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Rússia exige que usuários de redes sem fio públicas se identifiquem

Domingo, 10 de Agosto de 2014

Reuters - 08/08/2014

A Rússia ampliou o controle sobre a Internet nesta sexta-feira, ao exigir que as pessoas que utilizam redes públicas sem fio se identifiquem, uma política que gerou a ira de blogueiros e confusão entre operadoras de telecomunicação sobre a sua aplicação.

O decreto, assinado pelo primeiro-ministro Dmitry Medvedev em 31 de julho, mas publicado nesta sexta-feira, também exige que as companhias declarem quem está usando suas redes da web. A legislação pegou a indústria de surpresa e as companhias disseram que não estar claro como serão aplicadas as regras.

Uma série de novas leis regulando o uso da Internet, que já foi livre na Rússia, foi condenada pelos críticos do presidente Vladimir Putin, que consideram uma tentativa de reprimir os dissidentes, depois que os sites de dois de seus rivais foram bloqueados este ano.

Putin, que alarmou os líderes da indústria em abril ao dizer que a Internet é um “projeto da CIA”, disse que as leis são necessárias para lutar contra o “extremismo” e o “terrorismo”.

O ministro das Comunicações, Nikolai Nikiforov, disse que a exigência de identificação dos usuários da Internet é normal. “A identificação de usuários (via cartões de banco, números de celular e etc), com acesso a Wifi público é uma prática no mundo todo”, publicou no Twitter.

Um parlamentar pró-Kremlin disse que a medida é necessária para evitar propaganda contra a Rússia no estilo da Guerra Fria.

“É sobre a segurança. Uma guerra de informação está em andamento. O acesso anônimo à Internet em áreas públicas permite que atividades ilegais sejam realizadas impunimente”, disse o vice-presidente da comissão de tecnologia da informação do Parlamento, Vadim Dengin, citado pelo jornal estatal Izvestia.

(Por Anastasia Teterevleva, Alissa de Carbonnel e Maria Kiselyova)
© Thomson Reuters 2014 All rights reserved.

* Fonte:
http://br.reuters.com/article/internetNews/idBRKBN0G900320140809 

BBC: A crise na Crimeia pode ser a origem de uma nova ordem mundial?

Sexta-feira, 28 de Março de 2014

BBC - 25/10/2014

Sob a liderança do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, os presidentes do grupo - que também inclui Alemanha, Canadá, França, Japão, Itália e Reino Unido - se reuniram em Haia, na Holanda, sem a delegação russa, em represália à anexação da Crimeia por Moscou.

O ministro de Relações Exteriores russo, Sergei Lavrov, assegurou que a decisão é uma “grande tragédia” para seu país.

Os acontecimentos na Ucrânia mudaram profundamente as percepções ocidentais em relaçãoà Rússia, e é muito difícil imaginar uma volta rápida à normalidade.

Ao chegar à Holanda para a reunião, Obama disse que os EUA e a Europa haviam se unido na imposição de sanções que traria “consequências significativas para a economia russa”.

O ex-embaixador da ONU em Moscou, Michael McFaul, escreveu que o presidente russo, Vladimir Putin, “se aproveita do embate com o Ocidente…(e) mudou sua estratégia”.

Mesmo assim, o ministro das Relações Exteriores da Suécia, Carl Bildt, disse no Twitter que o prognóstico sombrio de McFaul subestima o problema já que o presidente russo estava “se baseando em ideias ortodoxas profundamente conservadoras”.

Quando os responsáveis pelas boas relações entre Oriente e Ocidente falam dessa forma, não é um bom sinal.

Será que isso é uma segunda Guerra Fria ou apenas um reajuste na política mundial?

A resposta dependerá em boa parte das decisões que serão tomadas nos próximos dias: uma invasão do leste da Ucrânia poderia gerar uma grande guerra, mas a consolidação da mão firme russa na Crimeia, com ações secretas de apoio a grupos militares russos em Donetsk ou Jarkov, criaria um dilema ainda mais difícil para os governos ocidentais.

Clima de tensão

Mesmo assim, como o Kremlin parece não ter intenção de mudar de posição quanto à Crimeia e abriu a possibilidade de uma intervenção para apoiar os russos na Moldávia ou nas repúblicas do mar Báltico (que são membros da OTAN), é evidente que o novo clima de tensão não vai ser atenuado rapidamente e ainda pode se agravar.

