Também há informações de que este local sofreria o menor impacto ambiental entre as áreas candidatas a receber o HAARP.

Ionosfera: íons e mais íons

Esta faixa recebe este nome porque é bastante ionizada, ou seja, perde e ganha elétrons com facilidade, o que a deixa em constante carregamento elétrico. O grande agente ionizador da ionosfera é o sol, que irradia muita carga na direção da Terra, mas meteoritos e raios cósmicos também influenciam bastante na presença dos íons.

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[Fonte da imagem: Wikipedia.org]

A densidade dos íons livres é variável e apresenta alterações de acordo com vários padrões temporais, hora do dia e estação do ano são os principais pontos de variação da ionosfera. Outro fenômeno interessante acontece a cada 11 anos, quando a densidade dos elétrons e a composição da ionosfera mudam drasticamente e acabam bloqueando qualquer comunicação em alta frequência.

Reflexão ionosférica

Há frequências de ondas que são, quase, completamente refletidas pela ionosfera quando aquecida pelas antenas HAARP. Os pesquisadores do HAARP pretendem provar que essa reflexão pode ser utilizada como um satélite para enviar informações entre localidades, facilitando as comunicações e também a navegação, melhorando os dispositivos GPS utilizados atualmente.

O problema é que ainda não se conhecem as reais propriedades da reflexão ionosférica. Além disso, há o fato de as propriedades da ionosfera se modificarem durante a noite, por exemplo, quando a altitude dela aumenta e as densidades ficam mais baixas. Essas variações tornam difícil uma padronização para o envio de ondas, independente do comprimento delas.

HAARP: um novo modo de estudo

Há várias formas de estudo das faixas da atmosfera terrestre. Para as camadas mais baixas, até mesmo balões podem ser utilizados para capturar dados sobre diferenças nas condições naturais. A camada de ozônio, por exemplo, é verificada com balões meteorológicos que realizam medições das taxas de radiação que ultrapassam pela atmosfera.

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[Fonte da imagem: www.haarp.alaska.edu]

Por ficar muito mais acima, balões meteorológicos e satélites não podem ser utilizados para realizar medições e análises sobre a ionosfera. Por isso o HAARP é tão importante, já que utiliza a maneira mais eficiente de contatar o setor: antenas de emissão de ondas de frequência altíssima.

Os resultados são utilizados para entender como o sol influencia no sinal de rádio em diversas faixas de frequência. Utiliza-se também um “Aquecedor Ionosférico”, conhecido como “Instrumento de Investigação Ionosférica”, ele transmite frequências altas para modificar a ionosfera e entender os processos produzidos em sua composição.

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[Fonte da imagem: www.haarp.alaska.edu]

As antenas do Instrumento de Investigação emitem sinais para altitudes entre 100 e 350 Km. Outros aparelhos do mesmo projeto são responsáveis pela recepção dos sinais, interpretando-os e permitindo a criação de relatórios sobre a dinâmica do plasma ionosférico e também sobre a interação entre o planeta e o sol.

Aquecendo a ionosfera: riscos?

O HAARP não é o único aquecedor ionosférico do planeta. Há também um localizado na Noruega e outro na Rússia. Todos eles realizam o mesmo processo: utilizam antenas de alta frequência para aquecer a ionosfera e criar uma aurora artificial.

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[Fonte da imagem: www.haarp.alaska.edu]

Essa aurora artificial é muito aquecida, o que pode gerar elevação nas temperaturas em determinadas localidades do planeta. Em uma espécie de efeito estufa ionosférico, locais abaixo da ionosfera atingida pelas antenas do HAARP podem ter suas temperaturas elevadas em alguns graus centígrados.

O outro lado da moeda: as conspirações

Assim como boa parte de tudo o que é produzido sob tutela de alguma das forças armadas norte-americanas, o HAARP também gera uma série de desconfianças por parte das mentes mais conspiratórias. Ameaça global ou apenas melhorias nas tecnologias de comunicação? Confira as teorias de conspiração que envolvem este projeto.