Até agora, a percepção pública da dependência europeia em relação ao comércio com a Rússia levou muitas pessoas a considerarem improvável que sejam impostas sanções significativas.

Mas quem tem essa opinião pode estar subestimando o quanto os líderes europeus estão em acordo (até o momento de forma privada) sobre tomar medidas mais duras. Ou o quanto de culpa sentem por não ter agido com mais eficiência há anos.

As “medidas específicas” promulgadas até o momento pelos EUA e a União Europeia (UE) simplesmente penalizam alguns amigos de Putin e seus aliados políticos. As sanções que foram a princípio combinadas entre os líderes da UE na semana passada contra empresas russas poderiam levar a uma verdadeira guerra comercial.

Também na semana passada, a Comissão Europeia se comprometeu a intensificar seu esforço em reduzir a dependência energética em relação à Rússia. E é nesta área que os líderes europeus têm mostrado seu ressentimento por terem sido enganados por Putin e terem permitido que as coisas voltassem ao normal.

A interrupção do fornecimento de gás russo em 2006 e a guerra de 2008 com a Geórgia já havia levado a promessas de reduzir a dependência energética.

Mas, na época, muitos culparam a Geórgia por provocar os militares russos e queriam rapidamente voltar a fazer negócios com os países do bloco conhecido como BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China), que estavam em seu auge.

A postura de Merkel

Agora, a possibilidade de reduzir as importações de gás russo vem sendo levada a sério, destacando-se a capacidade da Ucrânia de fazer o mesmo, e de tomar essas medidas antes da próxima movimentação russa, não depois.

Como disse o primeiro-ministro sueco, Fredrik Reinfeldt, ao programa Newsnight da BBC no início do mês, uma guerra comercial pode ferir mais à Rússia que à UE.

A Rússia representa 7% das exportações europeias, mas o que o país importa do resto do continente representa 21% de seu comércio.

Angela Merkel é quem personifica mais essa sensação de querer evitar ser enganada de novo pelo Kremlin. Sua posição política se endureceu nos últimos dias.

Não está claro até onde vai isso, inclusive se medidas militares serão tomadas pela Rússia contra a Ucrânia ou a Moldávia.

Se o projeto da UE de reduzir sua dependência da Rússia der frutos, é possível que o recente crescimento do comércio que atravessa a antiga cortina de ferro retroceda.

Outros debates ainda dominarão as conversas dos líderes do G7 nos corredores do edifício Berlaymont, sede da Comissão Europeia e da OTAN: em que medida os compromissos diplomáticos firmados anteriormente com Putin agora são prejudiciais? Como é possível reforçar a aliança com a Ucrânia? A grande queda com gastos de defesa pela Europa deve ser revista?

Algumas das respostas são cada vez mais claras. Não haverá reunião do G8 em Sochi, já que a Rússia não faz mais parte desse clube exclusivo, que se tornou, assim, o novo G7.

Poderá haver novas medidas contra o círculo próximo de Putin e se manterá o aumento das forças levadas pela OTAN às repúblicas bálticas.

Mas existe muita incerteza, inclusive no patamar mais extremo dessas conjecturas, sobre se uma ação militar russa poderia levar a sanções em grande escala, a um aumento das tropas americanas na Europa e a uma nova era de gelo da diplomacia internacional.

* Fonte:
http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2014/03/140325_crimeia_russia_exclusao_rb.shtml

Número de cristãos mortos por causa da fé dobra em 2013, diz relatório

Sexta-feira, 10 de Janeiro de 2014

Reuters / Folha - 08/01/2014

Os relatos sobre cristãos mortos ao redor do mundo por causa de sua fé duplicaram em 2013, comparado com o ano anterior, com os casos somente na Síria superando o total registrado em 2012, de acordo com uma pesquisa anual.

Portas Abertas, um grupo sem denominação que presta apoio a cristãos perseguidos ao redor do mundo, disse nesta quarta-feita ter documentado 2.123 homicídios de “mártires”, comparado com 1.201 em 2012. Houve 1.213 mortes desse tipo somente na Síria no ano passado, afirmou a entidade.

“Essa é uma contagem bastante mínima baseada no que foi relatado na mídia e que podemos confirmar”, disse Frans Veerman, diretor de pesquisas para a Portas Abertas. Estimativas de outros grupos cristãos colocam a contagem anual em 8.000.

O Portas Abertas colocou a Coreia do Norte no topo de sua lista de 50 países mais perigosos para cristãos, posição que o nação asiática ocupa desde que a pesquisa anual começou a ser realizada há 12 anos. Somália, Síria, Iraque e Afeganistão vêm a seguir.

O grupo sediado nos Estados Unidos relatou um aumento da violência contra cristãos na África e afirmou que muçulmanos radicais foram a principal fonte de perseguição em 36 dos países que estão na lista.

“O extremismo islâmico é o pior perseguidor da Igreja mundial”, disse a entidade.

Cerca de 10% dos sírios são cristãos. Muitos se tornaram alvos de rebeldes islâmicos que os consideram apoiadores do presidente Bashar al-Assad.

O relatório não traz dados sobre assassinatos na Coreia do Norte, mas diz que lá os cristãos enfrentam “a mais alta pressão imaginável” e que cerca de 50 mil a 70 mil vivem em campos para presos políticos.

* Fonte:
http://www1.folha.uol.com.br/mundo/2014/01/1394847-numero-de-cristaos-mortos-por-causa-da-fe-dobra-em-2013-diz-relatorio.shtml

Cristãos são extremistas como a Al-Qaeda, ensina o Exército dos EUA às tropas

Sexta-feira, 27 de Dezembro de 2013

Por Alex Newman - The New American - 08/04/2013

O Departamento de Defesa do governo Obama foi pego no treinamento de tropas dos EUA ensinando que católicos, judeus ortodoxos e cristãos evangélicos são considerados “extremistas religiosos”, igualando grandes religiões que representam mais de metade dos americanos com grupos realmente violentos como a Al-Qaeda, a Ku Klux Klan, e o Hamas. Após as revelações explosivas atingirem as manchetes, logo houve indignação.  Agora, os críticos estão pedindo um pedido de desculpas público imediato para os soldados expostos à propaganda de ódio, assim como para as comunidades cristãs e judaicas, alvos na apresentação.

O mais recente escândalo a atingir o governo Obama e sua manipulação dos militares envolve o curso de formação chamado “Igualdade de Oportunidades”, apresentado à força de Reserva do Exército dos EUA na Pensilvânia.  Durante o treinamento, as tropas foram submetidos a uma apresentação de slides , incluindo um segmento que foi chamado de “o extremismo religioso”. No topo da lista - o primeiro item - estava o “Cristianismo Evangélico” nos Estados Unidos.  Também foram incluídos judeus “ultra-ortodoxos”, católicos, mórmons fundamentalistas e “islamofobia”.

Entre os cristãos evangélicos e judeus ortodoxos estava a Irmandade Muçulmana, um grupo radical islâmico no poder socialista sobre o Egito ao qual Obama está fornecendo armamento militar avançado, incluindo caças e tanques - para não mencionar bilhões de dólares em ajuda.  Junto com a Irmandade Muçulmana, a Al-Qaeda, a Nação do Islã (um grupo filipino islamista) e o Hamas e foram listados, juntamente com os muçulmanos sunitas em geral.  O governo dos EUA diz estar em guerra com alguns dos grupos islâmicos, enquanto outros abertamente recebem os dólares dos contribuintes americanos, armas e treinamentos do governo.

A Ku Klux Klan, identificada como uma organização ”cristã” dos EUA, também foi destaque na lista junto com outros movimentos de supremacia branca.  Uma organização hindu indiana, algumas milícias americanas e a Liga de Defesa Judaica foram incluídas no slide também. ”O extremismo é um fenômeno complexo”, diz a apresentação no slide que identifica cristãos como extremistas religiosos ao lado da Al-Qaeda, definindo-os com pontos de vista que estão fora do “normal”.

O apresentador aparentemente também definiu como extremismo alguém que acredita que sua própria religião é a correta - incluindo, é claro, qualquer um que aceita as palavras de Jesus Cristo, como elas são registradas na Bíblia. ”Cada religião tem alguns seguidores que acreditam que suas crenças, costumes e tradições são o único ‘caminho certo’ e que todos os outros que estão praticando sua fé estão no ‘caminho errado’, vendo e acreditando que sua fé/religião é superior a todas às outras”, reivindicam os textos no slide.