Arma geofísica: a denúncia russa

E nem todas estas teorias surgem de movimentos independentes. A prova disso aconteceu em 2002, quando o parlamento russo apresentou ao então presidente Vladimir Putin documentos que afirmavam veementemente que os Estados Unidos estariam produzindo um novo aparelho, capaz de interferir em todo o planeta, a partir de pontos isolados.

O relatório dizia que o HAARP seria uma nova transição na indústria bélica, que já passou pelas fases de armas brancas, armas de fogo, armas nucleareas, armas biológicas e chegaria então ao patamar de armas geofísicas. Segundo estas teorias, seria possível controlar placas tectônicas, temperatura atmosférica e até mesmo o nível de radiação que passa pela camada de ozônio.

Todas estas possibilidades podem gerar uma série de problemas para as populações atingidas. Atingindo países inteiros, desastres naturais podem minar economias, dizimar concentrações populacionais e gerar instabilidade e insegurança em toda a Terra.

Terremoto no Haiti

Quais seriam os efeitos dos controles de frequência sobre as placas tectônicas? Segundo a imprensa venezuelana a resposta é: terremoto. O jornal “Vive” afirma que teve acesso a documentos que comprovam a utilização do HAARP para manipular a geofísica caribenha e ocasionar os terremotos do Haiti, que causaram a morte de mais de 100 mil pessoas.

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[Fonte da imagem: www.usaid.gov]

Caso esteja se perguntando os motivos para a escolha de um país tão pobre, as teorias conspiratórias também possuem a resposta para esta pergunta. Os Estados Unidos precisavam de um local para testar o potencial de sua nova arma. Os testes oceânicos não davam informações suficientes e atacar os inimigos no oriente médio seria suicídio comercial.

Afinal de contas, terremotos poderiam destruir poços de petróleo muito valiosos. Assim, o governo norte-americano viu no Haiti, um país já devastado, o perfeito alvo para seus testes. Sem potencial econômico e sem possuir desavenças com outros países, dificilmente haveria uma crise diplomática com a destruição do Haiti.

Bloqueio militar

Outra teoria bastante defendida diz que os Estados Unidos poderiam causar um completo bloqueio militar a todas as outras nações do mundo. Causando interferências nas ondas habituais, impedindo que qualquer frequência seja refletida pela atmosfera e até mesmo que dispositivos de localização possam ser utilizados.

Para isso, a defesa norte-americana só precisaria aquecer a ionosfera com seus aquecedores HAARP. Com a potencia correta, todo o planeta ficaria em uma completa escuridão geográfica. Então, apenas quem possui o controle do aquecedor ionosférico poderia ter acesso aos dados de localização e navegação de seus veículos militares.

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[Fonte da imagem: Wikimedia.org / Marku 1988]

Também se fala em mapeamentos de todo o planeta em pouco minutos, pois as ondas de frequências extremas poderiam criar relatórios completos de tudo o que existe na superfície terrestre. Elementos vivos ou não, tudo poderia ser rastreado pelas ondas do HAARP. Pelo menos é o que dizem as teorias conspiratórias.

Controle mental

Existem ondas de rádio em diversas frequências, por mais que não sintonizemos nossos rádios para captá-las, elas estão no ar. O som também é emitido em frequências e há amplitudes delas que os ouvidos humanos não são capazes de captar, mas isso não quer dizer que elas não existam. Somando estes dois pontos, temos mais uma teoria conspiratória.

Utilizando uma mescla de ondas de rádio com frequência sonora, os Estados Unidos poderiam manipular a mente coletiva para que algum ideal fosse defendido ou algum governo rival fosse atacado. Enviando as informações para toda a população em frequências que não poderiam ser captadas por aparelhos, não demoraria para que a “lavagem cerebral” estivesse concluída.