Os religiosos ficaram indignados.  Católicos, sem surpresa, recuaram com horror, com a Arquidiocese dos EUA para os Serviços Militares (Archdiocese for the Military Services - AMS) emitindo uma declaração contundente: ”A Arquidiocese ficou surpresa que os católicos foram listados ao lado de grupos que são, por sua missão e natureza, violentos e extremistas”, disse a AMS, com vários relatórios, lembrando que os católicos compõem cerca de um quarto das forças armadas. ”A Arquidiocese solicitou ao Departamento de Defesa que revisasse esses materiais para assegurar que os fundos dos contribuintes nunca serão novamente usados “para apresentar descaradamente material anti-religioso para os homens e mulheres de uniforme”.

O Centro dos Direitos dos Pobres do Sul (Southern Poverty Law Center - SPLC), de extrema-esquerda, um instituto em grande parte desacreditado, fundada por um homem que até mesmo colegas esquerdistas descrevem como um vigarista, negou ser responsável pelo conteúdo profundamente controverso da apresentação. No entanto, o apresentador mais tarde afirmou ter obtido a informação do SPLC.  Na verdade, mesmo a primeira página da apresentação, chamada de “extremismo e organizações extremistas”, cita o grupo radical como sua fonte.

“O número de grupos de ódio, extremistas e organizações anti-governo nos EUA continuaram a crescer ao longo dos últimos três anos, de acordo com relatórios do SPLC”, diz o segmento de abertura da apresentação escandalosa, o que provocou a indignação de cristãos em todo o país e recebeu atenção da mídia internacional. “Eles aumentaram para 1018 em 2011, ante 1002 em 2010 e 602 em 2000″.

A apresentação também alegou que o surto de “extremismo” foi devido à cor da pele do presidente - outro ponto desacreditado, “papagaiado” [repetido] pelo SPLC e seus seguidores. Como perspectiva, considere que entre o suposto “surto” de extremistas do SPLC estão grupos e organizações como os Guerreiros de Granny (Granny Warriors), dirigido por uma avó patriota de 74 anos de idade com insuficiência cardíaca congestiva.

Críticos da apresentação de treinamento militar criticou sua dependência do SPLC.  No ano passado, a propaganda selvagem do grupo controversa foi mesmo citado por um atirador enlouquecido que tentou matar pessoas inocentes no Conselho de Pesquisa Familiar, que foi apelidado de “grupo de ódio” pelo SPLC para apoiar a definição tradicional de casamento.  No entanto, mesmo com a imprensa estabelecimento começou lentamente expondo palhaçadas obscuros do SPLC e absurdo medo de fautor , o grupo radical também foi exposto a trabalhar em estreita colaboração com o Departamento de Justiça e outros órgãos governamentais.

“Por que há essa dependência sobre o trabalho do SPLC para determinar grupos de ódio e grupos extremistas?” perguntou Crews Diretor executivo Ron com a Aliança Capelão para a liberdade religiosa, um dos muitos grupos que falaram após o último escândalo estourou.  “Parece que algumas entidades militares estão usando definições de” ódio “e” extrema “das listas de anti-cristãs organizações políticas.  Isso viola a posição apolítica apropriado para os militares “.

Crews, um coronel aposentado, também criticou a apresentação em si, bem como a sua caracterização de bilhões de pessoas ao redor do mundo como extremistas religiosos.  “Nós encontramos esta ofensiva para ter cristãos evangélicos ea Igreja Católica para a lista entre os conhecidos grupos terroristas”, ele foi citado como dizendo.  “É desonroso para qualquer entidade militar dos EUA para permitir que este tipo de caracterização equivocada ….  Homens e mulheres de fé que serviram o Exército fielmente durante séculos, não deve ser comparado com aqueles que regularmente ameaçado a paz ea segurança dos Estados Unidos “.

Incrivelmente, o plano de formação também afirmou que os “extremistas” - presumivelmente, com base na apresentação, incluindo cristãos - não foram bem-vindos nas forças armadas.  “Metas organizações extremistas” são incompatíveis com as metas do Exército, crenças e valores no que diz respeito à igualdade de oportunidades “, afirma o material, que estava cheia de ortografia, factual, e os erros gramaticais.  “O Exército realiza indivíduos não pôr de lado seus preconceitos, preconceitos e percepções em favor dos valores do Exército logo após o ingresso do Exército, no entanto, é vital que todos os soldados e civis são educados sobre Política do Exército eo que se espera deles enquanto servindo tanto em nossas fileiras, ou em apoio de nossos soldados “.

A apresentação parece entrar em conflito com os valores americanos de outras maneiras também.  “Soldados norte-americanos deveriam ser os defensores da democracia”, o programa de treinamento afirmou.  Os Estados Unidos e todos os estados, de acordo com a Constituição dos EUA de que todos os oficiais militares fazem um juramento de manter, são supostamente a ser governado por uma forma republicana de governo baseado no Estado de direito - não os caprichos de uma maioria.  De fato, os Pais Fundadores da América , escreveu extensivamente sobre o porquê de a democracia não era um sistema desejável.

Na esteira do escândalo de bater as manchetes, o Exército prontamente se distanciou do esforço para pintar cristãos como extremistas.  “Depois de receber uma única reclamação após a apresentação, esta pessoa excluída do slide, e nunca mais foi mostrado”, porta-voz do Exército de George Wright , disse em um comunicado amplamente citado, acrescentando que o ponto de vista dos cristãos como os extremistas não refletem a política oficial do governo ou doutrina.  “Esta pessoa pediu desculpas por qualquer ofensa que possa ter causado, e consideramos o assunto encerrado.”

Enquanto o Exército diz que os cristãos demonizar na frente de suas tropas não é a política oficial, a administração Obama tem sido duro no trabalho em que muitos críticos vêem como uma “guerra” contra o cristianismo e da religião na sociedade e, especialmente, os militares.  Em 2011, as autoridades ainda tentou adotar uma política de parar visitantes a trazerem Bíblias para as tropas dos EUA feridos em hospitais militares, o que provocou um clamor público que, eventualmente, obrigou-os a recuar .

Ao mesmo tempo, o governo dos EUA foi apanhado em várias ocasiões que tentam retratar veteranos como potenciais terroristas ao mesmo tempo que procura desarmá-los utilizando vários pretextos .  Também potenciais ameaças terroristas, de acordo com documentos oficiais publicados por várias agências federais , são pró-vida ativistas, simpatizantes da liberdade individual e da Constituição, os oponentes da imigração ilegal, ativistas dos direitos arma, constitucionalistas, simpatizantes de Ron Paul, críticos da engenharia genética - virtualmente ninguém, na verdade .

“Eu vejo isso como um abandono completo do governo dos ideais e princípios que nos foram dadas por nossos fundadores, que é uma ameaça à nossa segurança nacional”, observou o pastor Roger Anghis, presidente do Projeto Damasco destinada a obter mais cristãos envolvidos na política.  “Eles se tornaram a ameaça às nossas liberdades e direitos e devemos reconhecer isso e usar o nosso processo de eleição para corrigir os problemas que nós mesmos criamos, por não prestar atenção ao que colocamos em escritório.  A escolha é nossa. ”

A demonização federal de cristãos, conservadores e libertários, , enquanto isso, mesmo percolada para o nível estadual e local.  No ano passado, por exemplo, o Departamento de Justiça foi preso a polícia de ensino que populares adesivos políticos pára-choques de apoio à Declaração de Direitos ou da soberania nacional podem ser indicadores potenciais de terrorismo doméstico.  Apenas na semana passada, verificou-se que a aplicação da lei no Colorado estava sendo ensinado que as organizações e os indivíduos que tomam a Bíblia literalmente pode representar um perigo para os policiais.

“Entre esses grupos, [Colorado Trooper Patrol Estado e de Segurança Interna futuro funcionário Joe] Kluczynski tinha listado, foram aqueles que acreditam que a América foi fundada sobre princípios bíblicos, os cristãos que tomam a Bíblia literalmente, e” fundamentalistas “, escreveu Prowers County Undersheriff Ron Trowbridge, que participou do “treinamento” de sessão e ficou alarmado.  “Kluczynski não explicou o que ele quis dizer com” fundamentalistas “, mas a partir do contexto ficou claro que ele estava se referindo novamente para aqueles que tomaram a Bíblia literalmente ou” muito a sério. “Os participantes também foram perguntados se apreender armas de fogo, Trowbridge relatado.

Enquanto isso, em nível federal, o governo Obama foi recentemente condução militar “guerra urbana treinos”, completa com helicópteros negros disparo espaços de metralhadoras sobre grandes cidades dos EUA.  A aplicação da lei foi recentemente apanhado ordenação alvos de crianças e mulheres grávidas , também alimentando suspeitas.  O Departamento de Segurança Interna tem estado sob fogo por meses depois de contrair a comprar bilhões de balas durante a implantação de veículos blindados e outros “armas de guerra” para uso nas ruas americanas.