Há quem diga que este tipo de manipulação será utilizado em breve no Irã. O governo atual não é favorável às políticas norte-americanas, portanto seria vantajoso que o povo se rebelasse contra os seus líderes. Mensagens antigoverno seriam incutidas na mente do povo iraniano com o auxílio das antenas HAARP.

Pura ficção?

No desenho G.I. Joe: Resolute, o programa HAARP é capturado por vilões que desejam transformar o potencial do projeto em uma arma de destruição em massa. Além dos danos que citamos nas teorias conspiratórias, nesta história as antenas transformavam-se também em canhões de energia.

Enviando enormes quantidades de energia para a ionosfera, que refletia toda a energia, os vilões poderiam acabar com qualquer lugar do planeta, apenas mirando e concentrando o poder energético das antenas de frequências altíssimas localizadas no Alasca.

Quando se fala no mundo real, tudo o que se tem de concreto sobre o HAARP é que estudos são feitos constantemente sobre a ionosfera terrestre para que ela possa ser transformada em uma antena de transmissão de informações, beneficiando as comunicações e sistemas de navegação.

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[Fonte da imagem: www.haarp.alaska.edu]

Mas será que é somente para isso que os investimentos bilionários do governo norte-americano estão sendo utilizados? Nunca foram revelados dados concretos sobre o dinheiro empregado no projeto, mas há especulações de que mais de 200 milhões de dólares sejam gastos por ano com as antenas do HAARP.

* Fonte:
http://www.tecmundo.com.br/tecnologia-militar/8018-haarp-o-projeto-militar-dos-eua-que-pode-ser-uma-arma-geofisica.htm

Comissão Europeia classifica acidente nuclear no Japão de apocalipse

Terça-feira, 15 de Março de 2011

AFP / Portal Terra - 15/03/2011

terremoto japao

A Comissão Europeia qualificou nesta terça-feira o acidente nuclear do Japão de “apocalipse”, por considerar que as autoridades locais perderam praticamente o controle da situaçãp na central de Fukushima.

“Se fala de apocalipse e acredito que é um termo particularmente bem escolhido”, declarou o comissário europeu de Energia, Günther Oettinger, ante uma comissão do Parlamento Europeu em Bruxelas.

“Praticamente tudo está fora de controle”, acrescentou o comissário, que não descartou o pior nas próximas horas e dias no Japão.

* Fonte:
http://noticias.terra.com.br/mundo/asia/terremotonojapao/noticias/0,,OI4993972-EI17716,00.html

Igreja Assembleia de Deus escorou terra após enxurrada em Ilha Grande

Quarta-feira, 6 de Janeiro de 2010

Jornal O Estado de S.Paulo - 05/01/2010

Por muito pouco uma tragédia como a do dia 1º na Enseada do Bananal não ocorreu em outra praia de Ilha Grande, a Vermelha. Lá, deslizamentos de terra e pedras atingiram 17 casas e uma igreja naquela madrugada. Apesar do cenário de devastação, todos os moradores conseguiram escapar. A maioria correu para perto do mar. Em toda Ilha Grande, foram contabilizados pelo menos 60 deslizamentos, segundo Jesi Batista dos Santos, de 52 anos, o Mão Branca, coordenador de Limpeza e Reparos na região.

A Praia Vermelha - um dos pontos de partida para expedições submarinas na ilha - é a penúltima antes da parte oceânica. Houve deslizamentos em cinco pontos. Eles ocorreram no mesmo horário em que houve a tragédia no Bananal, por volta das 3 horas. Um igreja da Assembleia de Deus, que ficou parcialmente destruída, escorou uma montanha de terra levada pela enxurrada, salvando pelo menos três casas.

“Deus usou a igreja como escudo”, disse Manoel José Tenório Pimenta, de 65 anos, que morava na casa em frente ao templo com a mulher, dois filhos, o genro e três netos. Na casa ao lado, também interditada pela Defesa Civil, estavam outro filho dele com a mulher e dois netos.

* Fonte:
http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100105/not_imp490681,0.php