Aparentemente, no entanto, pelo menos de acordo com a administração, a preocupação com a evolução - o que Obama chama de “transformação fundamental” da América - constitui “extremismo” e deve ser cuidadosamente monitorado, se ainda não criminalizados.  Para os críticos do rumo do país está tomando, porém, é hora de o Congresso para investigar e deter as políticas extremistas provenientes do poder executivo em si.

* Fonte:
http://thenewamerican.com/culture/faith-and-morals/item/15028-christians-are-extremists-like-al-qaeda-u-s-army-taught-troops

* Tradução e Revisão: Gustavo Guerrear, editor do Tabernaculonet.

Governo dos EUA faz experiências perigosas com vírus na Geórgia

Segunda-feira, 13 de Maio de 2013

Voz da Rússia - 07/05/2013

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A população da Geórgia está em perigo. Esta declaração sensacional foi feita pelo ex-assessor do presidente da Geórgia e jornalista americano Jeffrey Silverman. Segundo ele, num laboratório nos arredores de Tbilisi estão desenvolvendo vírus perigosos, que são depois testados em moradores locais.

O laboratório nos arredores de Tbilisi tem o nome do senador norte-americano Richard Lugar. E não por acaso. Ele foi aberto com a ajuda do governo dos EUA. Segundo dados oficiais, aqui estudam a genética de micróbios e vírus. No entanto, o ex-conselheiro do presidente da Geórgia Jeffrey Silverman tem a certeza de que o laboratório não apenas estuda vírus, mas cria-os.

“O laboratório foi construído com o dinheiro dos militares. Ele custou 50 milhões de dólares. Seu propósito é estudar armas biológicas. E este laboratório está aqui porque é perigoso mantê-lo nos Estados Unidos”.

Lembremos que em 2001-2003, Silverman esteve ajudando Mikheil Saakashvili em sua campanha eleitoral. No entanto, mais tarde seus caminhos se separaram. A última declaração do ex-assessor presidencial de que os habitantes da Geórgia se tornaram objeto de experimentos perigosos é uma das notícias mais discutidas no país hoje. Segundo Silverman, não é de excluir que foram justamente os experimentos com vírus que levaram à disseminação no país de tais doenças perigosas como a gripe suína e o sarampo. No entanto, o vice-diretor da Agência Nacional de Controle de Doenças Paata Imnadze diz que a crescente incidência das doenças nada tem a ver com a existência do laboratório.

“Hoje em dia os adultos adoecem porque não têm imunidade. Ainda em 2008 nós tínhamos planejado uma campanha de vacinação em massa. Na altura estávamos planejando vacinar um milhão. Apenas 500 mil se vacinaram. Então, agora vemos as consequências”.

No governo georgiano chamaram de delírio as alegações de estudos secretos. A deputada do parlamento georgiano Irina Imerlishvili diz que o laboratório nos arredores de Tbilisi é um instituto de pesquisa, e não um departamento de armas biológicas do Ministério da Defesa dos EUA.

“Este laboratório foi inaugurado durante o governo do presidente Mikheil Saakashvili. A cerimônia de abertura contou com a presença do próprio. Claro, agora todos vão dizer que Saakashvili não ama o seu povo e adora experimentar com ele. No entanto, penso que este não é o caso”.

A declaração escandalosa do ex-assessor do presidente não encontrou qualquer prova. A entrada de estranhos no território do laboratório é estritamente proibida. Os próprios funcionários entram no prédio após várias etapas de verificação. Mas Silverman está preparado para ir até o fim. Ele prometeu que em breve contará aos georgianos toda a verdade sobre o seu líder.

* Fonte:
http://portuguese.ruvr.ru/2013_05_07/Experi-ncias-perigosas-com-v-rus-na-Ge-rgia/

Marinha americana prepara sistema de laser para neutralizar inimigos

Terça-feira, 9 de Abril de 2013

Agência AFP / Portal Terra - 09/04/2013

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[Fotos: AP]

A Marinha dos Estados Unidos anunciou que está desenvolvendo um sistema de laser no mar capaz de neutralizar pequenos barcos inimigos e derrubar drones (veículos aéres não-tripulados) de vigilância. O sistema será utilizado a partir de 2014, dois anos antes do previsto, a bordo do USS Ponce, um navio de transporte anfíbio, anunciou a Marinha.

O almirante Matthew Klunder, diretor de pesquisa naval (ONR), informou que o custo de um disparo laser de “energia dirigida” poderia ser inferior a um dólar. “Comparem isto com as centenas de milhares de dólares que custa um disparo de míssil e verão os méritos do sistema”, disse o almirante.

A Marinha já testou com sucesso o sistema contra alvos móveis no mar e contra um drone.

* Fonte:
http://noticias.terra.com.br/mundo/estados-unidos/marinha-americana-prepara-sistema-de-laser-para-neutralizar-inimigos,ed757a21e96ed310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html

Não divulgado no Brasil: China mobiliza tropas e aviões perto da fronteira Norte coreana

Quarta-feira, 3 de Abril de 2013

Fox News (EUA) / Jornal de Notícias (Portugal) - 01/04/2013

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[Foto: Reuters] Trabalhadores sul-coreanos impedidos de entrar no complexo industrial de Kaesong

A China apela à “calma e contenção” na península coreana ao mesmo tempo que está a mobilizar forças militares junto à fronteira, em resposta às ameaças da Coreia do Norte em lançar um ataque à vizinha Coreia do Sul e aos Estados Unidos, que já destacaram um navio de guerra para a região. Esta quarta-feira, Pyongyang não autorizou a entrada dos sul-coreanos que trabalham no complexo industrial de Kaesong.

A China começou a mobilizar forças militares junto à fronteira com a Coreia do Norte, após a declaração de “estado de guerra” por parte de Pyongyang. Oficiais norte-americanos indicaram que estas manobras decorrem desde meados de março, incluindo o destacamento de tropas e manobras aéreas.

As forças militares chinesas estão na cidade de Ji’an e perto do Rio Yalu, que divide a China e a Coreia do Norte. Outras regiões fronteiriças estão a ser vigiadas por via aérea.

Na escalada da tensão entre as Coreias, os Estados Unidos mobilizaram o navio de guerra USS Fitzgerald para a costa sudoeste da Coreia do Sul para defender este território perante um eventual ataque com mísseis por parte de Pyongyang.

Esta quarta-feira, a China apelou à “calma e contenção”, depois de as autoridades norte-coreanas terem bloqueado o acesso de trabalhadores sul-coreanos ao complexo industrial de Kaesong, junto à fronteira entre os dois países.

“Nas atuais circunstâncias, a China defende que todas as partes devem adotar uma postura de calma e contenção”, disse um porta-voz do ministério chinês dos Negócios Estrangeiros, Hong Lei.

O ministro da Defesa da Coreia do Sul afirmou, esta quarta-feira, dispor de planos de contingência, que incluem uma eventual ação militar, para garantir a segurança dos sul-coreanos que trabalham no complexo industrial Kaesong, em solo norte-coreano.

“Nós preparámos um plano de contingência que inclui uma possível ação militar, caso haja uma situação grave”, disse Kim Kwan-Jin, durante uma reunião dos membros do partido conservador. “Temos de tentar evitar que a situação piore”, acrescentou o ministro.

A Coreia do Norte não autorizou, esta manhã, a entrada dos sul-coreanos que trabalham no complexo industrial de Kaesong, único projeto de cooperação bilateral vigente, mas indicou que os sul-coreanos que já se encontravam no interior do parque poderiam sair.

Porém, de acordo com Seul, apenas nove dos 861 sul-coreanos que estavam no interior do complexo, deixaram o local. Muitos optaram por ficar para garantir o funcionamento adequado das empresas para as quais trabalham, detalhou o ministro da Unificação do Sul.

Localizado a escassos quilómetros da fronteira, o parque, inaugurado em 2004, figura como o único projeto de cooperação económica entre as Coreias.

Cerca de 53 mil norte-coreanos trabalham para as mais de 120 fábricas sul-coreanas do complexo, o qual serve como uma fonte crucial de divisas para o Estado empobrecido da Coreia do Norte e reduz a dependência de Pyongyang em relação à China.

Kaesong foi escolhido para combinar a tecnologia e experiência da Coreia do Sul com a gestão a baixo custo da Coreia do Norte e é uma zona teoricamente desmilitarizada, mas fortemente armada e vigiada.

O complexo tem um volume de negócios equivalente a cerca de 1,5 mil milhões de euros, e tem funcionado sempre, apesar das repetidas crises entre os dois países.

* Fontes:
http://www.jn.pt/PaginaInicial/Mundo/Interior.aspx?content_id=3143506

http://www.foxnews.com/politics/2013/04/01/china-mobilizing-troops-jets-near-n-korean-border/

EUA usam bombardeiro nuclear em treinamento na península coreana

Quinta-feira, 28 de Março de 2013

Portal Terra - 28/03/2013

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Os Estados Unidos conduziram nesta quinta-feira pela primeira vez um treinamento militar sobre a península coreana utilizando bombardeiros B-2, jatos da Força Aérea com capacidade nuclear, informou o Comando das Forças Combinadas (CFC) - unidade das Forças Armadas americanas situada na Coreia do Sul, segundo informações da agência sul-coreana Yonhap.

O Comando Estratégico dos Estados Unidos enviou dois jatos para uma “missão de treinamento de longa duração” da base da Força Aérea Whiteman, no Missouri (EUA), até a Coreia do Sul, em uma demonstração da capacidade de defesa sul-coreana e dos aliados americanos na região da Ásia-Pacífico, de acordo com um comunicado.

O treinamento fez parte do exercício militar chamado Foal Eagle, que teve início neste mês e deve se estender até o fim de abril. A missão de treinamento com os bombardeiros B-2 envolveu o disparo de munições inativas e o retorno para sua base em território americano, em um voo contínuo abrangendo mais de 10,4 mil quilômetros.

“Os Estados Unidos são firmes em seu compromisso de aliança com a defesa da Coreia do Sul, para dissuadir a agressão e para garantir a paz e estabilidade na região”, afirmou o CFC em nota. “O bombardeiro B-2 é um importante elemento da capacidade dos Estados Unidos” para esse fim na região, acrescenta a nota.

O uso da aeronave seria um alerta para a Coreia do Norte, que tem ameaçado lançar um ataque nuclear preventivo contra alvos dos Estados Unidos e da vizinha Coreia do Sul. O B-2, que foi utilizado pela primeira vez em 1999, no conflito de Kosovo, é um dos bombardeiros mais modernos do Pentágono.

* Fonte:
http://noticias.terra.com.br/mundo/asia/eua-usam-bombardeiro-nuclear-em-treinamento-na-peninsula-coreana,cdbf2bab75fad310VgnVCM5000009ccceb0aRCRD.html

Britânico sugere lançar bomba de nêutrons na fronteira afegã

Terça-feira, 27 de Novembro de 2012

Huffington Post / Portal Terra - 27/11/2012

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Um parlamentar e ex-ministro da Defesa britânico sugeriu lançar uma bomba de nêutrons na fronteira entre Afeganistão e Paquistão para combater o terrorismo, informa o site Huffington Post. O objetivo seria criar uma barreira intransponível entre os dois países, o que impediria a movimentação de terroristas entre as nações.

John Gilbert, conhecido como Lord Gilbert, que foi ministro entre 1997 e 1999 durante o governo trabalhista de Tony Blair, afirmou na Câmara dos Lordes do Parlamento britânico, na última quinta-feira, que as ogivas radioativas poderiam ser usadas para “criar cordões sanitários em várias fronteiras onde as pessoas têm causado problemas”.

“Vocês podem dizer que isso é impraticável, mas ninguém vive nas montanhas na fronteira entre Afeganistão e Paquistão com a exceção de algumas cabras e uns poucos pastores”, afirmou Gilbert, se referindo aos seus pares no Parlamento. “Se você os dissesse (aos terroristas) que algumas ogivas ERRB seriam despejadas lá e que isso tornaria o lugar realmente desagradável, eles não iriam”, disse.

“Você reduziria enormemente os problemas ao proteger essas fronteiras de infiltrações de um lado ou de outro. Não se fala sobre essas coisas, mas deveria ser falado, porque existem grandes possibilidades de dissuasão usando armas que já temos”, completou.

A bomba de nêutron é um tipo de arma termonuclear criada para matar pessoas e ao mesmo tempo deixar as estruturas físicas do local que atingir intactas.

* Fonte:
http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/0,,OI6334190-EI8143,00-Britanico+sugere+lancar+bomba+de+neutrons+na+fronteira+afega.html